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	<title>Polimidia - mudei para http://polimidia.blog.br &#187; capitalismo cognitivo</title>
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		<title>Polimidia - mudei para http://polimidia.blog.br &#187; capitalismo cognitivo</title>
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		<title>Quando a subjetividade deu sentido às máquinas</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/09/24/quando-a-subjetividade-deu-sentido-as-maquinas/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 15:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] - Amanhã começa em Belém a quarta e última edição do seminário. Das discussões que aconteceram aqui em Vitória foram oito relatos publicados. Acho que aquele que chegou mais perto do que foi discutido por aqui foi o post, abaixo, &#8220;A fuga das fábricas, o encontro nas redes&#8220;. A [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=598&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><font color="#ff9900"><font color="#000000"><font color="#ff9900"><u><font color="#000000"><strong>[</strong></font>Seminário A Constituição do Comum</u> - <a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>] </strong></font></font><font color="#000000"><strong>- </strong>Amanhã começa em Belém a quarta e última edição do seminário.<strong> </strong></font>Das discussões que aconteceram aqui em Vitória foram <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/">oito relatos publicados</a>. Acho que aquele que chegou mais perto do que foi discutido por aqui foi o <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">post</a>, abaixo, &#8220;<strong>A fuga das fábricas, o encontro nas redes</strong>&#8220;. A hipótese é a de que vivemos em um novo tipo de sociedade. Nesse novo cenário o conhecimento não se voltaria mais para que as máquinas se tornem mais dinamizadas e produtivas na intermitente <em>missão</em> de se produzir riqueza e rentabilidade. </font></font></p>
<ul>
<li>O <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fordismo">modelo produtivo fordista</a> a que <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Chaplin">Chaplin</a> satiriza em seu <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tempos_modernos">Tempos Modernos</a> é superado</li>
</ul>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://polimidia.wordpress.com/2007/09/24/quando-a-subjetividade-deu-sentido-as-maquinas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/VTgeNw1guBs/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><font color="#ff9900"><font color="#000000">Esse modo alheio ao que a subjetividade, a experiência de vida, a singularidade (&#8230;) têm a apresentar como inovação ao trabalho estaria superado. A produção agora passa a ser chamada de trabalho imaterial. O conhecimento não é mais para dinamizar a produção mecanizada. É sim para se produzir mais conhecimento. A informação é matéria-prima e &#8220;<em>produto final</em>&#8220;.</font></font></p>
<ul>
<li>Acho que ainda não se tem um filme como sátira ou mesmo como exemplo. Mas o modo <em>livre, leve e solto</em> de se trabalhar no Google, talvez seja o melhor exemplo desse novo paradigma.</li>
</ul>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://polimidia.wordpress.com/2007/09/24/quando-a-subjetividade-deu-sentido-as-maquinas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/LWvjOhc5Xuw/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><strong>Eis a postagem</strong> &#8220;<font color="#ff6600"><em>A fuga das fábricas, o encontro nas redes</em></font>&#8220;:<span id="more-598"></span></p>
<p>Ele não estava por lá. Mas foi e será uma influência determinante do <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br/">seminário</a> que começou hoje pela manhã na <strong>Estação Porto</strong>. A começar pelo nome do evento &#8211; <strong>A constituição do comum</strong>. Foi dessa forma que <strong>Antonio Negri</strong> intitulou sua apresentação no &#8221;<a target="_blank" href="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/economia_da_cultura/capitalismo_cognitivo/"><font color="#333333">II Seminário Internacional Capitalismo Cognitivo</font></a> &#8211; Economia do Conhecimento e <strong>a Constituição do Comum</strong>&#8221; que aconteceu em outubro de 2005. A fala de Negri acabou por delinear a temática das discussões ao longo desse evento. Acesse mais na <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/09/a-liberdade-que-constitui/">postagem</a> <strong>A liberdade que constitui</strong>.</p>
<p>A apresentação da manhã de hoje contou com a presença de <strong>Giuseppe Cocco</strong> e <strong>Maurizio Lazzarato</strong>. Cocco e Negri comungam assinaturas em vários artigos. O <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/02/24/negri-e-cocco-o-moralismo-impotente-e-a-cantilena-sobre-a-verdade-do-poder/">livro</a> Glob(AL) [Biopoder e luta em uma América Latina Globalizada] também é o resultado dessa, digamos assim, camaradagem. Quanto a Lazzarato, não sei se ele assinou artigos com Negri, mas posso afirmar categoricamente&#8230; que o <a target="_blank" href="http://www.livrosdehumanas.com.br/livros_template.asp?Codigo_Produto=26632">livro</a> <strong>Trabalho Imaterial</strong> é de autoria deles. Acesse no <a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/os-palestrantes/">blog O Comum</a> o perfil de todos os palestrantes.</p>
<p> <img border="0" src="http://bp1.blogger.com/_UKEA8ntsS40/RlMLoGI8tSI/AAAAAAAAAAs/OEgmLlMvM3g/s400/cocco.jpg" style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" /></p>
<ul>
<li>Da direita para esquerda: Lazzarato, Cocco, e Ruth Reis  &#8211; secretária de comunicação de Vitória</li>
</ul>
<p>O meu relato vai se restringir à fala de <strong>Giuseppe</strong>. Ele é um italiano que fala português o quanto sonho um dia falar em inglês. <strong>Lazzarato</strong> falou em francês e não consegui encontrar a freqüência em que tradução simultânea era feita. Depois pego as anotações da <a target="_blank" href="http://cafecolonial.wordpress.com/">Juliana</a> pra saber o que ele falou. Deve ser sido qualquer coisa muito interessante mas que para mim tinha quase sempre a mesma pronúncia.</p>
<p align="left"><em>&#8220;<strong><font color="#ff9900">Mais que de produção, é preciso falar de co-produção de serviços</font></strong>&#8220;</em></p>
<p>Cocco argumentou que a cultura deve ser pensada a partir do conceito <em>teórico-político</em> de <strong>uma constituição do comum</strong>. Nesse sentido é importante rever as conceituações que se tem sobre trabalho. O que acaba indo muito ao encontro do pensamento negriano de constituir uma teorização <strong>política de léxico renovado</strong>. Uma leitura política do presente vai constatar que as relações de trabalho se dão de forma cada vez mais <strong>difusa e socializada</strong>. &#8220;O trabalho se dá em redes que desenham a cidade de forma muito parecida com o que acontece com as redes virtuais na internet&#8221;.</p>
<blockquote><p>1. A cultura é a condição e a dinâmica do trabalho. Os setores industriais não funcionam mais do mesmo jeito. Os atuais estatutos de trabalho estão cada vez mais precarizados.</p></blockquote>
