Ciclo de Cinema debate Cultura da Violência Março 29, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in eventos/debates, política.trackback
Começa hoje na Emescam o I Ciclo de Cinema e debate sobre a “cultura da violência”, promovido pelo projeto de extensão “Na tela com Jean Robert”, do curso de Serviço Social da instituição. O filme que será exibido hoje à tarde (16h) é “A Revolução não será Televisionada“(blog sobre o filme) seguido de palestra com o jornalista Laerte Braga.
O site da Emescam conta que o projeto vai ser formado por ciclos cinematográficos, aliados a debates e mesas redondas, com o objetivo de incentivar a análise e reflexão sobre a “cultura da violência”, “cada vez mais presente nas discussões e cotidiano da sociedade.”
A violência urbana é determinada enquanto objeto social, quando consideradas as relações sociais, que se materializam na cidade. Neste sentido, não pode ser estudada desvinculada da perspectiva do homem como sujeito ativo, que vive e trabalha de modo que a sociedade apresenta-se de forma dinâmica, assim como, os fenômenos e todas as instituições, ou seja, em permanente transformação.
O Ciclo tem previsão para terminar no dia 24 de maio e vai contar com cinco exibições de filme. Mais informações de programação e forma de inscrição pelo site da faculdade.
- Via Bernardo Carvalho: O documentário “A Revolução Não Será Televisionada” conta a versão “bolivariana” do suposto golpe que derrubou Chavez e o retornou ao governo. Se você nunca viu este documentário é fácil – está por toda a internet e é distribuído gratuitamente por ONGs, Embaixadas da Venezuela, etc. Para rebatê-lo, foi feito este documentário chamado Radiografia de uma Mentira que desconstrói o documentário bolivariano quase que quadro a quadro. Deve ter também os seus problemas de consistência, mas vale assistir.
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O que esta acontecendo com os cineastas, que procuram a inspiração na violência urbana das grandes cidades, para os seus filmes, ja não basta a realidade do dia-dia. O cinema deveria ser um produtor de sonhos, magia coisas que contagiam o ser humano, não essa porcaria de sangue para todo lado, a morte com mercado, grande teologia para a juventude a da violência veja o novo filme do Bruno Barreto, é isso que queremos vêr creio que não, estão equivocados.
Os filmes americanos tambem estão na mesma rota, em um momento em que se busca a PAZ, eles cultua a violência.
VIVA o AmOR, A BeLeZa!