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	<title>Polimidia - mudei para http://polimidia.blog.br &#187; inclusão digital</title>
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		<title>Polimidia - mudei para http://polimidia.blog.br &#187; inclusão digital</title>
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		<title>&#8220;Temos muitas possibilidades, mas pouca vontade de agir&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 15:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-gov]]></category>
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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] As palestras da parte da manhã devem ter acabado agora. Talvez, por essa última edição do seminário ter menos dias, dois a menos do de Vitória, por exemplo, se tem vários temas para serem colacados na mesa já no primeiro dia de evento. A programação tá lá no site [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=596&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><u><strong>[</strong><font color="#ff9900">Seminário A Constituição do Comum</font></u><font color="#ff9900"> - </font><a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><strong>] </strong>As palestras da parte da manhã devem ter acabado agora. Talvez, por essa última edição do seminário ter menos dias, dois a menos do de Vitória, por exemplo, se tem vários temas para serem colacados na mesa já no primeiro dia de evento. A programação <a target="_blank" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=29685&amp;more=1&amp;c=1&amp;pb=1">tá lá no site</a> do Ministério da Cultura &#8211; <em>novas tecnologias de comunicação e informação, economia do conhecimento, políticas de comunicação e informação e inclusão digital</em>.</p>
<p>Mas muita calma nessa hora. As discussões apresentadas nas mesas desta e das outras três edições do seminário serão publicadas em livro e na <a target="_blank" href="http://www.universidadenomade.org.br/global.shtml">revista Global/Brasil</a>. Assim talvez seja mais fácil digerir, com rabiscos, anotações e leituras mais pausadas, as idéias apresentadas que, só aqui em Vitória, contou com <a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/os-palestrantes/">30 palestrantes</a>.</p>
<p>Em horários diferentes, dois professores daqui da Ufes, <a target="_blank" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=N209779">Fábio Malini</a>, pela manhã, e <a target="_blank" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4775977E6">José Antonio Martinuzzo</a>, pela tarde, participam hoje como palestrantes.</p>
<p>Essa mini-entrevista foi feita por email com Martinuzzo ainda no sábado. De tudo o que foi programado para esse primeiro dia, ele vai palestrar sobre políticas de informação e comunicação com enfoque para o e-gov:<span id="more-596"></span></p>
<p><strong>1. <em>Em que medida o exercício de uma &#8220;Constituição do Comum&#8221; é inovador em prática/projeto política?</em></strong></p>
<p>Vivemos uma nova realidade em termos de relações socioeconômicas, culturais e políticas. O uso intensivo de tecnologias de comunicação e informação e capitalismo global são algumas das marcas desse tempo, que exige novas formas de atuação e articulação política.</p>
<p>Novas oportunidades e desafios se colocam em todos os aspectos de nossa vida, numa realidade ainda crivada por velhos problemas, como empobrecimento, violências, fome, miséria, analfabetismo, mortalidades, guerras, desamor, falta de compaixão&#8230; Quem sabe, nesse mix de novidades e heranças, boas e ruins, um novo movimento de emancipação coletiva se constitua para mudar a feição da vida? É preciso, como demarcou <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antonio_Gramsci">Gramsci</a>, unir o <strong>pessimismo da razão com a esperança da vontade.</strong></p>
<p><strong>2. <em>Por que a produção comunicacional parece adquirir papel de centralidade nesse projeto?</em></strong></p>
<p>Mesmo na vivência mais cotidiana, vivemos um intenso processo de troca ou acesso a conteúdos comunicacionais. Publicidade, jornalismo, entretenimento, mensagens eletrônicas etc. etc. As teias comunicacionais articulam um modo diferente de viver nestes tempos de velocidades, novidades, links, interfaces, consumismo, hipervalorização da imagem&#8230; Se em nenhum tempo da nossa história se pôde fazer política sem comunicação, muito menos agora. Resta dizer que o <strong>processo de comunicação</strong> <strong>contemporâneo</strong> diferencia-se também por sua <strong>complexidade</strong>.</p>
<blockquote><p>Em seu <a target="_blank" href="http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1591"><font color="#333333">mestrado</font></a> e <a target="_blank" href="http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_arquivos/28/TDE-2007-03-12T131719Z-672/Publico/Tese_Martinuzzo.pdf"><font color="#333333">doutorado</font></a>, ele estudou o modo como tem se sido as práticas dos governos no uso da internet, o chamado Governo Eletrônico. No mestrado “<em>A política na rede &#8211; tecnologias de comunicação e reprodução do paradigma de mercado</em>“ ele se dedicou à análise do site de prefeituras e no doutorado a temática se extendeu ao estudo dos governos que compõem o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) &#8211; “<em>Comunicação, Novas Tecnologias e Informacionalização da Política: o Governo Eletrônico no Mercosul&#8221;.</em></p></blockquote>
<p><strong>3. <em>Até que ponto as TICs [teconogias de comunicação e informação] vem sendo usadas pelos movimentos sociais como instrumento de mobilização política? Quais os principais avanços e desafios podem ser identificados?</em></strong></p>
<p><!-- D(["mb","  \u003cdiv\&amp;gt;Creio que as TICs sejam potencialmente revolucionárias na capacidade de dispor conteúdos para além da pauta hegemônica, conectar pessoas mundo afora, reforçar comunidades, contradizer &quot;verdades&quot;, articular movimentos etc. Mas acho que vivemos um paradoxo: temos muitas possibilidades de ação, mas pouca vontade de agir. Parece-me que falta projeto de transformação maioria capaz de mobilizar. Vive-se um desencanto com a política de verdade, aquela, nas palavras de Milton Santos, capaz de pensar as mudanças e criar as condições de torná-las efetivas. Esse déficit gera a pauta da &quot;política da vida&quot; (Bauman), em que a nossa agenda é sobreviver, cuidar do próprio destino, como se fosse possível estar insulado num oceano de problemas coletivos. De qualquer maneira, toda revolução só se faz\n por processo e por educação. Ter tecnologias que somam e potencializam esse projeto já é algo a se destacar. Ter movimentos sociais e articulações várias usufruindo dessas tecnologias é um bom sinal. É mostra de que em uma realidade hegemônica renovada em suas estratégias, novos caminhos contra-hegemônicos se estabelecem.\u003c/div\&amp;gt;  \u003cdiv\&amp;gt; \u003c/div\&amp;gt;  \u003cdiv\&amp;gt;4. Qual papel o e-gov pode ter na prática da &quot;Constituição do Comum&quot; e, em que medida, isso vem acontecendo de fato?\u003c/div\&amp;gt;  \u003cdiv\&amp;gt; \u003c/div\&amp;gt;  \u003cdiv\&amp;gt;O e-gov é a porção digital da ação político-governamental, evidenciada, no mais das vezes, pelos portais públicos. Infelizmente, usam-se novas tecnologias para reproduzir velhos paradigmas de clientelismo e propagandismo político-eleitoreiro, somado a novidades como cidadãos-clientes, criadas pelo ideário neoliberal. A sociedade civil ainda não observa as possibilidades das TICs para reconstruir a relação sociedade-governo. Enquanto isso, o conservadorismo vai fazendo\n cultura de governança eletrônica para manter o status quo.\u003c/div\&amp;gt;\u003cp\&amp;gt; \n\n\n      Flickr agora em português. Você clica, todo mundo vê. \u003ca href\u003d\"http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/flickr/*http://www.flickr.com.br/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&amp;gt;",1] );  //-->Creio que as TICs sejam potencialmente revolucionárias na capacidade de dispor conteúdos para além da pauta hegemônica, conectar pessoas mundo afora, reforçar comunidades, contradizer &#8220;verdades&#8221;, articular movimentos etc. <strong>Mas acho que vivemos um paradoxo: temos muitas possibilidades de ação, mas pouca vontade de agir</strong>. Parece-me que falta projeto de transformação capaz de mobilizar a maioria. Vive-se um desencanto com a política de verdade, aquela, nas palavras de <a target="_blank" href="http://www.direitos.org.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=2324&amp;Itemid=25">Milton Santos</a>, capaz de pensar as mudanças e criar as condições de torná-las efetivas.</p>
<p><img border="0" src="http://bp2.blogger.com/_UKEA8ntsS40/RvkinExvNPI/AAAAAAAAACc/ool_IN8STOo/s320/bauman.JPG" style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" /></p>
<p>Esse déficit gera a pauta da &#8220;política da vida&#8221; (<a target="_blank" href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=58721">Bauman</a>), em que a nossa agenda é sobreviver, cuidar do próprio destino, como se fosse possível estar insulado num oceano de problemas coletivos. De qualquer maneira, toda revolução só se faz por processo e por educação. Ter tecnologias que somam e potencializam esse projeto já é algo a se destacar. Ter movimentos sociais e articulações várias usufruindo dessas tecnologias é um bom sinal. É mostra de que em uma realidade hegemônica renovada em suas estratégias, novos caminhos contra-hegemônicos se estabelecem.</p>
<p><strong>4. <em>Qual papel o e-gov pode ter na prática da &#8220;Constituição do Comum&#8221; e, em que medida, isso vem acontecendo de fato?</em></strong></p>
<p>O e-gov é a porção digital da ação político-governamental, evidenciada, no mais das vezes, pelos portais públicos. Infelizmente, usam-se novas tecnologias para reproduzir velhos paradigmas de clientelismo e propagandismo político-eleitoreiro, somado a novidades como cidadãos-clientes, criadas pelo ideário neoliberal. <strong>A sociedade civil ainda não observa as possibilidades das TICs para reconstruir a relação sociedade-governo</strong>. Enquanto isso, o conservadorismo vai fazendo cultura de governança eletrônica para manter o status quo.</p>
<p><strong>Acesse também</strong></p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/09/24/quando-a-subjetividade-deu-sentido-as-maquinas/">24/09</a> &#8211; Quando a subjetividade deu sentido às máquinas</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/596/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/596/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/596/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/596/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/596/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/596/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/596/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/596/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/596/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/596/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/596/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/596/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=596&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>ES volta a debater Rede Pública de Televisão</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/07/06/estado-volta-a-debater-rede-publica-de-televisao/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 16:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Cultura da Assembléia Legislativa e a Rede de Comunicação e Articulação Popular (Recapes) organizam para a próxima semana um debate sobre o tema das &#8220;Redes de TVs Públicas no Brasil&#8221; &#8211; o convidado é o presidente  da Radiobrás, José Roberto Garcez. Também participam representantes da TVE, TV Assembléia e TVs Universitárias.