<p>Cocco lembra que a produção não é mais individual ou industrializada &#8211; mas o que também não implicaria o desaparecimento da indútria [Manuel Castells frisa bastante que a indústria se reconfigura e continua tendo importante papel no desempenho da economia].</p>
<p>A lógica de trabalho agora se caracterizaria pela</p>
<blockquote><p>potência relacional, comunicativa e cooperativa entre sujeitos sociais. Seu <em>locus </em>de manifestação ocorre no conjunto de redes sociais territorializadas nos espaços urbanos, como também nas redes (sócio-técnicas) desterritorializadas nos espaços de não-lugares (<a target="_blank" href="http://www.rits.org.br/redes_teste/rd_tmes_set2006.cfm#">1</a>).</p></blockquote>
<p>A <strong>produção do imaterial</strong> passa a ser a nova forma de valorização do trabalho. &#8220;A relação entre homem e natureza se dá entre sujeitos sem que eles estejam necessariamente  no chão de fábrica. A tônica comunicatica é o que determina as relações de trabalho no que chamamos de nova economia. A economia pós-industrial&#8221;.</p>
<p>Cocco é insistente quando diz que o trabalho é cada vez mais intersubjetivo e não mais individual. &#8220;A reconfiguração relação entre homem e objeto é o precisamos problematizar.&#8221;</p>
<blockquote><p>2. A relação salarial não dá conta mais da mobilização do trabalho em geral.</p></blockquote>
<blockquote><p>3. Cada vez mais a nova organização da economia indica que a relação entre produção e consumo não é mais aquela de antes. O consumo deve ser pensado como produtor de riqueza e a circulação como transformadora do produto.</p></blockquote>
<p>A empresa, e não mais a fábrica, se moderniza e se modifica em uma <strong>dinâmica de redes</strong>. Se a <strong>questão do trabalho assalariado</strong> não é mais mecanismo fundamental de integração social, Cocco destaca que temos de pensar então esse mesmo elemento como ponto de partida para que uma lógica de inclusão se estabeleça. &#8220;A cidadania não é mais o resultado a ser alcançado, mas o ponto de partida para que <strong>o comum</strong> se constitua e haja na sociedade uma mobilização produtiva&#8221;.</p>
<p align="left"><strong><em><font color="#ff9900">O que fazer? A democratização para o crescimento e o crescimento para algo</font></em></strong></p>
<p align="left">A constituição da cidadania seria a <strong>condição pressuposta</strong> para uma política econômica que, digamos assim, esteja de acordo com a lógica de produtividade de riqueza hoje. Isso parte da constatação, um tanto óbvia a partir da discussão feita no seminário, de que &#8220;<em>desenvolvimento econômico que não debater a </em><strong>nova economia</strong><em>, que se pauta pela produção imaterial, não pode ser chamado de desenvolvimento econômico.&#8221; -</em> frase de <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/11/secretario-de-desenvolvimento-de-vitoria-apresenta-projeto-de-acesso-livre-a-internet/">Luiz Fernando Barbosa</a> que tanto gosto de repetir.</p>
<p align="center"><em><strong><font color="#ff9900">&#8220;Tecnologia sozinha não faz política&#8221;</font> </strong></em>(<a target="_blank" href="http://www.cibersociedad.net/textos/articulo.php?art=75">3</a>). <strong><font color="#ff9900">Necessidade da universalização do acesso à informática</font></strong></p>
<ul>
<li>
<p align="left">Trecho da apresentação de Giuseppe</p>
</li>
</ul>
<p align="left"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://polimidia.wordpress.com/2007/09/24/quando-a-subjetividade-deu-sentido-as-maquinas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/yFk9ariuNBk/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p align="left">A fala de Giuseppe se encerra com uma questão em aberto e ao mesmo tempo retórica. De que forma se pode fazer com que a sociedade seja cidadã, e por fim produtiva, se de forma maciça ela não tem acesso aos <strong>meios de produção</strong> para fazer circular o seu trabalho na lógica de redes, uma vez que &#8211; como tanto frisa <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/15/a-passividade-e-determinacao-tecnica-ou-escolha-humana/">Vilches</a> com boa dose de ceticismo &#8211; a internet traz uma técnica com grande horizontabilidade e potencial democrático, mas a <strong>intenção política </strong>é pré-requisito espinhal para que essa <strong>virtualidade</strong> democrática se materialize (ou se <strong>atualize</strong> &#8211; para se opor ao conceito de virtual)</p>
<p align="left">E é aqui que a promoção e debate sobre <strong>programas públicos de acesso à internet</strong>, tais como a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/11/secretario-de-desenvolvimento-de-vitoria-apresenta-projeto-de-acesso-livre-a-internet/#comment-1622">Rede Metrovix</a>, se constitui algo estratégico e mais do que necessário.</p>
<p align="left"><strong>Acesse também</strong></p>
<p align="left"><strong>- </strong><a target="_blank" href="http://www.unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=6670">Entrevista</a> de Giuseppe Cocco ao Instituto Humanitas Unisinos &#8211; &#8216;Já saímos da sociedade salarial. Mas isso não tem nada a ver com o fim do trabalho, nem com o fim do emprego&#8217;.</p>
<p align="left">- <a target="_blank" href="http://www.pressdisplay.com/pressdisplay/viewer.aspx">Matéria</a> do Valor Econômico (12/07/07) &#8211; <strong>Era digital gera riscos trabalhistas às empresas.</strong> &#8220;As leis que regulamentam horas-extras, férias, intervalos para refeições e todas as outras regalias da vida de trabalho civilizada, não se aplicam a nós [...]. À medida que a conectiviadade se alastra, descendo os escalões hierárquicos, espera-se que mais trabalhadores trabalhem sem remuneração: em casa, no carro ou na praia &#8211; e em algumas condições que podem lhes dar o direito de buscar seus direitos na Justiça [...].&#8217;As leis foram escritas antes que o local de trabalho passasse a ser em qualquer local do mundo&#8217;, diz Tanembaum. Se funcionários cobertos pela legislação salarial e horária trabalharem um dia suficientemente longo enquanto estiverem de férias, poderá até mesmo ter necessidade legal de que seus chefes imediatos se certifiquem de que seus suborninados fizeram suas refeições e fizeram pausa para o descanso, diz ele. &#8216;A coisa realmente pode começar a espapar do controle.&#8217;&#8221;</p>
<ul>
<li>
<p align="left"> Acesse a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/">todos os posts</a> sobre o seminário publicados por aqui.</p>
</li>
</ul>
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	</item>
		<item>
		<title>Seminário debate conflitos na produção de comunicação e cultura</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/09/18/seminario-debate-conflitos-na-producao-de-comunicacao-e-cultura/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 13:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[eventos/debates]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de passar por Vitória, Rio e Salvador, o seminário &#8220;A Constituição do Comum&#8221; chega ao Pará para a última edição. Acontece em Belém, nos dias 25, 26 e 27 de setembro, o IV Seminário “A Constituição do Comum: Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo”.
