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Ivan Valente, do Psol, tem uma queda por Alckmin* Outubro 5, 2006

Posted by Ezequiel Vieira in política.
2 comments

1. Vale a crítica, mas não vale o ressentimento: o Psol – ou Heloísa Helena, sei lá – já declarou que não vai apoiar nem Alckmin nem Lula no 2º turno porque os dois representam “o mesmo projeto neoliberal com sua corrupção generalizada”.

Pois bem. Mas isso não impede que Ivan Valente, deputado federal do Psol eleito por São Paulo, destaque em sua página, com nítido entusiasmo, que a vantagem de Alckmin sobre Lula em Sorocaba é de 18% e que essa eleição mostrou “a primeira derrota do presidente Lula entre os eleitores de Sorocaba”.

2. O TSE colocou na rede uma página com todos os resultados do 1º turno desta eleição. A consulta aos números pode ser feita por município, candidato ou zona eleitoral.

3. O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), oferece para download gratuito “obras produzidas pelo CPDOC não disponíveis para venda, por estarem esgotadas ou por terem sido produzidas para distribuição restrita”. Acaba de sair dois novos títulos – Os anos de chumbo e A volta aos coronéiscom depoimentos de militares que tiveram papéis-chave no regime de 1964.

Ps.: pra baixar os arquivos é necessário fazer cadastro, gratuito, no site do CPDOC.

* título apelativo, eu sei!

o segredo está nos clássicos…. Outubro 5, 2006

Posted by Ezequiel Vieira in catarse.
1 comment so far

Franklin Martins encontrou um modo bem sedutor pra incentivar a leitura nos estudantes de jornalismo. Ele prega, em seu livro Jornalismo Político, que a leitura de clássicos é fundamental pois nos torna herdeiros de símbolos, mitos, inteligências e imaginações profundamnte entranhados em nossa civilização.

Franklin citou o exemplo de uma pesquisa de Harvard entre seus ex-alunos divulgada pela The Economist para se descobrir em que a badalada universidade tinha contribuído para a formação deles – a pesquisa foi feita entre aqueles que foram formados há 30 ou 40 anos e que hoje ocupam lugares de destaque nos EUA e no mundo: banqueiros, empresários, jornalistas, políticos, diplomatas etc.

Esperava-se que as respostas mais frequentes seriam os professores, as instalações, os contatos que a universidade  permitiu conquistar etc, mas 30% dos entrevistados disseram que o que mais lhes havia marcado em Harvard fora a leitura de clássicos da literatura. Então tá! Isso é o que não falta na Ufes. Tomei vergonha na cara e ontem comecei a ler Cem anos de solidão (Gabriel Garcia Marquez) – todo mundo fala que é muito bom e pelo jeito só eu ainda não li.