Os organizadores contam que o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=546&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>A <strong>Comissão de Cultura</strong> da Assembléia Legislativa<strong> </strong>e a<strong> Rede de Comunicação e Articulação Popular</strong> (<a target="_blank" href="http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/RedePopular/WebHome">Recapes</a>) organizam para a próxima semana um debate sobre o tema das &#8220;<strong>Redes de TVs Públicas no Brasil</strong>&#8221; &#8211; o convidado é o presidente  da Radiobrás, <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22Jos%C3%A9+Roberto+Garcez%22&amp;meta=">José Roberto Garcez</a>. Também participam representantes da TVE, TV Assembléia e TVs Universitárias.</p>
<p>Os organizadores contam que o objetivo é o de iniciar um diálogo com a sociedade capixaba e seus movimentos organizados sobre TV Pública e como se dará a implantação, a gestão e o financiamento deste novo sistema de comunicação no país e no Estado.</p>
<p> <img border="0" src="http://bp0.blogger.com/_UPcFzOH3hXw/RpFNV6YK0zI/AAAAAAAAAGc/0mDLI7f9TSE/s320/convitetvpublica.jpg" style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" /></p>
<p>O evento acontece no dia  12 de Julho/07, quinta-feira, 9 h, Plenário da Assembléia Legislativa, e é aberto ao público.</p>
<p align="center"><strong>A democratização por uma perspectiva diferente</strong></p>
<p>Esse tipo de discussão também esteve presente no seminário que aconteceu em maio na Estação Porto &#8211; <strong>A Constituição do Comum &#8211; a produção de comunicação e cultura na cidade </strong>(<a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/">posts do blog</a> sobre o evento). A tese foi a de que &#8220;os sistemas sociais, econômicos e políticos vem se transformando em redes distribuídas&#8221; e, como tal, a realidade e as estratégias de ação devem ser projetadas dessa forma.</p>
<p>Na versão <a target="_blank" href="http://ocomum.com.br/">do seminário</a> que aconteceu aqui em Vitória foi a professora Ruth Reis, na mesa <strong>Desafios para a democratização da mídia</strong>, quem mencionou diretamente a questão de que “o modelo de comunicação de massa nasceu e entrou em crise ainda no século XX”.</p>
<p>Ela fez um rápido resgate sobre os movimentos pela democratização da comunicação no sentido de ressaltar que essas iniciativas datam de muito tempo, mas que seria inegável que “a luta reacendeu com uma força fantástica com o advento da internet”.</p>
<p>Toda a discussão anterior, sublinhou Ruth, seguia, e pelo visto ainda segue muito de perto, a lógica de uma matriz de massa. “Tinha que haver uma centralidade (legislação, iniciativa do Estado etc). A digitalização traz uma matriz distribuída”. Um novo paradigma que se caracteriza pela horizontabilidade cooperativa.</p>
<p>Agora, no que foi o delineamento marcante do seminário, se faz necessário descobrir novas formas de narrativas e de se fazer política. Uma vez que “os modelos anteriores parecem esgotados”.</p>
<p>Um exemplo irrecusável para aplicação dessa discussão caminha em direção do que Michel Bauwens <a target="_blank" href="http://www.nettime.org/Lists-Archives/nettime-br-0607/msg00000.html">argumenta em seu artigo</a> &#8220;A Economia Política da Produção entre Pares&#8221;. Seria fora da nova realidade que está se configurando a partir da <strong>constituição de redes</strong> debater uma Rede Pública de Televisão nos moldes como a discussão bem sendo apresentada. O modelo público repetiria em <strong>forma estatal</strong> a mesma <strong>lógica empresarial</strong> de <strong>centralidade</strong> &#8220;esgotada&#8221; de produzir comunicação e cultura.</p>
<p>A discussão em torno desse tema ficou vem mais demarcada na versão desse mesmo seminário que aconteceu no Rio de Janeiro &#8211; assista &#8220;O Comum, para além do Mercado e do Estado &#8211; O Embate da TV Digital&#8221; <a target="_blank" href="void(playVideo('comum_28_05_03.ram'))">disponível no site</a> da UFRJ.</p>
<p><strong>Leia também</strong></p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/07/02/seminario-a-virtualidade-da-comunicacao-horizontal/">02/07</a> &#8211; Seminário &#8211; A virtualidade da comuniação horizontal</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.files.wordpress.com/2007/06/artigo-optativa.doc">22/06 </a>- A cooperação como elemento constituinte das redes sociais</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/546/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/546/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/546/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=546&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A produção do imaterial na cidade</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/</link>
		<comments>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 20:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] Com essa postagem chega ao fim as anotações que fiz durante o seminário. As postagens publicadas sobre o evento foram
21/05 &#8211; &#8220;A fuga das fábricas, o encontro nas redes&#8221;
24/05 &#8211; Internet: &#8220;O gato saiu do saco&#8221;
24/05 &#8211; &#8220;A televisão é controle da subjetividade&#8221;, diz filosófo
24/05 &#8211; &#8220;Com a economia intangível, a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=529&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><u><font color="#ff9900"><strong><font color="#000000">[</font></strong>Seminário A Constituição do Comum</font></u> - <a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>] </strong></font>Com essa postagem chega ao fim as anotações que fiz durante <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br/">o seminário</a>. As postagens publicadas sobre o evento foram</p>
<blockquote><p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">21/05</a> &#8211; &#8220;A fuga das fábricas, o encontro nas redes&#8221;</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/24/internet-o-gato-saiu-do-saco/">24/05</a> &#8211; Internet: &#8220;O gato saiu do saco&#8221;</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/24/%e2%80%9ca-televisao-e-controle-de-subjetividade%e2%80%9d-diz-filosofo/">24/05</a> &#8211; &#8220;A televisão é controle da subjetividade&#8221;, diz filosófo</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/%e2%80%9ccom-a-economia-intangivel-a-identidade-se-torna-algo-em-construcao-aberto-a-mudancas%e2%80%9d-diz-antoine-rebiscoul/">24/05</a> &#8211; &#8220;Com a economia intangível, a identidade se torna algo em construção, aberto a mudanças”, diz Antoine Rebiscoul</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-internet-e-a-utopia-de-que-qualquer-comunica-provoca-midiativista-espanhol/">24/05</a> &#8211; &#8220;A Internet é a utopia de que qualquer um comunica”, provoca midiativista espanhol</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/">25/05</a> &#8211; “A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/seminario-cultura-e-conflitos-no-capitalismo-contemporaneo-via-internet/">25/05</a> &#8211; Seminário “Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo” via internet</p></blockquote>
<p>As anotações que publico agora são das apresentações feitas na quinta-feira. O tema foi &#8220;Dinâmicas metropolitanas e políticas de desenvolvimento&#8221;<span id="more-529"></span></p>
<p><strong>Célio Turino</strong></p>
<p>O que é o comum nesse tempo de profunda intolerância? É  a possibilidade de construir plataformas de entrecruzamento. Pontos de encontro. Plataforma comum de convivência. Nós, enquanto brasileiros, precisamos admitir que falhamos em construir uma escola pública de qualidade &#8211; &#8220;pontos de encontros&#8221;.</p>
<p>É necessário desenvolver soluções que caminhem para a construção do comum. Esapço da almagáma. Entrecruzamento de mapas, culturas e de vozes. O governo vem construindo o programa &#8220;cultura viva&#8221;. O que poderia ser uma redundância. Mas não é. A cultura se burocratiza &#8211; até chegou a achar normal a escravidão.</p>
<p>Buscar construir um espaço onde a cultura tenha um cárater emancipador e não sacralizante. A cultura serve como distinção. É critério pra estabelecer quem está mais legitimado do que o outro. Necessidade de quebrar hierarquias. Romper com o &#8220;aprisionamento do conhecimento&#8221;. A cultura digital não é apenas técnica. É construção de cultura.</p>
<p>Ampliar o acesso aos meios organizados de cultura. Fazer pontos de cultura. Pontos de cultura que nunca recebem apoio do Estado, mas que agora isso vem acontecendo. Existem 400 pontos de cultura no Brasil</p>
<p><strong>Tierry</strong></p>
<p>Cultura da cidade na perspectiva da mutação da cultura. Cidade e território produtivo e essencialmte integrado ao processo de globalização. Importância das cidades portuárias e não dos portos em si &#8211; porque algumas cidades são apenas portos. A cultura da cidade desempenha um papel fundamental.</p>
<ul>
<li>O que faz uma cidade portuária ser importante nesse sentido?</li>
</ul>
<p>Portos como o de Vitória é uma raridade. Como as cidades vão aproveitar esse ganho? Como uma cultura da cidade vai criar uma produtividade?</p>
<p><strong>1ª fase</strong>: Não existe um método comum a todas as cidades para se ligar à globalização. Cada cidade vai ter que encontrar seu próprio método em função de sua própria história. Como captar essas externalidades? Não existe método para isso.</p>
<p>A organização da sociedade não tem nada a ver com o modo industrial. Não temos a mesma hierarquia virtual. As cooperações que surgem não são morganizados e tem muito a ver com o aleatório. Organizar capacidades de cooperação em diversos projetos.</p>
<p><strong>2ª fase</strong> de produção. Instituições funcionais para que cooperem umas com as outras. O porto de Vitória começo a comunicar com a cidade. Esse é o primeiro passo para que a cidade se torne uma estrutura produtiva em si. Todos esses atores se tornam atores de inovação.</p>
<p>A primeira mudança é o problema política cultural é o sentimento de pertencer a sua cidade. A questão é compreender que na era industrial era o Estado quem defendia o interesse nacional. Mas hoje a metrópole <strong>representa um comum</strong>. Isso significa que os atores possum relações totalmente diferentes que possuem relações totalmente diferentes.</p>
<p>Existe uma luta violenta de quem defende o seu interesse em particular mas que ao mesmo tempo precisa agir em torno daquilo que é comum. E isso não se trata de um consenso.</p>
<p>O importante é que nessa metropóle o seu ponto de vista vai ser valorizado. Para ser produtiva a democracia requer muito tempo de disputas e discussões. Não há globalização dos métodos de governar. A cidade portuária de Barcelona vende o seu &#8220;produto de beira-mar&#8221;. As pessoas imaginam que podem comprar esse modelo. Mas essas cidades não se tornam novas Barcelonas. Vende-se o modelo mas não o seu processo e dinâmica democráticos.</p>
<p>Barcelona investe mas também captura fluxos de produção. Isso é cultura metropolitana: entender que existem interesses diversos em circulação e disputa. <strong>O projeto de cidade só se faz pela constituição de um comum. O projeto é para agora</strong>.</p>
<p><strong>Michèle Collin</strong></p>
<p>Continuar na temática de desterritorialização da produção social. A produção não é mais centrada na fábrica, mas está difusa na cidade como um todo. Cidade &#8211; espaço de produção.</p>
<p>Todas as especificidades da cidade vão ser postas em produção. Há vários projetos urbanos tentando reposicionar a cidade na lógica da globalização. Ressignificar a cidade sob o ponto de vista produtivo. Interessa a passagem da cidade industrial para a pós-fordista.</p>
<p>Essas passagens não acontecem com facilidade. Nessa idéia de projeto exitem novos paradigmas para atores sociais na constituição da economia. Novos tipos de especialização. Introduzir essa idéia de governança local da cidade.</p>
<p>Existe uma grande dificuldade em integrar esses novos paradigmas sob o ponto de vista de uma ação propriamente dita. Partindo para a inclusão do urbano na produtividade. Existe uma autonomização da força urbana</p>
<p><strong>Cooperação</strong> &#8211; isso é muito difícil. O que se entende por cooperação é diferente da lógica da constituição do comum discutida nesse seminário &#8211; o que seria ruim. Entendemos cooperação como a atitude de aproveitar as dissenções para fazer um comum.</p>
<p><strong>Importância da especialização</strong> &#8211; no plano urbano temos especialistas extremamente técnicos sem levar em conta a dinâmica dos outros atores locais. Necessidade de confrontar isso.</p>
<p>Gerir do conceito de usuários e criar projetos que valorizem a produtividade da territorialidade. Ver as práticas dos moradores antes de uma arquitetura para não cair na igualdade técnica.</p>
<p>Como criar espaços para que essas subjetividades façam o comum? Esse investimento do espaço público como alogo de socilização é algo central a ser discutido.</p>
<p>Como organizar o espaço público mas que ao mesmo tempo seja um espaço comum, sem que seja uma &#8220;colônia de férias?</p>
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		<title>Da lógica da centralidade à politica em redes</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/01/da-logica-da-centralidade-a-politica-em-redes/</link>
		<comments>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/01/da-logica-da-centralidade-a-politica-em-redes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 18:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade virtual]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[eventos/debates]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ufes]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram indicadas três bibliografias para estruturar o artigo, para a aula sobre web 2.0, que se propõe a analisar um fenômeno das redes virtuais &#8211; a entrega foi adiada para o final do período. [Essa postagem é parte do que já havia escrito].