O objetivo é refletir sobre diversos processos culturais, discutindo o lugar da Comunicação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=594&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Depois de passar por Vitória, Rio e Salvador, o seminário &#8220;A Constituição do Comum&#8221; chega ao Pará para a última edição. Acontece em Belém, nos dias 25, 26 e 27 de setembro, o IV Seminário <span style="font-weight:bold;">“A Constituição do Comum: Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo”</span>.</p>
<p>O objetivo é refletir sobre diversos processos culturais, discutindo o lugar da Comunicação e da Cultura no <a target="_blank" href="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/economia_da_cultura/capitalismo_cognitivo/index.php?p=12433&amp;more=1&amp;c=1&amp;pb=1">capitalismo cognitivo</a>.</p>
<p><img border="0" src="http://bp3.blogger.com/_UKEA8ntsS40/RvFKYfEfleI/AAAAAAAAACU/sBF8lkwbd50/s400/almirantebarroso.jpg" style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" /></p>
<ul>
<li>O seminário acontece no auditório da Agência de Desenvolvimento da Amazônia (<a target="_blank" href="http://www.ada.gov.br/">ADA</a>). Av. Almirante Barroso <em>(<a target="_blank" href="http://www.panoramio.com/photo/496288">foto</a>)</em>, 426, Marco-Belém.</li>
</ul>
<p>O evento é de curadoria do cientista político <a target="_blank" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4767366H1">Giuseppe Cocco</a> e da diretora da Escola de Comunicação (<a target="_blank" href="http://www.eco.ufrj.br/">ECO</a>) da UFRJ, <a target="_blank" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=B221797">Ivana Bentes</a>.</p>
<p>Fui em algumas palestras da edição daqui de Vitória e o resultado foram as postagens que seguem.</p>
<blockquote><p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/"><font color="#333333">21/05</font></a> &#8211; “A fuga das fábricas, o encontro nas redes”</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/24/internet-o-gato-saiu-do-saco/"><font color="#333333">24/05</font></a> &#8211; Internet: “O gato saiu do saco”</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/24/%e2%80%9ca-televisao-e-controle-de-subjetividade%e2%80%9d-diz-filosofo/"><font color="#333333">24/05</font></a> &#8211; “A televisão é controle da subjetividade”, diz filosófo</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/%e2%80%9ccom-a-economia-intangivel-a-identidade-se-torna-algo-em-construcao-aberto-a-mudancas%e2%80%9d-diz-antoine-rebiscoul/"><font color="#333333">24/05</font></a> &#8211; “Com a economia intangível, a identidade se torna algo em construção, aberto a mudanças”, diz Antoine Rebiscoul</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-internet-e-a-utopia-de-que-qualquer-comunica-provoca-midiativista-espanhol/"><font color="#333333">24/05</font></a> &#8211; “A Internet é a utopia de que qualquer um comunica”, provoca midiativista espanhol</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/"><font color="#333333">25/05</font></a> &#8211; “A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/seminario-cultura-e-conflitos-no-capitalismo-contemporaneo-via-internet/"><font color="#333333">25/05</font></a> &#8211; Seminário “Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo” via internet</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/">12/06</a> &#8211; A produção do imaterial na cidade</p></blockquote>
<p>O evento também contou com a <a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/">cobertura em blog</a> do pessoal do 4º período de jornalismo online daqui da Ufes. As apresentações que aconteceram no Rio tiveram transmissão ao vivo pela internet e podem ser acessadas <a target="_blank" href="http://tv.ufrj.br/tjufrj/">pelo site da UFRJ</a>.</p>
<p>Mais informações podem ser <a target="_blank" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=29685&amp;more=1&amp;c=1&amp;pb=1">acessadas no site</a> do Ministério da Cultura.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/594/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/594/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/594/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/594/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/594/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/594/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/594/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=594&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Marcas globais e o feeling para se anteciparem às mudanças</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/07/30/marcas-globais-e-o-feeling-para-se-anteciparem-as-mudancas/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 17:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Globalidade]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição do Valor Econômico deste final de semana publicou uma matéria com chamada de leitura praticamente irrecusável &#8211; Os segredos das marcas mais poderosas. Mas o que a matéria mostra não é exatamente uma lista completa de segredos nunca dantes revelados. É bem menos do que isso.
 
O que se percebe na reportagem é que, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=566&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>A edição do Valor Econômico deste final de semana publicou uma matéria com chamada de leitura praticamente irrecusável &#8211; <strong>Os segredos das marcas mais poderosas</strong>. Mas o que a <a target="_blank" href="http://www.varejista.com.br/novo_site/desc_materia.asp?id=32369">matéria mostra</a> não é exatamente uma lista completa de segredos nunca dantes revelados. É bem menos do que isso.</p>
<p> <img border="0" src="http://bp0.blogger.com/_UKEA8ntsS40/Rq4QF7qxMgI/AAAAAAAAABE/MuIDBxWh2nc/s400/marcas+globais.JPG" style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" /></p>
<p>O que se percebe na reportagem é que, fundamentalmente, as chamadas marcas mais poderosas têm <strong>feeling para perceber mudanças</strong> e fôlego o bastante para sempre desenvolverem <strong>estratégias de adaptação</strong> à configuração de uma realidade diferente.</p>
<p>Princípio primeiramente elementar, mas que, pela abordagem dada, parece ser de difícil aplicação. O <em>almejado segredo</em> seria bem no sentido de fazer uma navegação a favor do vento do que o da busca de inspiração para um novo modelo de negócios.</p>
<ul>
<li>De olho nas mudanças que a internet provoca e potencializa, <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Don_Tapscott">Don Tapscott</a> reavalia exponencialmente um outro velho princípio, o da crucial interação a sempre ser estabelecida com o consumidor. Ele <em>setencia</em> que &#8220;as empresas que não incorporarem as tendências de interação surgidas com o advento da internet correm o risco de morrer&#8221;. A argumentação de Tapscott está em seu livro &#8220;Wikinomics &#8211; como a colaboração global está mudando tudo&#8221; também <a target="_blank" href="http://www.itmidia.com.br/noticia.asp?codnoticia=28994">comentado pelo Valor</a> &#8211; <strong>Compartilhando é que se recebe</strong>.</li>
</ul>
