E o período acabou… Dezembro 14, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in catarse.add a comment
12/12/07 – Terminou. Hoje foi a última atividade na universidade. Agora é tocar pra frente meu projeto de tcc que apresento em julho. Dá uma grande sensação de alívio de praticamente já ter concluído o curso mas também bate uma grande ansiedade sobre o que vem, ou pode vir, pela frente.
Como delimitação tema, ou melhor, de área, minha autopercepção crítica é muito clara ao me dizer que não vou me dar bem em jornal impresso, rádio, tvs (…) – nestes dois últimos casos, a melhor das hipóteses talvez seja estar na produção.
Esses dois anos de blog indicam bem meu interesse pelo online, ainda me faltam uns bons cursos de informática, e pesquisas acadêmicas, mas também não tô muito certo se quero virar professor.
Ando pensando e pesquisando a viabilidade de alguns projetos pra tirar meu ganha-pão; descobri que é muito difícil colocar tudo no papel, ou na tela, além de sempre parecer que falta alguma coisa e que a coisa ainda não tá boa o bastante.
Mas enfim. O curso acabou, agora é só tcc e o blog segue. Se vc tiver um tempinho lá pelo final de julho…. peço que esteja na banca de apresentação de minha monografia. Contribuições também são bem-vindas.
Meu mantra Dezembro 14, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in catarse.add a comment
Para o ano novo – Vivo ainda, penso ainda; é preciso que se viva, pois é preciso que ainda pense. Sum, ergo cogito: Cogito, ergo sum. Hoje é o dia em que todos têm a liberdade de expressar seu desejo e seu pensamento mais caro: também eu expressarei o desejo que tenho em mim mesmo hoje, e direi que pensamento guardo este ano no coração, acima de todos os outros – que pensamento escolhi como razão, garantia, doçura da minha vida futura! Quero exercitar-me diariamente em ver todas as coisas como uma beleza, o necessário – , assim, serei um dos que tornam belas as coisas. Amor fati: que seja esse de agora em diante o meu amor! Não quero entrar em guerra contra a feiúra, não quero acusar, não quero nem mesmo acusar os acusadores. Afastar o olhar, que seja essa a minha única negação. Numa palavra: quero, em todas as circunstâncias, ser sempre um afirmador! – do livro ‘Nietzsche, uma biografia’