&#62; Michel Bauwens &#8211; A Economia Política da produção entre Pares 
&#62; Antonio Negri &#8211; A Constituição do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=522&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Foram indicadas três bibliografias para estruturar o artigo, para a aula sobre <strong>web 2.0</strong>, que se propõe a analisar um fenômeno das redes virtuais &#8211; a entrega foi adiada para o final do período. [Essa postagem é parte do que já havia escrito].</p>
<p><strong>&gt;</strong> <a target="_blank" href="http://www.nettime.org/Lists-Archives/nettime-br-0607/msg00000.html">Michel Bauwens</a> &#8211; A Economia Política da produção entre Pares </p>
<p><strong>&gt;</strong> <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/09/a-liberdade-que-constitui/">Antonio Negri</a> &#8211; A Constituição do Comum</p>
<p><strong>&gt;</strong> <a target="_blank" href="http://reposcom.portcom.intercom.org.br/dspace/bitstream/1904/18493/1/R2024-3.pdf">Henrique Antoun</a> &#8211; Democracia, Multidão e Guerra no Ciberespaço</p>
<p>Todos os autores trazem, não mais como uma tese, mas como um dado da realidade para argumentação, que as <strong>redes sociais</strong> representam hoje um <strong>novo sujeito político</strong>.</p>
<p>Citados por Antoun, <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?q=%22Arquilla+e+Ronfeldt%22&amp;hl=pt-BR&amp;lr=lang_pt&amp;start=0&amp;sa=N">Arquilla e Ronfeldt</a> vão dizer, em forma de dúvida retórica</p>
<blockquote><p>As redes parecem ser as próximas formas dominantes de organização – muito depois das tribos, hierarquias e mercados – a chegar ao seu próprio modo de redefinir as sociedades e assim fazendo, a natureza do <strong>conflito e da cooperação</strong>.</p></blockquote>
<p><em>&#8220;A natureza do conflito e da cooperação&#8221;</em> porque seriam esses os fundamentos básicos sobre os quais a internet viria a ser constituída. Antoun vai recuperar então que as</p>
<blockquote><p>Tecnologias informacionais de comunicação (TIC), que constituíram a internet e os sistemas de hipermídia através da comunicação mediada por computador (CMC), teriam uma dupla origem fundada nas necessidades <strong>estratégicas da máquina militar e nos investimentos de desejo de política democrática</strong>.</p></blockquote>
<p>Antoun vai lembrar ainda que embora sejam inteiramente diversos esses dois princípios que regem o uso da rede hoje &#8211; &#8220;tanto na índole quanto no desenvolvimento da argumentação&#8221; teórica desencadeante &#8211; as discussões vão sempre se perguntar sobre<strong> o futuro da cooperação e do conflito</strong> &#8220;na sociedade pós-moderna a partir do advento das redes constituídas pelas TIC e CMC&#8221;.</p>
<p>A discussão sobre <strong>comunidades virtuais</strong>, por um lado, explorariam o poder de cooperação das organizações em rede, enquanto que as <strong>redes de guerra</strong>, por outro, assinalariam a de seu assustador poder de fogo em situações de conflito &#8211; vide o caso da forma de Bin Laden agir em rede no dantesco 11 de setembro. Estes trabalhos, tão contrários entre si, frisa Henrique, nos fazem perguntar se as redes são características de qualquer organização ou se elas são uma<strong> </strong>forma própria de organização  &#8211; que potencializadas pelas TIC e pela CMC &#8211; estaria conquistando suas emancipação na atualidade.</p>
<p>A leitura da íntegra desse artigo de Antoun vai indicar uma contundente aposta na segunda hipótese.</p>
<p><font color="#ff6600">Redes colaborativas<span id="more-522"></span><br />
</font>Michel Bauwens também vai argumentar que a lógica de redes expressa, de forma paradigmática, características bem particulares da maneira como as organizações se estruturam hoje.</p>
<blockquote><p>Desde que Marx identificou nas fábricas industriais de Manchester o modelo da nova sociedade capitalista nunca tinha ocorrido uma transformação tão profunda dos princípios da nossa vida social como a que sucede actualmente.</p></blockquote>
<p>Bauwens constata que à medida em que os sistemas sociais, políticos e econômicos se transformam em <strong>redes distribuídas</strong>, emerge uma nova dinâmica produtiva: o modelo peer to peer <strong>(P2P)</strong>, ponto a ponto, computador por computador. Esse modelo teria o alcance de determinar então toda constituição e maneira de se fazer a política atualmente.</p>
<p>O autor vai sistematizar ainda que essa nova constituição política do presente também provoca um <strong>terceiro modo de produção, de autoridade e de propriedade</strong> visando à participação sem seleção <em>a priori</em> de atores autonômos em relação a qualquer papel de centralidade ou de comando, para além tanto de uma lógica de mercado quanto a de estado.</p>
<p>A dinâmica que daria vida aos processos P2P se caracterizaria pela</p>
<p><strong>- </strong>produção de valor de uso através da cooperação livre entre produtores que têm acesso ao capital distribuído;</p>
<p><strong>- </strong>administração pela comunidade de produtores e não por mecanismos de legitimação de mercado ou de uma hierarquia empresarial (terceiro modo de autoridade);</p>
<p><strong>-</strong> disponibilizar livremente o valor de uso o segundo um princípio de universalidade, através de novos regimes de propriedade comum (&#8220;modo de propriedade distribuída ou entre pares&#8221;).</p>
<p><font color="#ff6600">O conceito de massa em crise</font></p>
<p>A leitura desses artigos dialoga bastante com a temática do <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br">seminário</a> da semana passada aqui em Vitória. Foi Ruth Reis quem deu destaque à questão de que o modelo de comunicação de massa nasceu e entrou em crise ainda no século XX.</p>
<p>Ela fez um pequeno histórico sobre os movimentos pela democratização da comunicação no sentido de ressaltar que essas iniciativas datam de muito tempo, mas que seria inegável que &#8220;a luta reacendeu com uma força fantástica com o advento da internet&#8221;.</p>
<p>Toda a discussão, lembra Ruth, seguia a lógica de uma matriz de massa. &#8220;Tinha que haver uma centralidade (legislação, iniciativa do Estado etc). A digitalização traz uma matriz distribuída. Um novo paradigma que se caracteriza pela horizontabilidade cooperativa&#8221;.</p>
<blockquote><p>Descobrir novas formas de narrativas e de se fazer política se faz necessário. Os modelos anteriores parecem <strong>esgotados</strong>.</p></blockquote>
<p>É por isso que seria fora de realidade debater uma Rede Pública de Televisão &#8211; que repetiria em forma estatal a mesma lógica empresarial de <strong>centralidade</strong> de produzir comunicação e cultura. Acesse mais <a target="_blank" href="http://tv.ufrj.br/tjufrj/">no debate</a> <strong>O Comum para além do Mercado e do Estado &#8211; o embate sobre da TV digital</strong> que aconteceu, pelo seminário A Constituição do Comum, na mesa de segunda à tarde (28/05) no Rio.</p>
<ul>
<li>Acesse a íntegra do artigo em &#8221;<a target="_blank" href="http://polimidia.files.wordpress.com/2007/06/artigo-optativa.doc"><font color="#333333">22/06 </font></a>- A cooperação como elemento constituinte das redes sociais&#8221;</li>
</ul>