<p>A jornalista, Chris Martinez, faz seu relato a partir da lista das 100 mais valiosas empresas do mundo <a target="_blank" href="http://www.interbrand.com/best_brands_2007.asp">segundo o ranking</a> da inglesa Interbrand/Business Week &#8211; braço de avaliação de marcas do <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Omnicom">grupo Omnicom</a>.</p>
<p>Os principais exemplos citados foram o caso de três empresas: a <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Starbucks">Starbucks</a>;a <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toyota">Toyota</a> &#8211; que não por acaso configurou um modo de produção de trabalho, o <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toyotismo">toyotismo</a>; o <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google">Google</a>, que obteve um crescimento de 44 % de valorização de sua marca em relação a 2006.</p>
<p>Chris conta que</p>
<blockquote><p>A Starbucks iniciou sua história vendendo café em carrinhos, tal como se vendiam picolés tempos atrás. Mas conseguiu voar alto e tem mais de dez mil ao redor do mundo. O segredo? A empresa de Seattle entendeu que o consumidor buscava bem mais do que um simples café. Queria uma experiência de compra diferenciada, com um ambiente amigável e &#8220;cool&#8221;. A veterana Toyota sensibilizou os fregueses ao apostar em um automóvel com forte apelo ambiental. O segredo? A montadora japonesa lançou um carro &#8220;verde&#8221;, o Prius, que tem sistema híbrido &#8211; pode ser movido a gasolina ou a eletricidade. Criado pelos inventivos &#8220;meninos da Califórnia&#8221;, o Google tornou-se um sinônimo de busca na internet. O segredo? Conseguiu interagir com o consumidor, oferecendo um produto eficiente e gratuito.</p>
<p>Colocados em prática, esses conceitos abarrotaram de dinheiro os caixas dessas empresas e, mais que isso, fizeram delas marcas bilionárias. A Starbucks está avaliada em US$ 3,6 bilhões, a Toyota em US$ 32 bilhões e o Google, US$ 17,8 bilhões.</p></blockquote>
<p><strong>A propósito</strong>. Eis uma reportagem sobre o modo <em>livre, leve e solto</em> de como as pessoas do Google, exemplificado aqui pela filial brasileira, trabalham. É o que autores da escola franco-italiana chamam de <a target="_blank" href="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/economia_da_cultura/capitalismo_cognitivo/index.php?p=12433&amp;more=1&amp;c=1&amp;pb=1">capitalismo cognitivo</a>.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://polimidia.wordpress.com/2007/07/30/marcas-globais-e-o-feeling-para-se-anteciparem-as-mudancas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/LWvjOhc5Xuw/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/566/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/566/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/566/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/566/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/566/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/566/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/566/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/566/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=566&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Seminário &#8211; a virtualidade da comunicação horizontal</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/07/02/seminario-a-virtualidade-da-comunicacao-horizontal/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Jul 2007 17:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade midiatizada]]></category>
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		<description><![CDATA[Na próxima quarta-feira meu grupo na disciplina que faço em Ciências Sociais apresenta um seminário sobre a relação entre opinião e  internet. Fui montar a minha parte e o resultado ficou mais amplo do que esperava.
A quem interessar possa, eis os slides &#8211; está recheado de links.
 
Acesse também
12/07 &#8211; &#8220;O que significa isso de comunicação horizontal e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=545&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Na próxima quarta-feira meu grupo na disciplina que faço em Ciências Sociais apresenta um seminário sobre a relação entre <strong>opinião e  internet</strong>. Fui montar a minha parte e o resultado ficou mais amplo do que esperava.</p>
<p>A quem interessar possa, eis os slides &#8211; está recheado de links.</p>
<p> <object type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' data='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=72852&#038;doc=a-virtualidade-da-comunicao-horizontal4237' width='425' height='348'><param name='movie' value='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=72852&#038;doc=a-virtualidade-da-comunicao-horizontal4237' /><param name='allowFullScreen' value='true' /><param name='allowScriptAccess' value='always' /></object></p>
<p><strong>Acesse também</strong></p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/07/12/o-que-significa-isso-de-comunicacao-horizontal-e-vertical/">12/07</a> &#8211; &#8220;O que significa isso de comunicação horizontal e vertical?&#8221;</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/545/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/545/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/545/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=545&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Internet &#8211; mídia de multidão e de controle</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/29/internet-midia-de-multidao-e-de-controle/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 16:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Juan Freire fez um artigo sobre a seguinte questão Estamos controlando ou somos controlados? &#8220;Existe un debate emergente en Internet sobre el poder de &#8220;los grandes&#8221;, sean estos empresas, gobiernos o grupos de presión, sobre los ciudadanos.&#8221;
Freire lembra que o avanço da tecnologia permite fazer a constatação de um crescimento de controle quase absolutto sobre o cotidiano [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=544&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a target="_blank" href="http://nomada.blogs.com/jfreire/2007/06/1984-2007-en-ge.html">Juan Freire fez</a> um artigo sobre a seguinte questão <strong>Estamos controlando ou somos controlados?</strong> &#8220;Existe un debate emergente en <strong>Internet</strong> sobre el poder de &#8220;los grandes&#8221;, sean estos empresas, gobiernos o grupos de presión, sobre los ciudadanos.&#8221;</p>
<p>Freire lembra que o <strong>avanço da tecnologia</strong> permite fazer a constatação de um crescimento de controle quase absolutto sobre o cotidiano das pessoas.</p>
<p>O lançamento do <a target="_blank" href="http://maps.google.com/help/maps/streetview/">Street View</a> reacende a luz amarela para Freire. O serviço oferecido dentro do Google Maps traz fotografias com grande resolução de algumas cidades (a princípio norte-americanas) atualizadas  periodicamente.</p>
<p>Essa tecnologia é uma de muitas que proporcionam uma grande capacidade de <strong>acesso a informações</strong> e isso pode se tornar em um grande pesadelo &#8220;si alguien la utiliza con fines de espionaje.&#8221;</p>
<p>Esse <em><strong>controle absoluto</strong></em>, de cima para baixo, viria ser, em um olhar apressado, a versão moderna do panóptico &#8211; romanceado com temor por George Orwell em seu <em><a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984_(livro)">1984</a></em>. Juan acredita que esse temor de Orwell está muito longe de ser uma realidade possível, &#8220;al menos generalizada.&#8221;</p>
<ul>
<li>Acesse a <a target="_blank" href="http://nomada.blogs.com/jfreire/2007/06/1984-2007-en-ge.html">íntegra do artigo</a>.</li>
</ul>
<p>A turma de jornalismo online, <a target="_blank" href="http://fabiomalini.wordpress.com/blogs-da-turma-20062/">4ºp da Ufes</a>, fez uma prova com essa mesma temática &#8220;Internet: mídia de multidão ou de controle da vida?&#8221;.</p>
<p>Relaciono os textos de <a target="_blank" href="http://identidadeepifanica.wordpress.com/a-resistencia-esta-na-multidao/">Ludmila</a>, <a target="_blank" href="http://identidadeepifanica.wordpress.com/off-topic-prova/">Mônica</a> e <a target="_blank" href="http://loucuraembutida.wordpress.com/2007/06/18/internet-a-loucura-do-controle-disfarcado-de-liberdade/">Paula</a>.</p>
<p><strong>Leia mais</strong></p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/01/da-logica-da-centralidade-a-politica-em-redes/">01/06</a> &#8211; Da lógica da centralidade à politica em redes</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/">12/06</a> &#8211; A produção do imaterial na cidade</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.files.wordpress.com/2007/06/artigo-optativa.doc">22/06</a> &#8211; A cooperação como elemento constituinte das redes sociais.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/544/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/544/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/544/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=544&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Internet é a nova realidade&#8221;, afirma diretor do Yahoo!</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/15/internet-e-a-nova-realidade-afirma-diretor-do-yahoo/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 15:56:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade virtual]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[redes]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;El poder  del social  media&#8220;. Esse foi o nome de uma conferência de que participou o diretor do Yahoo! na Espanha e América Latina, Ricardo Baeza-Yates. Ele destacou que a internet é cada vez mais fundamental e determinante da maneira como a sociedade vem se organizando. &#8220;Amplificar las redes sociales que siempre han existido pero [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=530&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>&#8220;<strong>El poder  del social  media</strong>&#8220;. Esse foi o nome de uma <a target="_blank" href="http://www.icei.uchile.cl/noticias/conferenciaricardobaezayates.html">conferência</a> de que participou o diretor do Yahoo! na Espanha e América Latina, <a target="_blank" href="http://www.dcc.uchile.cl/~rbaeza/spanish.html">Ricardo Baeza-Yates</a>. Ele destacou que a internet é cada vez mais fundamental e determinante da maneira como a sociedade vem se organizando. &#8220;Amplificar las redes sociales que siempre han existido pero que antes no era posible reunirlas en un mismo lugar.&#8221;</p>
<blockquote><p>las personas se mantienen conectadas para comunicarse, informarse o entretenerse, y también cada vez más porque quieren ser parte de nuevas formas de participación con un sentido de pertenencia. Hoy en día cada vez más la web es usada para sentirse parte de algo y compartir con otros</p></blockquote>
<p> <a href="http://www.atinachile.cl/content/view/38305"><img border="0" width="430" src="http://bligoo.com/media/users/0/10433/images/conferencia_baeza.gif" height="280" /></a></p>
<p>Ricardo lembrou que o próprio conceito do que seja a web vem sofrendo mutações. Deixa-se para trás a idéia de uma web alheia ao usuário para uma que <em>responda</em> àquilo que <strong>o internauta</strong> deseja. Aqui o <em>conteúdo produzido nas margens</em>,  a partir do usuário comum,  passa a protagonizar o que vai se constituir na chamada <strong>web social</strong>, resultado das interações feitas em rede &#8211; &#8220;obra que va mucho más allá de las fotos y videos&#8221;.</p>
<p><strong>Leia mais</strong></p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2006/12/11/david-ugarte-lanca-livro-el-poder-de-las-redes/">11/12/06</a> &#8211; David Ugarte lança livro &#8220;El Poder de las Redes&#8221;</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/01/da-logica-da-centralidade-a-politica-em-redes/">01/06/07</a> &#8211; Da lógica da centralidade à políica em redes</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/">12/06/07</a> &#8211; A produção do imaterial na cidade</p>
<p>Via <a target="_blank" href="http://www.atinachile.cl/content/view/38305/Ricardo_Baeza_Yates_Internet_es_la_nueva_realidad_y_no_algo_diferente_a_ella.html">Atina Chile</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/530/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/530/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/530/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=530&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A produção do imaterial na cidade</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/</link>
		<comments>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 20:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<category><![CDATA[redes]]></category>

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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] Com essa postagem chega ao fim as anotações que fiz durante o seminário. As postagens publicadas sobre o evento foram
21/05 &#8211; &#8220;A fuga das fábricas, o encontro nas redes&#8221;
24/05 &#8211; Internet: &#8220;O gato saiu do saco&#8221;
24/05 &#8211; &#8220;A televisão é controle da subjetividade&#8221;, diz filosófo
24/05 &#8211; &#8220;Com a economia intangível, a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=529&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><u><font color="#ff9900"><strong><font color="#000000">[</font></strong>Seminário A Constituição do Comum</font></u> - <a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>] </strong></font>Com essa postagem chega ao fim as anotações que fiz durante <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br/">o seminário</a>. As postagens publicadas sobre o evento foram</p>
<blockquote><p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">21/05</a> &#8211; &#8220;A fuga das fábricas, o encontro nas redes&#8221;</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/24/internet-o-gato-saiu-do-saco/">24/05</a> &#8211; Internet: &#8220;O gato saiu do saco&#8221;</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/24/%e2%80%9ca-televisao-e-controle-de-subjetividade%e2%80%9d-diz-filosofo/">24/05</a> &#8211; &#8220;A televisão é controle da subjetividade&#8221;, diz filosófo</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/%e2%80%9ccom-a-economia-intangivel-a-identidade-se-torna-algo-em-construcao-aberto-a-mudancas%e2%80%9d-diz-antoine-rebiscoul/">24/05</a> &#8211; &#8220;Com a economia intangível, a identidade se torna algo em construção, aberto a mudanças”, diz Antoine Rebiscoul</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-internet-e-a-utopia-de-que-qualquer-comunica-provoca-midiativista-espanhol/">24/05</a> &#8211; &#8220;A Internet é a utopia de que qualquer um comunica”, provoca midiativista espanhol</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/">25/05</a> &#8211; “A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/seminario-cultura-e-conflitos-no-capitalismo-contemporaneo-via-internet/">25/05</a> &#8211; Seminário “Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo” via internet</p></blockquote>