<p><strong>Leia também</strong></p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/24/%e2%80%9ca-televisao-e-controle-de-subjetividade%e2%80%9d-diz-filosofo/">24/05</a> &#8211; “A televisão é controle de subjetividade”, diz filósofo</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">21/05</a> &#8211; &#8220;A fuga das fábricas, o encontro das redes&#8221;</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/04/a-opiniao-distribuida-no-mercado-do-dialogo/">04/05</a> &#8211; A opinião distribuída no mercado do diálogo</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/">25/05</a> &#8211; “A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/522/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/522/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=522&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Seminário &#8220;Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo&#8221; via internet</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2007 20:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] - O seminário a Constituição do Comum termina hoje no ES e, nessa ordem, segue para o Rio de Janeiro, Bahia e Pará - saiba mais no site do evento. As palestras programadas para o Rio, entre 28 de maio e 01 de junho, poderão ser acompanhadas ao vivo pelo site do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=519&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><u><font color="#ff9900"><font color="#000000"><strong>[</strong></font>Seminário A Constituição do Comum</font></u> - <a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>]</strong> </font>- O seminário a <strong>Constituição do Comum</strong> termina hoje no ES e, nessa ordem, segue para o Rio de Janeiro, Bahia e Pará - saiba mais no <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br/">site do evento</a>. As palestras programadas para o Rio, entre 28 de maio e 01 de junho, poderão ser acompanhadas <a target="_blank" href="http://tv.ufrj.br/tjufrj/">ao vivo pelo site</a> do Telejornal Online da Escola de comunicação da UFRJ &#8211; os seminários vão está arquivados para livre acesso nesse mesmo endereço.</p>
<p><strong>- </strong>A pauta da manhã de hoje foi &#8220;Programas Públicos de acesso à internet pública: estratégias e parcerias&#8221;. Não pude acompanhar as apresentações, mas a temática deve ter passado por aqui</p>
<blockquote><p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/11/secretario-de-desenvolvimento-de-vitoria-apresenta-projeto-de-acesso-livre-a-internet/">11/04/07</a> &#8211; Vitória organiza projeto de acesso livre à internet</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/09/vitoria-sedia-seminario-internacional-a-constituicao-do-comum/">09/05/07</a> &#8211; Autonomia na produção de comunicação e cultura é tema de seminário</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">21/05/07 </a>- A fuga das fábricas, o encontro nas redes</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/07/linux-para-alem-de-um-software-livre/">07/04/07</a> &#8211; Linux para além de um software livre</p></blockquote>
<p><strong>-</strong> O tema da tarde foi &#8220;Nós a mídia: jornalismo cidadão e o futuro do jornalismo profissional&#8221;. Um <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/04/a-opiniao-distribuida-no-mercado-do-dialogo/">post do blog</a> bem relacionado ao tema é &#8220;A opinião distribuída no mercado do diálogo&#8221;.</p>
<p><strong>-</strong> Ainda tenho<strong> muita coisa</strong> para postar por aqui e quisera eu que a digestão das discussões fosse mais fácil. Em algumas temáticas me senti contemplado e bem a vontade para escrever. Em outros temas, como ativos imateriais na cidade -  um dos assuntos do seminário da quinta-feira &#8211; ainda vou organizar o texto melhor para não ficar uma <em>tradução simultânea</em> mal feita &#8211; me surpreendi com meu interesse pelo tema.</p>
<ul>
<li> Acesse a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/"><font color="#333333">todos os posts</font></a> sobre o seminário publicados por aqui.</li>
</ul>
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		<title>&#8220;A mudança não passa pela delegação de representação&#8221;, conclui editor da Le Diplomatique</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2007 16:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] - Ainda na manhã de quarta
O editor da Lemonde Diplomatique no Brasil, Antonio Martins, constata que houve uma mudança muita grande na forma de se alcançar o direito de se produzir informação. &#8220;Muito diferente de como se deveria agir há 20 anos atrás, por exemplo&#8221;. Martins usou dessa constatação para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=518&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><font color="#ff9900"><u><strong><font color="#000000">[</font></strong>Seminário A Constituição do Comum</u><font color="#000000"> - </font><a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>] </strong></font></font>- <strong>Ainda na manhã de quarta</strong></p>
<p>O editor da <a target="_blank" href="http://diplo.uol.com.br/">Lemonde Diplomatique</a> no Brasil, <strong>Antonio Martins</strong>, constata que houve uma mudança muita grande na forma de se alcançar o direito de se produzir informação. &#8220;Muito diferente de como se deveria agir há 20 anos atrás, por exemplo&#8221;. Martins usou dessa constatação para dizer que é necessário pensar então em novas formas de emancipação sóciocomunicativa.</p>
<blockquote><p>Projetos que realcem a ação autonôma implica responsabilidades maiores. Autonomia para enxergar novas formas de luta.</p></blockquote>
<p>Essa conquista do direito à comunicação não passa mais &#8211; como nunca viria a se passar, mas o contexto político hoje grita isso &#8211; por uma centralização dos meios de se produzir comunicação, &#8211; um verdadeiro crtl c crttl v do modelo tradicional a que tanto a chamada <em>esquerda</em> viria a contestar &#8211; ou seja, muito pensamento a partir do que já está proposto e nada de <strong>autonomia de pensamento político</strong>. &#8220;Querer enfrentar os veículos de comunicação era quase sempre uma batalha perdida&#8221;, reconhece catarticamente.</p>
<p>Martins vai argumentar que <strong>a internet</strong> traz uma <strong>realidade alternativa e não dialética</strong> &#8211; o que também não significaria afirmar que ela represente uma panacéia. &#8220;As pessoas deixam a TV e passam então a valorizar as múltiplas possibilidades da internet.&#8221;</p>
<p>Impossível não citar aqui <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22Derrick+de+Kerckhove%22&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=lr%3Dlang_pt"><font color="#333333">Derrick de Kerckhove</font></a> quando diz<span id="more-518"></span> </p>
<blockquote><p>A luta política hoje não se fará entre entre direita e esquerda, mas entre quem vê televisão sem uma resposta e quem adere a Net com uma informação muito mais completa e que todos podem gerir e alimentar.</p></blockquote>
<p>Uma outra <strong>mudança estrutural</strong> do modo de se fazer política seria desencadeada a partir dos <strong>movimentos zapatistas, de Seatle e fóruns sociais mundiais</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://2007mayday.wordpress.com/2007/04/02/auto-organizacao-da-inteligencia-coletiva-global-uma-estrategia-para-o-movimento-pos-seattle-genova-por-franco-berardi-bifo/">ver texto</a> &#8216;Auto-Organização da Inteligência Coletiva Global &#8211; Uma estratégia para o movimento pós-Seattle-Gênova por Franco Berardi (Bifo)&#8221;. &#8220;Ela [mudança] caminha no sentido de que seja esgotada a supremacia do lucro sobre o direito&#8221;.</p>
<blockquote><p>A questão, para Martins, não é a de negar o capitalismo. É colocar na mesa de discussão novos valores</p></blockquote>
<p>Ele diz não acreditar que a mudança aconteça em um dia a ser aguardado, bem ao estilo de um golpe ou coisa parecida - nesse momento esperava que ele dissesse &#8220;A hora é essa!&#8221;. Martins cita o exemplo do movimento <em>software livre</em> para reafirmar que os movimentos sociais têm que ser mais propositivos &#8211; não resisti, minha memória religiosa me trouxe essa palavra &#8220;Levanta-te, vem para o meio&#8221;. Até pela narrativa bíblica, a cura, seja lá do que e operada por quem, só vem quando se pede e se <strong>busca insistentemente</strong>. Amém!</p>
<p>A possibilidade de mudança, mensageia Antonio Martins, não é feita pela delegação de representação. &#8220;Ela está em ações cotidianas. Do mínimo ao máximo.&#8221;</p>
<p>Amém!</p>
<ul>
<li> Acesse a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/"><font color="#333333">todos os posts</font></a> sobre o seminário publicados por aqui.</li>