<p>As anotações que publico agora são das apresentações feitas na quinta-feira. O tema foi &#8220;Dinâmicas metropolitanas e políticas de desenvolvimento&#8221;<span id="more-529"></span></p>
<p><strong>Célio Turino</strong></p>
<p>O que é o comum nesse tempo de profunda intolerância? É  a possibilidade de construir plataformas de entrecruzamento. Pontos de encontro. Plataforma comum de convivência. Nós, enquanto brasileiros, precisamos admitir que falhamos em construir uma escola pública de qualidade &#8211; &#8220;pontos de encontros&#8221;.</p>
<p>É necessário desenvolver soluções que caminhem para a construção do comum. Esapço da almagáma. Entrecruzamento de mapas, culturas e de vozes. O governo vem construindo o programa &#8220;cultura viva&#8221;. O que poderia ser uma redundância. Mas não é. A cultura se burocratiza &#8211; até chegou a achar normal a escravidão.</p>
<p>Buscar construir um espaço onde a cultura tenha um cárater emancipador e não sacralizante. A cultura serve como distinção. É critério pra estabelecer quem está mais legitimado do que o outro. Necessidade de quebrar hierarquias. Romper com o &#8220;aprisionamento do conhecimento&#8221;. A cultura digital não é apenas técnica. É construção de cultura.</p>
<p>Ampliar o acesso aos meios organizados de cultura. Fazer pontos de cultura. Pontos de cultura que nunca recebem apoio do Estado, mas que agora isso vem acontecendo. Existem 400 pontos de cultura no Brasil</p>
<p><strong>Tierry</strong></p>
<p>Cultura da cidade na perspectiva da mutação da cultura. Cidade e território produtivo e essencialmte integrado ao processo de globalização. Importância das cidades portuárias e não dos portos em si &#8211; porque algumas cidades são apenas portos. A cultura da cidade desempenha um papel fundamental.</p>
<ul>
<li>O que faz uma cidade portuária ser importante nesse sentido?</li>
</ul>
<p>Portos como o de Vitória é uma raridade. Como as cidades vão aproveitar esse ganho? Como uma cultura da cidade vai criar uma produtividade?</p>
<p><strong>1ª fase</strong>: Não existe um método comum a todas as cidades para se ligar à globalização. Cada cidade vai ter que encontrar seu próprio método em função de sua própria história. Como captar essas externalidades? Não existe método para isso.</p>
<p>A organização da sociedade não tem nada a ver com o modo industrial. Não temos a mesma hierarquia virtual. As cooperações que surgem não são morganizados e tem muito a ver com o aleatório. Organizar capacidades de cooperação em diversos projetos.</p>
<p><strong>2ª fase</strong> de produção. Instituições funcionais para que cooperem umas com as outras. O porto de Vitória começo a comunicar com a cidade. Esse é o primeiro passo para que a cidade se torne uma estrutura produtiva em si. Todos esses atores se tornam atores de inovação.</p>
<p>A primeira mudança é o problema política cultural é o sentimento de pertencer a sua cidade. A questão é compreender que na era industrial era o Estado quem defendia o interesse nacional. Mas hoje a metrópole <strong>representa um comum</strong>. Isso significa que os atores possum relações totalmente diferentes que possuem relações totalmente diferentes.</p>
<p>Existe uma luta violenta de quem defende o seu interesse em particular mas que ao mesmo tempo precisa agir em torno daquilo que é comum. E isso não se trata de um consenso.</p>
<p>O importante é que nessa metropóle o seu ponto de vista vai ser valorizado. Para ser produtiva a democracia requer muito tempo de disputas e discussões. Não há globalização dos métodos de governar. A cidade portuária de Barcelona vende o seu &#8220;produto de beira-mar&#8221;. As pessoas imaginam que podem comprar esse modelo. Mas essas cidades não se tornam novas Barcelonas. Vende-se o modelo mas não o seu processo e dinâmica democráticos.</p>
<p>Barcelona investe mas também captura fluxos de produção. Isso é cultura metropolitana: entender que existem interesses diversos em circulação e disputa. <strong>O projeto de cidade só se faz pela constituição de um comum. O projeto é para agora</strong>.</p>
<p><strong>Michèle Collin</strong></p>
<p>Continuar na temática de desterritorialização da produção social. A produção não é mais centrada na fábrica, mas está difusa na cidade como um todo. Cidade &#8211; espaço de produção.</p>
<p>Todas as especificidades da cidade vão ser postas em produção. Há vários projetos urbanos tentando reposicionar a cidade na lógica da globalização. Ressignificar a cidade sob o ponto de vista produtivo. Interessa a passagem da cidade industrial para a pós-fordista.</p>
<p>Essas passagens não acontecem com facilidade. Nessa idéia de projeto exitem novos paradigmas para atores sociais na constituição da economia. Novos tipos de especialização. Introduzir essa idéia de governança local da cidade.</p>
<p>Existe uma grande dificuldade em integrar esses novos paradigmas sob o ponto de vista de uma ação propriamente dita. Partindo para a inclusão do urbano na produtividade. Existe uma autonomização da força urbana</p>
<p><strong>Cooperação</strong> &#8211; isso é muito difícil. O que se entende por cooperação é diferente da lógica da constituição do comum discutida nesse seminário &#8211; o que seria ruim. Entendemos cooperação como a atitude de aproveitar as dissenções para fazer um comum.</p>
<p><strong>Importância da especialização</strong> &#8211; no plano urbano temos especialistas extremamente técnicos sem levar em conta a dinâmica dos outros atores locais. Necessidade de confrontar isso.</p>
<p>Gerir do conceito de usuários e criar projetos que valorizem a produtividade da territorialidade. Ver as práticas dos moradores antes de uma arquitetura para não cair na igualdade técnica.</p>
<p>Como criar espaços para que essas subjetividades façam o comum? Esse investimento do espaço público como alogo de socilização é algo central a ser discutido.</p>
<p>Como organizar o espaço público mas que ao mesmo tempo seja um espaço comum, sem que seja uma &#8220;colônia de férias?</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Da lógica da centralidade à politica em redes</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/01/da-logica-da-centralidade-a-politica-em-redes/</link>
		<comments>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/01/da-logica-da-centralidade-a-politica-em-redes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 18:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade virtual]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram indicadas três bibliografias para estruturar o artigo, para a aula sobre web 2.0, que se propõe a analisar um fenômeno das redes virtuais &#8211; a entrega foi adiada para o final do período. [Essa postagem é parte do que já havia escrito].
&#62; Michel Bauwens &#8211; A Economia Política da produção entre Pares 
&#62; Antonio Negri &#8211; A Constituição do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=522&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Foram indicadas três bibliografias para estruturar o artigo, para a aula sobre <strong>web 2.0</strong>, que se propõe a analisar um fenômeno das redes virtuais &#8211; a entrega foi adiada para o final do período. [Essa postagem é parte do que já havia escrito].</p>
<p><strong>&gt;</strong> <a target="_blank" href="http://www.nettime.org/Lists-Archives/nettime-br-0607/msg00000.html">Michel Bauwens</a> &#8211; A Economia Política da produção entre Pares </p>
<p><strong>&gt;</strong> <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/09/a-liberdade-que-constitui/">Antonio Negri</a> &#8211; A Constituição do Comum</p>
<p><strong>&gt;</strong> <a target="_blank" href="http://reposcom.portcom.intercom.org.br/dspace/bitstream/1904/18493/1/R2024-3.pdf">Henrique Antoun</a> &#8211; Democracia, Multidão e Guerra no Ciberespaço</p>
<p>Todos os autores trazem, não mais como uma tese, mas como um dado da realidade para argumentação, que as <strong>redes sociais</strong> representam hoje um <strong>novo sujeito político</strong>.</p>
<p>Citados por Antoun, <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?q=%22Arquilla+e+Ronfeldt%22&amp;hl=pt-BR&amp;lr=lang_pt&amp;start=0&amp;sa=N">Arquilla e Ronfeldt</a> vão dizer, em forma de dúvida retórica</p>
<blockquote><p>As redes parecem ser as próximas formas dominantes de organização – muito depois das tribos, hierarquias e mercados – a chegar ao seu próprio modo de redefinir as sociedades e assim fazendo, a natureza do <strong>conflito e da cooperação</strong>.</p></blockquote>
<p><em>&#8220;A natureza do conflito e da cooperação&#8221;</em> porque seriam esses os fundamentos básicos sobre os quais a internet viria a ser constituída. Antoun vai recuperar então que as</p>
<blockquote><p>Tecnologias informacionais de comunicação (TIC), que constituíram a internet e os sistemas de hipermídia através da comunicação mediada por computador (CMC), teriam uma dupla origem fundada nas necessidades <strong>estratégicas da máquina militar e nos investimentos de desejo de política democrática</strong>.</p></blockquote>
<p>Antoun vai lembrar ainda que embora sejam inteiramente diversos esses dois princípios que regem o uso da rede hoje &#8211; &#8220;tanto na índole quanto no desenvolvimento da argumentação&#8221; teórica desencadeante &#8211; as discussões vão sempre se perguntar sobre<strong> o futuro da cooperação e do conflito</strong> &#8220;na sociedade pós-moderna a partir do advento das redes constituídas pelas TIC e CMC&#8221;.</p>
<p>A discussão sobre <strong>comunidades virtuais</strong>, por um lado, explorariam o poder de cooperação das organizações em rede, enquanto que as <strong>redes de guerra</strong>, por outro, assinalariam a de seu assustador poder de fogo em situações de conflito &#8211; vide o caso da forma de Bin Laden agir em rede no dantesco 11 de setembro. Estes trabalhos, tão contrários entre si, frisa Henrique, nos fazem perguntar se as redes são características de qualquer organização ou se elas são uma<strong> </strong>forma própria de organização  &#8211; que potencializadas pelas TIC e pela CMC &#8211; estaria conquistando suas emancipação na atualidade.</p>
<p>A leitura da íntegra desse artigo de Antoun vai indicar uma contundente aposta na segunda hipótese.</p>
<p><font color="#ff6600">Redes colaborativas<span id="more-522"></span><br />
</font>Michel Bauwens também vai argumentar que a lógica de redes expressa, de forma paradigmática, características bem particulares da maneira como as organizações se estruturam hoje.</p>
<blockquote><p>Desde que Marx identificou nas fábricas industriais de Manchester o modelo da nova sociedade capitalista nunca tinha ocorrido uma transformação tão profunda dos princípios da nossa vida social como a que sucede actualmente.</p></blockquote>
<p>Bauwens constata que à medida em que os sistemas sociais, políticos e econômicos se transformam em <strong>redes distribuídas</strong>, emerge uma nova dinâmica produtiva: o modelo peer to peer <strong>(P2P)</strong>, ponto a ponto, computador por computador. Esse modelo teria o alcance de determinar então toda constituição e maneira de se fazer a política atualmente.</p>
<p>O autor vai sistematizar ainda que essa nova constituição política do presente também provoca um <strong>terceiro modo de produção, de autoridade e de propriedade</strong> visando à participação sem seleção <em>a priori</em> de atores autonômos em relação a qualquer papel de centralidade ou de comando, para além tanto de uma lógica de mercado quanto a de estado.</p>
<p>A dinâmica que daria vida aos processos P2P se caracterizaria pela</p>
<p><strong>- </strong>produção de valor de uso através da cooperação livre entre produtores que têm acesso ao capital distribuído;</p>
<p><strong>- </strong>administração pela comunidade de produtores e não por mecanismos de legitimação de mercado ou de uma hierarquia empresarial (terceiro modo de autoridade);</p>
<p><strong>-</strong> disponibilizar livremente o valor de uso o segundo um princípio de universalidade, através de novos regimes de propriedade comum (&#8220;modo de propriedade distribuída ou entre pares&#8221;).</p>
<p><font color="#ff6600">O conceito de massa em crise</font></p>
<p>A leitura desses artigos dialoga bastante com a temática do <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br">seminário</a> da semana passada aqui em Vitória. Foi Ruth Reis quem deu destaque à questão de que o modelo de comunicação de massa nasceu e entrou em crise ainda no século XX.</p>
<p>Ela fez um pequeno histórico sobre os movimentos pela democratização da comunicação no sentido de ressaltar que essas iniciativas datam de muito tempo, mas que seria inegável que &#8220;a luta reacendeu com uma força fantástica com o advento da internet&#8221;.</p>
<p>Toda a discussão, lembra Ruth, seguia a lógica de uma matriz de massa. &#8220;Tinha que haver uma centralidade (legislação, iniciativa do Estado etc). A digitalização traz uma matriz distribuída. Um novo paradigma que se caracteriza pela horizontabilidade cooperativa&#8221;.</p>
<blockquote><p>Descobrir novas formas de narrativas e de se fazer política se faz necessário. Os modelos anteriores parecem <strong>esgotados</strong>.</p></blockquote>
<p>É por isso que seria fora de realidade debater uma Rede Pública de Televisão &#8211; que repetiria em forma estatal a mesma lógica empresarial de <strong>centralidade</strong> de produzir comunicação e cultura. Acesse mais <a target="_blank" href="http://tv.ufrj.br/tjufrj/">no debate</a> <strong>O Comum para além do Mercado e do Estado &#8211; o embate sobre da TV digital</strong> que aconteceu, pelo seminário A Constituição do Comum, na mesa de segunda à tarde (28/05) no Rio.</p>
<ul>
<li>Acesse a íntegra do artigo em &#8221;<a target="_blank" href="http://polimidia.files.wordpress.com/2007/06/artigo-optativa.doc"><font color="#333333">22/06 </font></a>- A cooperação como elemento constituinte das redes sociais&#8221;</li>
</ul>
<p><strong>Leia também</strong></p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/24/%e2%80%9ca-televisao-e-controle-de-subjetividade%e2%80%9d-diz-filosofo/">24/05</a> &#8211; “A televisão é controle de subjetividade”, diz filósofo</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">21/05</a> &#8211; &#8220;A fuga das fábricas, o encontro das redes&#8221;</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/04/a-opiniao-distribuida-no-mercado-do-dialogo/">04/05</a> &#8211; A opinião distribuída no mercado do diálogo</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/">25/05</a> &#8211; “A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/522/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/522/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=522&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Seminário &#8220;Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo&#8221; via internet</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2007 20:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] - O seminário a Constituição do Comum termina hoje no ES e, nessa ordem, segue para o Rio de Janeiro, Bahia e Pará - saiba mais no site do evento. As palestras programadas para o Rio, entre 28 de maio e 01 de junho, poderão ser acompanhadas ao vivo pelo site do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=519&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><u><font color="#ff9900"><font color="#000000"><strong>[</strong></font>Seminário A Constituição do Comum</font></u> - <a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>]</strong> </font>- O seminário a <strong>Constituição do Comum</strong> termina hoje no ES e, nessa ordem, segue para o Rio de Janeiro, Bahia e Pará - saiba mais no <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br/">site do evento</a>. As palestras programadas para o Rio, entre 28 de maio e 01 de junho, poderão ser acompanhadas <a target="_blank" href="http://tv.ufrj.br/tjufrj/">ao vivo pelo site</a> do Telejornal Online da Escola de comunicação da UFRJ &#8211; os seminários vão está arquivados para livre acesso nesse mesmo endereço.</p>