</ul>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/518/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/518/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/518/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/518/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/518/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/518/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/518/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/518/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/518/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/518/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/518/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/518/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=518&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;A Internet é a utopia de que qualquer um comunica&#8221;, provoca midiativista espanhol</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-internet-e-a-utopia-de-que-qualquer-comunica-provoca-midiativista-espanhol/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2007 15:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] &#8211; De volta ao debate de quarta pela manhã, Raul Sanchez destacou aquilo que, pelo que venho escrevendo das discussões que se tem em aula, já não é bem uma novidade. Sim, o potencial técnico da internet traz uma grande virtualidade democrática.  &#8221;Ela pode ser uma forma de democracia expressiva e não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=517&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><font color="#ff9900"><u><strong><font color="#000000">[</font></strong>Seminário A Constituição do Comum</u><font color="#000000"> - </font><a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>]</strong></font></font> &#8211; De volta ao debate de quarta pela manhã, Raul Sanchez destacou aquilo que, pelo que venho escrevendo das discussões que se tem em aula, já não é bem uma novidade. Sim, o potencial técnico da internet traz uma grande <strong>virtualidade democrática</strong>.  &#8221;Ela pode ser uma forma de democracia expressiva e não representativa&#8221; &#8211; muito diferente do que <a target="_blank" href="http://www.eco.ufrj.br/semiosfera/anteriores/semiosfera45/conteudo_rep_pdabreu.htm">Muniz Sodré teoriza</a> sobre a televisão <strong>O Monopólio da Fala</strong>.</p>
<blockquote><p>É necessário dar às pessoas meios de produção para que elas divulguem também a &#8220;configuração da verdade&#8221;</p></blockquote>
<p>Mas Sanchez  faz a ressalva de que essa virtualidade de produção democrática só se materializa com a universalização do acesso às novas tecnologias &#8211; o que também dialoga com a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">fala de Giuseppe Cocco</a> na 2ª feira. </p>
<p>Acredito que Sanchez lembrou em muito meus <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/15/a-passividade-e-determinacao-tecnica-ou-escolha-humana/">tópicos de seminário</a> sobre Lorenzo Vilches  &#8211; também espanhol &#8211; quando ele fazia provocações do tipo &#8220;Quem constrói a rede? Aonde ela chega?&#8221;; &#8220;Internet &#8211; utopia de que qualquer comunica&#8221;.</p>
<p><img width="303" src="http://ocomum.files.wordpress.com/2007/05/95.jpg?w=303&#038;h=227" height="227" /></p>
<ul>
<li>Da esquerda para direita &#8211; Ruh Reis, sec. de comunicação de Vitória; Antonio Martins, editor da Le Monde Diplomatique; André Passos, presidente da Câmara de Vereadores de Vitória; Raul Sanchez, professor na Universidade Nomada e Pablo Ortellado, do Centro de Mídia Independente.</li>
</ul>
<p><strong>Leia também</strong> &#8211; A segregação socioespacial no mapa mundial de acessos a internet (<a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/02/a-segregacao-socioespacial-no-mapa-mundial-de-acessos-a-internet/">02/05</a>)</p>
<p><strong>Acesse o perfil de Raul Sanchez:</strong><span id="more-517"></span></p>
<blockquote><p><strong>Raul Sanchez </strong>- Forma parte do <a target="_blank" href="http://sindominio.net/unomada">Universidad Nomada</a>, um projeto de formação e investigação. Nascido em Madrid, que fez nascer entre outras coisas o grupo de investigação GMS (Globalização e Movimentos Sociais). É Membro da redação da revista Contrapoder. Tradutor de vários trabalhos do filósofo Antonio Negri na Espanha, Sánchez é midiativista e engajado no ativismo hacker. É membro da redação internacional da Revista Multitudes, editada na França.</p></blockquote>
<ul>
<li> Acesse a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/"><font color="#333333">todos os posts</font></a> sobre o seminário publicados por aqui.</li>
</ul>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/517/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/517/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/517/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/517/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/517/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/517/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/517/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=517&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>&#8220;A fuga das fábricas, o encontro nas redes&#8221;</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2007 17:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] - Ele não estava por lá. Mas foi e será uma influência determinante do seminário que começou hoje pela manhã na Estação Porto. A começar pelo nome do evento &#8211; A constituição do comum. Foi dessa forma que Antonio Negri intitulou sua apresentação no &#8221;II Seminário Internacional Capitalismo Cognitivo &#8211; Economia do Conhecimento e a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=508&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><font color="#ff9900"><u><font color="#000000"><strong>[</strong></font>Seminário A Constituição do Comum</u><font color="#000000"> - </font><a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>]</strong></font></font> - Ele não estava por lá. Mas foi e será uma influência determinante do <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br/">seminário</a> que começou hoje pela manhã na <strong>Estação Porto</strong>. A começar pelo nome do evento &#8211; <strong>A constituição do comum</strong>. Foi dessa forma que <strong>Antonio Negri</strong> intitulou sua apresentação no &#8221;<a target="_blank" href="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/economia_da_cultura/capitalismo_cognitivo/"><font color="#333333">II Seminário Internacional Capitalismo Cognitivo</font></a> &#8211; Economia do Conhecimento e <strong>a Constituição do Comum</strong>&#8221; que aconteceu em outubro de 2005. A fala de Negri acabou por delinear a temática das discussões ao longo desse evento. Acesse mais na <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/09/a-liberdade-que-constitui/">postagem</a> <strong>A liberdade que constitui</strong>.</p>
<p>A apresentação da manhã de hoje contou com a presença de <strong>Giuseppe Cocco</strong> e <strong>Maurizio Lazzarato</strong>. Cocco e Negri comungam assinaturas em vários artigos. O <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/02/24/negri-e-cocco-o-moralismo-impotente-e-a-cantilena-sobre-a-verdade-do-poder/">livro</a> Glob(AL) [Biopoder e luta em uma América Latina Globalizada] também é o resultado dessa, digamos assim, camaradagem. Quanto a Lazzarato, não sei se ele assinou artigos com Negri, mas posso afirmar categoricamente&#8230; que o <a target="_blank" href="http://www.livrosdehumanas.com.br/livros_template.asp?Codigo_Produto=26632">livro</a> <strong>Trabalho Imaterial</strong> é de autoria deles. Acesse no <a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/os-palestrantes/">blog O Comum</a> o perfil de todos os palestrantes.</p>
<p> <img border="0" src="http://bp1.blogger.com/_UKEA8ntsS40/RlMLoGI8tSI/AAAAAAAAAAs/OEgmLlMvM3g/s400/cocco.jpg" style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" /></p>
<ul>
<li>Da direita para esquerda: Lazzarato, Cocco, e Ruth Reis  &#8211; secretária de comunicação de Vitória</li>
</ul>
<p>O meu relato vai se restringir à fala de <strong>Giuseppe</strong>. Ele é um italiano que fala português o quanto sonho um dia falar em inglês. <strong>Lazzarato</strong> falou em francês e não consegui encontrar a freqüência em que tradução simultânea era feita. Depois pego as anotações da <a target="_blank" href="http://cafecolonial.wordpress.com/">Juliana</a> pra saber o que ele falou. Deve ser sido qualquer coisa muito interessante mas que para mim tinha quase sempre a mesma pronúncia.</p>
<p align="left"><em>&#8220;<strong><font color="#ff9900">Mais que de produção, é preciso falar de co-produção de serviços</font></strong>&#8220;<span id="more-508"></span></em></p>
<p>Cocco argumentou que a cultura deve ser pensada a partir do conceito <em>teórico-político</em> de <strong>uma constituição do comum</strong>. Nesse sentido é importante rever as conceituações que se tem sobre trabalho. O que acaba indo muito ao encontro do pensamento negriano de constituir uma teorização <strong>política de léxico renovado</strong>. Uma leitura política do presente vai constatar que as relações de trabalho se dão de forma cada vez mais <strong>difusa e socializada</strong>. &#8220;O trabalho se dá em redes que desenham a cidade de forma muito parecida com o que acontece com as redes virtuais na internet&#8221;.</p>
<blockquote><p>1. A cultura é a condição e a dinâmica do trabalho. Os setores industriais não funcionam mais do mesmo jeito. Os atuais estatutos de trabalho estão cada vez mais precarizados.</p></blockquote>
<p>Cocco lembra que a produção não é mais individual ou industrializada &#8211; mas o que também não implicaria o desaparecimento da indútria [Manuel Castells frisa bastante que a indústria se reconfigura e continua tendo importante papel no desempenho da economia].</p>
<p>A lógica de trabalho agora se caracterizaria pela</p>
<blockquote><p>potência relacional, comunicativa e cooperativa entre sujeitos sociais. Seu <em>locus </em>de manifestação ocorre no conjunto de redes sociais territorializadas nos espaços urbanos, como também nas redes (sócio-técnicas) desterritorializadas nos espaços de não-lugares (<a target="_blank" href="http://www.rits.org.br/redes_teste/rd_tmes_set2006.cfm#">1</a>).</p></blockquote>
<p>A <strong>produção do imaterial</strong> passa a ser a nova forma de valorização do trabalho. &#8220;A relação entre homem e natureza se dá entre sujeitos sem que eles estejam necessariamente  no chão de fábrica. A tônica comunicatica é o que determina as relações de trabalho no que chamamos de nova economia. A economia pós-industrial&#8221;.</p>
<p>Cocco é insistente quando diz que o trabalho é cada vez mais intersubjetivo e não mais individual. &#8220;A reconfiguração relação entre homem e objeto é o precisamos problematizar.&#8221;</p>
<blockquote><p>2. A relação salarial não dá conta mais da mobilização do trabalho em geral.</p></blockquote>
<blockquote><p>3. Cada vez mais a nova organização da economia indica que a relação entre produção e consumo não é mais aquela de antes. O consumo deve ser pensado como produtor de riqueza e a circulação como transformadora do produto.</p></blockquote>
<p>A empresa, e não mais a fábrica, se moderniza e se modifica em uma <strong>dinâmica de redes</strong>. Se a <strong>questão do trabalho assalariado</strong> não é mais mecanismo fundamental de integração social, Cocco destaca que temos de pensar então esse mesmo elemento como ponto de partida para que uma lógica de inclusão se estabeleça. &#8220;A cidadania não é mais o resultado a ser alcançado, mas o ponto de partida para que <strong>o comum</strong> se constitua e haja na sociedade uma mobilização produtiva&#8221;.</p>
<p align="left"><strong><em><font color="#ff9900">O que fazer? A democratização para o crescimento e o crescimento para algo</font></em></strong></p>
<p align="left">A constituição da cidadania seria a <strong>condição pressuposta</strong> para uma política econômica que, digamos assim, esteja de acordo com a lógica de produtividade de riqueza hoje. Isso parte da constatação, um tanto óbvia a partir da discussão feita no seminário, de que &#8220;<em>desenvolvimento econômico que não debater a </em><strong>nova economia</strong><em>, que se pauta pela produção imaterial, não pode ser chamado de desenvolvimento econômico.&#8221; -</em> frase de <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/11/secretario-de-desenvolvimento-de-vitoria-apresenta-projeto-de-acesso-livre-a-internet/">Luiz Fernando Barbosa</a> que tanto gosto de repetir.</p>
<p align="center"><em><strong><font color="#ff9900">&#8220;Tecnologia sozinha não faz política&#8221;</font> </strong></em>(<a target="_blank" href="http://www.cibersociedad.net/textos/articulo.php?art=75">3</a>). <strong><font color="#ff9900">Necessidade da universalização do acesso à informática</font></strong></p>
<ul>
<li>
<p align="left">Trecho da apresentação de Giuseppe</p>
</li>
</ul>
<p align="left"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/yFk9ariuNBk/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p align="left">A fala de Giuseppe se encerra com uma questão em aberto e ao mesmo tempo retórica. De que forma se pode fazer com que a sociedade seja cidadã, e por fim produtiva, se de forma maciça ela não tem acesso aos <strong>meios de produção</strong> para fazer circular o seu trabalho na lógica de redes, uma vez que &#8211; como tanto frisa <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/15/a-passividade-e-determinacao-tecnica-ou-escolha-humana/">Vilches</a> com boa dose de ceticismo &#8211; a internet traz uma técnica com grande horizontabilidade e potencial democrático, mas a <strong>intenção política </strong>é pré-requisito espinhal para que essa <strong>virtualidade</strong> democrática se materialize (ou se <strong>atualize</strong> &#8211; para se opor ao conceito de virtual)</p>
<p align="left">E é aqui que a promoção e debate sobre <strong>programas públicos de acesso à internet</strong>, tais como a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/11/secretario-de-desenvolvimento-de-vitoria-apresenta-projeto-de-acesso-livre-a-internet/#comment-1622">Rede Metrovix</a>, se constitui algo estratégico e mais do que necessário.</p>
<p align="left"><strong>Leia também</strong></p>
<p align="left"><strong>- </strong><a target="_blank" href="http://www.unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=6670">Entrevista</a> de Giuseppe Cocco ao Instituto Humanitas Unisinos &#8211; &#8216;Já saímos da sociedade salarial. Mas isso não tem nada a ver com o fim do trabalho, nem com o fim do emprego&#8217;.</p>
<p align="left">- <a target="_blank" href="http://www.pressdisplay.com/pressdisplay/viewer.aspx">Matéria</a> do Valor Econômico (12/07/07) &#8211; <strong>Era digital gera riscos trabalhistas às empresas.</strong> &#8220;As leis que regulamentam horas-extras, férias, intervalos para refeições e todas as outras regalias da vida de trabalho civilizada, não se aplicam a nós [...]. À medida que a conectiviadade se alastra, descendo os escalões hierárquicos, espera-se que mais trabalhadores trabalhem sem remuneração: em casa, no carro ou na praia &#8211; e em algumas condições que podem lhes dar o direito de buscar seus direitos na Justiça [...].&#8217;As leis foram escritas antes que o local de trabalho passasse a ser em qualquer local do mundo&#8217;, diz Tanembaum. Se funcionários cobertos pela legislação salarial e horária trabalharem um dia suficientemente longo enquanto estiverem de férias, poderá até mesmo ter necessidade legal de que seus chefes imediatos se certifiquem de que seus suborninados fizeram suas refeições e fizeram pausa para o descanso, diz ele. &#8216;A coisa realmente pode começar a espapar do controle.&#8217;&#8221;</p>
<ul>
<li>
<p align="left"> Acesse a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/">todos os posts</a> sobre o seminário publicados por aqui.</p>
</li>
</ul>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/508/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/508/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/508/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=508&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Em que medida a passividade é determinação técnica ou escolha humana?</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/05/15/a-passividade-e-determinacao-tecnica-ou-escolha-humana/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2007 17:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
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		<description><![CDATA[A minha sala fala pouco, tá, eu também não falo muito.  Na 5ª série me chamavam de mosquinha morta. Agora, num claro sinal de in progress, recebi a alcunha de come-quieto.