<p><strong>- </strong>A pauta da manhã de hoje foi &#8220;Programas Públicos de acesso à internet pública: estratégias e parcerias&#8221;. Não pude acompanhar as apresentações, mas a temática deve ter passado por aqui</p>
<blockquote><p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/11/secretario-de-desenvolvimento-de-vitoria-apresenta-projeto-de-acesso-livre-a-internet/">11/04/07</a> &#8211; Vitória organiza projeto de acesso livre à internet</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/09/vitoria-sedia-seminario-internacional-a-constituicao-do-comum/">09/05/07</a> &#8211; Autonomia na produção de comunicação e cultura é tema de seminário</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">21/05/07 </a>- A fuga das fábricas, o encontro nas redes</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/07/linux-para-alem-de-um-software-livre/">07/04/07</a> &#8211; Linux para além de um software livre</p></blockquote>
<p><strong>-</strong> O tema da tarde foi &#8220;Nós a mídia: jornalismo cidadão e o futuro do jornalismo profissional&#8221;. Um <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/04/a-opiniao-distribuida-no-mercado-do-dialogo/">post do blog</a> bem relacionado ao tema é &#8220;A opinião distribuída no mercado do diálogo&#8221;.</p>
<p><strong>-</strong> Ainda tenho<strong> muita coisa</strong> para postar por aqui e quisera eu que a digestão das discussões fosse mais fácil. Em algumas temáticas me senti contemplado e bem a vontade para escrever. Em outros temas, como ativos imateriais na cidade -  um dos assuntos do seminário da quinta-feira &#8211; ainda vou organizar o texto melhor para não ficar uma <em>tradução simultânea</em> mal feita &#8211; me surpreendi com meu interesse pelo tema.</p>
<ul>
<li> Acesse a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/"><font color="#333333">todos os posts</font></a> sobre o seminário publicados por aqui.</li>
</ul>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/519/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/519/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/519/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/519/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/519/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/519/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/519/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/519/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/519/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/519/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/519/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/519/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=519&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;A mudança não passa pela delegação de representação&#8221;, conclui editor da Le Diplomatique</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2007 16:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[sociedade midiatizada]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] - Ainda na manhã de quarta
O editor da Lemonde Diplomatique no Brasil, Antonio Martins, constata que houve uma mudança muita grande na forma de se alcançar o direito de se produzir informação. &#8220;Muito diferente de como se deveria agir há 20 anos atrás, por exemplo&#8221;. Martins usou dessa constatação para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=518&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><font color="#ff9900"><u><strong><font color="#000000">[</font></strong>Seminário A Constituição do Comum</u><font color="#000000"> - </font><a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>] </strong></font></font>- <strong>Ainda na manhã de quarta</strong></p>
<p>O editor da <a target="_blank" href="http://diplo.uol.com.br/">Lemonde Diplomatique</a> no Brasil, <strong>Antonio Martins</strong>, constata que houve uma mudança muita grande na forma de se alcançar o direito de se produzir informação. &#8220;Muito diferente de como se deveria agir há 20 anos atrás, por exemplo&#8221;. Martins usou dessa constatação para dizer que é necessário pensar então em novas formas de emancipação sóciocomunicativa.</p>
<blockquote><p>Projetos que realcem a ação autonôma implica responsabilidades maiores. Autonomia para enxergar novas formas de luta.</p></blockquote>
<p>Essa conquista do direito à comunicação não passa mais &#8211; como nunca viria a se passar, mas o contexto político hoje grita isso &#8211; por uma centralização dos meios de se produzir comunicação, &#8211; um verdadeiro crtl c crttl v do modelo tradicional a que tanto a chamada <em>esquerda</em> viria a contestar &#8211; ou seja, muito pensamento a partir do que já está proposto e nada de <strong>autonomia de pensamento político</strong>. &#8220;Querer enfrentar os veículos de comunicação era quase sempre uma batalha perdida&#8221;, reconhece catarticamente.</p>
<p>Martins vai argumentar que <strong>a internet</strong> traz uma <strong>realidade alternativa e não dialética</strong> &#8211; o que também não significaria afirmar que ela represente uma panacéia. &#8220;As pessoas deixam a TV e passam então a valorizar as múltiplas possibilidades da internet.&#8221;</p>
<p>Impossível não citar aqui <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22Derrick+de+Kerckhove%22&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=lr%3Dlang_pt"><font color="#333333">Derrick de Kerckhove</font></a> quando diz<span id="more-518"></span> </p>
<blockquote><p>A luta política hoje não se fará entre entre direita e esquerda, mas entre quem vê televisão sem uma resposta e quem adere a Net com uma informação muito mais completa e que todos podem gerir e alimentar.</p></blockquote>
<p>Uma outra <strong>mudança estrutural</strong> do modo de se fazer política seria desencadeada a partir dos <strong>movimentos zapatistas, de Seatle e fóruns sociais mundiais</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://2007mayday.wordpress.com/2007/04/02/auto-organizacao-da-inteligencia-coletiva-global-uma-estrategia-para-o-movimento-pos-seattle-genova-por-franco-berardi-bifo/">ver texto</a> &#8216;Auto-Organização da Inteligência Coletiva Global &#8211; Uma estratégia para o movimento pós-Seattle-Gênova por Franco Berardi (Bifo)&#8221;. &#8220;Ela [mudança] caminha no sentido de que seja esgotada a supremacia do lucro sobre o direito&#8221;.</p>
<blockquote><p>A questão, para Martins, não é a de negar o capitalismo. É colocar na mesa de discussão novos valores</p></blockquote>
<p>Ele diz não acreditar que a mudança aconteça em um dia a ser aguardado, bem ao estilo de um golpe ou coisa parecida - nesse momento esperava que ele dissesse &#8220;A hora é essa!&#8221;. Martins cita o exemplo do movimento <em>software livre</em> para reafirmar que os movimentos sociais têm que ser mais propositivos &#8211; não resisti, minha memória religiosa me trouxe essa palavra &#8220;Levanta-te, vem para o meio&#8221;. Até pela narrativa bíblica, a cura, seja lá do que e operada por quem, só vem quando se pede e se <strong>busca insistentemente</strong>. Amém!</p>
<p>A possibilidade de mudança, mensageia Antonio Martins, não é feita pela delegação de representação. &#8220;Ela está em ações cotidianas. Do mínimo ao máximo.&#8221;</p>
<p>Amém!</p>
<ul>
<li> Acesse a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/"><font color="#333333">todos os posts</font></a> sobre o seminário publicados por aqui.</li>
</ul>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/518/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/518/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/518/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/518/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/518/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/518/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/518/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/518/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/518/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/518/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/518/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/518/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=518&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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