O professor de Mercadologia, José Antonio Martinuzzo (1) , decidiu forçar as pessoas a falarem e fez com nesse período os estudantes passassem a dar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=504&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img border="0" align="right" width="195" src="http://industriasculturais.blogs.sapo.pt/arquivo/vilches.jpg" alt="vilches.jpg" height="304" style="width:195px;height:304px;" />A minha sala fala pouco, tá, eu também não falo muito.  Na 5ª série me chamavam de mosquinha morta. Agora, num claro sinal de<em> in</em> <em>progress</em>, recebi a alcunha de come-quieto.</p>
<p>O professor de Mercadologia, José Antonio Martinuzzo <strong><em>(1)</em></strong> , decidiu forçar as pessoas a falarem e fez com nesse período os estudantes passassem a dar seminários.</p>
<p><em>(1) </em><em>A <a target="_blank" href="http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1453">tese de doutorado</a> defendida</em><em> <font color="#000000">no ano passado teve como título &#8220;<font color="#333333">Comunicação, Novas Tecnologias e Informacionalização da Política: O Governo Eletrônico no Mercosul</font>&#8220;.</font></em></p>
<p><font color="#000000">Fiz hoje minha apresentação,</font> junto com minha colega Liege, sobre o capítulo <strong>usuários</strong> do livro <a target="_blank" href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2005/09/migrao-digital-algumas-pginas-do-livro.html">A Migração Digital</a>. Acredito que fui muito bem, obrigado!</p>
<p>Eis os tópicos feitos pro seminário:<span id="more-504"></span></p>
<p>A introdução da indústria e do mercado, a partir do século XVI, o intercâmbio do conhecimento passa a experimentar grandes mudanças na estratégia política e cultural.</p>
<p>O acesso ao saber que antes era restrito ao um detentor do conhecimento, se dispersa, se espalha e se globaliza a partir de quatro estágios básicos:</p>
<p>1º estágio – generalização do consumo de bens que incluem conteúdos de conhecimentos impressos e escritos. Livro</p>
<p>2º estágio – redução do tempo entre produção e consumo de conteúdos. Telégrafo, telefone e rádio.</p>
<p>3º estágio – capacidade de representar o conhecimento e a informação por imagens. Em um extremo isso vai levar a uma idéia de hipereal – &#8220;A imagem virtual é o meio que cria a realidade. A imersão do utilizador numa realidade virtual altera a própria existência. A REALIDADE SURGE COMO ALGO MAIS POBRE DO QUE REALIDADE.</p>
<p>4º estágio – síntese dos suportes anteriores numa rede de interfaces. Interatividade e digitalização. É importante lembrar que os estágios anteriores não se excluem, mas se intercambiam.</p>
<p>Esse último estágio provoca uma crise do modelo clássico de comunicação. Em seus fundamentos teóricos e práticos. De forma resumida, o modelo emissor &gt; mensagem &gt; receptor entra em colapso. Potencialmente, todos são produtores de conteúdos nesse novo suporte &#8211; <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/04/a-opiniao-distribuida-no-mercado-do-dialogo/">ver postagem</a> <strong>A opinião distribuída no mercado do diálogo</strong></p>
<p>TV é assimétrica e falsamente democrática, na medida em que é democrática na difusão, mas não na permissão de produção de conteúdos. Daí é que vem a noção de que a TV conduza à passividade da audiência.</p>
<p>No quarto estágio da difusão de conhecimento traçado pelo autor, a possibilidade de diálogo entre emissor e receptor da mensagem sai do plano as concepção da teoria e se realiza.</p>
<p>&#8220;A passividade é uma característica da televisão ou uma característica humana&#8221;?</p>
<blockquote><p>UMA NOVA PROPOSIÇÃO SERIA: &#8220;ou bem se pergunta qual, dentre as tecnologias, mais favorece a passividade, ou bem se pergunta quais as razões que, num dado momento histórico, levam os sujeitos a preferir a passividade.&#8221; A condição de passividade é responsabilidade da técnica ou escolha humana?</p></blockquote>
<p>CITAR EXEMPLO DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS NA WEB 2.0 – DO BLOG JORNALISMO E INTERNET &#8211; <a target="_blank" href="http://gjol.blogspot.com/2007/05/web-20-no-to-participativa-quanto-se.html#links">ver post</a> A Web 2.0 não é tão participatica como se diz</p>
<p>- surgimento do mercado do diálogo</p>
<p> - não existe um centro difusor de informação</p>
<p>- aceleração da circulação de mercadorias e de produtos de comunicação</p>
<p>- as redes telemáticas disponibilizam mais comunicação a um preço menor</p>
<p>A constituição de comunidades, grupos de afinidades, e não de audiências. Essa fronteira é o novo espaço de pensamento e de experiências humanas, formado pela coabitação de antigos meios e novas formas de hiper-realidade.</p>
<p>A internet só se materializa em sua potencialidade com a manipulação e mixagem ativa do usuário.</p>
<p>A lógica democrática da internet não é algo que se materializa por sozinho. Depende de escolhas e decisões políticas. O verdadeiro conceito de democratização do acesso vai depender dos valores e escolhas do usuário. &#8220;A rede desenvolve e amplifica os movimentos da sociedade, não os reiventa&#8221;.</p>
<p>ANTES DE SER UMA QUESTÃO TÉCNICA DEMOCRATIZAR O ACESSO A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO É UMA DECISÃO POLÍTICA. <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/09/vitoria-sedia-seminario-internacional-a-constituicao-do-comum/">Ver caso</a> da Rede Metrovix</p>
<p>A teorização sobre a internet tem muito de metaforização.</p>
<p>A idéia de rizoma e de redes são as mais populares.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se a web é uma rede, essa descrição obriga a considerar que tem de haver um arquiteto da rede (a aranha que tece a teia), por mais universal que essa rede transforme-se constantemente em função da interatividade dos usuários. Portanto, será que se pode falar com propriedade de território radicalmente alternativo à centralização dos meios de comunicação tradicionais, à ausência transcendental de Emissor ou Senhor da Rede, com a conseqüente tomada do poder pelo usuário?&#8221;</p></blockquote>
<p>CITAR O CASO DO DIGG &#8211; <a target="_blank" href="http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=154291&amp;tid=2530178632224318504&amp;start=1">ver tópico</a> da comunidade Ciberidea: <strong>Guerra do Código Incendeia a Web. </strong>A ação dos usuários parece ter mais força, ou pelo menos cresce a cada dia.</p>
<p>&#8220;- Os usuários da rede têm a possibilidade de troca de identidades e um jogo de ficção de identidades, que, na televisão, só era permitido aos atores, em tela</p>
<p>- na internet não se enfatiza a representação (leitura e recepção, como na televisão), mas a interface onde de maneira simultânea várias identidades podem ser assumidas.&#8221;</p>
<p>No fim, o autor de mostra cético com o papel dos usuários na nova mídia.</p>
<p>O questionamento foi o papel de intervenção do usuário &#8220;será apenas uma mudança de estratégias de marketing ou algo mais radical que produzirá uma ruptura do conhecimento e do nosso sistema de valores?&#8221;.</p>
<p>Terão os expectadores maior liberdade para interpretar as mensagens, porém menos autonomia com respeito aos valores neste mundo cada vez mais globalizado?&#8221;</p>
<p>Sem uma conclusão visível e forte em seu texto, podemos perceber algumas constatações: somos emigrantes de uma nova economia criada pelas tecnologias do conhecimento, com a suposição de caminharmos para um planeta mais tecnificado.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/504/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/504/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/504/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/504/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/504/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/504/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/504/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/504/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=504&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Autonomia na produção de cultura e comunicação é tema de seminário</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/05/09/vitoria-sedia-seminario-internacional-a-constituicao-do-comum/</link>
		<comments>http://polimidia.wordpress.com/2007/05/09/vitoria-sedia-seminario-internacional-a-constituicao-do-comum/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2007 14:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi um comentário no post sobre a Rede Metrovix dizendo que a &#8220;grande pena do que acontece aqui em vitória em termos de tecnologia é que a parte crítica está relegada a segundo plano.&#8221; Pois bem. Entre os dias 21 e 25 de maio acontece aqui em Vitória um seminário internacional intitulado A Constituição do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=501&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Recebi um comentário no <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/11/secretario-de-desenvolvimento-de-vitoria-apresenta-projeto-de-acesso-livre-a-internet/#comment-1622">post</a> sobre a <strong>Rede Metrovix</strong> dizendo que a &#8220;grande pena do que acontece aqui em vitória em termos de tecnologia é que a parte crítica está relegada a segundo plano.&#8221; Pois bem. Entre os dias 21 e 25 de maio acontece aqui em Vitória um seminário internacional intitulado <strong>A Constituição do Comum: comunicação e cultura na cidade </strong>(<a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br/">site do evento</a>). Parte do último dia do seminário será dedicado a debater o tema das <strong>redes metropolitanas</strong>. Oportunidade para quem pretenda dissecar o projeto é que não vai faltar. Acho.</p>
<p><img border="0" src="http://bp1.blogger.com/_WU5Xz966uL8/RkJnE1c60JI/AAAAAAAAACg/Dh0VaUeRS_o/s400/seminario.JPG" style="display:block;text-align:center;margin:0 auto 10px;" /></p>
<p>O evento expressa um movimento político importante. <strong>Político e econômico</strong> também. Político porque <strong>a <em>Metrovix</em></strong> não é uma tecnologia em si. Quem me acompanha sabe que sou adepto do otimismo e o projeto dessa rede denota uma iniciativa no sentido de ampliar o acesso à internet a todas às pessoas físicas e jurídicas da cidade. Mesmo com os pontos de falha que possa existir, prefiro essa <strong>perspectiva propositiva</strong> a adotar o olhar impotente e paralizante de que o processo digital nasceu para excluir. Sempre lembro da frase de uma professora da 8ª série a quem adoro &#8220;Tá, a realidade é essa, mas o que vc está fazendo para que seja diferente?!&#8221;</p>
<p>A idéia possibilita que toda a sociedade também passe a ser produtora de conteúdos sem que para isso os meios de comunicação clássicos (TVs, rádios etc) precisem ser ocupados. Uma vez que o projeto viabilizaria um meio de comunicação novo e <strong>alternativo</strong> para que as singularidades sociais cooperem e sejam afirmadas de <strong>forma livre e autônoma</strong>.</p>
<blockquote><p>A luta política hoje não se fará entre entre direita e esquerda, mas entre quem vê televisão sem uma resposta e quem adere a Net com uma informação muito mais completa e que todos podem gerir e alimentar &#8211; <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22Derrick+de+Kerckhove%22&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=lr%3Dlang_pt">Derrick de Kerckhove</a>.</p></blockquote>
<p>A importância da rede <strong>sob o ponto de vista econômico</strong>, tá, de economia <strong>política</strong>, se baseia na constatação de que d<em>esenvolvimento econômico que não debater a </em><strong>nova economia</strong><em>, que se pauta pela produção imaterial, não pode ser chamado de desenvolvimento econômico. </em>Um exemplo bacana vem lá do interior de SP.</p>
<p>Sud Mennucci tem 7.500 habitantes e, segundo <a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u93212.shtml">informa a Folha</a>, a cidade conta com um sistema de acesso à internet semelhante ao que está instalado em partes de cidades como Amsterdã (Holanda), Taipé (Taiwan) e Filadélfia (EUA). O lead da matéria expressa bem a <strong>mutação</strong> que a novidade está causando na cidade.</p>
<blockquote><p>A cidade tecnológica do futuro, toda interligada pela internet sem fio e gratuita, onde qualquer cidadão pode sentar na praça, abrir um notebook e já começar a navegar na rede, fica a 600 km de São Paulo, no noroeste do Estado. E não tem shopping center, nem comércio variado &#8211; qualquer compra mais &#8220;sofisticada&#8221; precisa ser feita em outras cidades e atualmente é feita em grande parte por encomenda via internet-, nem notebooks, na verdade.</p></blockquote>
<p>Acesse também a <a target="_blank" href="http://www.redetec.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=55715&amp;sid=144">matéria do Valor</a> <strong>&#8216;Aparecida Digital&#8217; recebe o papa.</strong></p>
<p>Mas enfim, o seminário não vai ser exclusivo para debater o tema das redes metropolitanas, apesar dele ser um ponto central do evento.</p>
<p>Eis a programação dos cinco dias do seminário:<span id="more-501"></span></p>
<p><strong>Dia 21 de maio – Estação Porto / Armazém 5</strong></p>
<blockquote><p>9h abertura</p>
<p><strong>9h30 O papel da cultura e da comunicação no capitalismo contemporâneo</strong></p>
<p>João Coser &#8211; Prefeito de Vitória</p>
<p>Gilberto Gil &#8211; Ministro da Cultura</p>
<p>Giuseppe Cocco &#8211; UFRJ</p>
<p>Maurizzio Lazzaratto – Universidade de Paris 1 (França)</p>
<p><strong>14h-18h Estética da multidão e rede de produção cultural</strong></p>
<p>Bárbara Szaniecki &#8211; Universidade Nômade e PUC-RJ</p>
<p>Ivana Bentes &#8211; Eco-UFRJ / Universidade Nômade</p>
<p>Luiz Paulo Correa e Castro &#8211; Nós do Morro (RJ)</p>
<p>Moderação: Maria Helena Signorelli (Secretária Municipal de Cultura de Vitória</p>
<p>19h &#8211; Show de jazz na Curva da Jurema</p></blockquote>
<p><strong>Dia 22 de maio &#8211; Estação Porto/Armazém 5</strong></p>
<blockquote><p><strong>9h Democracia, Liberdade e Renda no capitalismo contemporâneo</strong></p>
<p>Andréa Fumagalli &#8211; Universidade de Pavia / Itáli</p>
<p>Artur Henrique dos Santos &#8211; Presidente Nacional da CUT</p>
<p>Giuseppe Cocco &#8211; ESS/UFRJ</p>
<p>Moderação: Eliezer Tavares (Secretário Municipal de Geração e Trabalho e Renda de Vitória)</p>
<p><strong>14h-18h &#8211; Sustentabilidade e gestão de projetos culturais e de comunicação</strong></p>
<p>Oona Castro &#8211; FGV</p>
<p>Paulo Lima &#8211; RITS</p>
<p>Júlia Zardo &#8211; Incubadora Cultural PUC/RJ</p>
<p>Dago Donato &#8211; Trama Virtual</p>
<p>Moderador: Tauro Lucilo Tessarlo (CDV)</p>
<p>19h &#8211; Coquetel de lançamento da Revista Global nº 9 e dos livros <em>Estética da Multidão</em> (Barbara Szanieck); <em>Glob(AL)</em> (Giuseppe Cocco); <em>Revoluções do Capitalismo</em> (Maurizio Lazzarato)</p>
<p>20h &#8211; Apresentação do grupo Manguerê &#8211; Ponto de Cultura do Brasil/CECAES</p></blockquote>
<p><strong>Dia 23 de maio – Estação Porto / Armazém 5</strong></p>
<blockquote><p><strong>9h &#8211; Desafios para a democratização da mídia</strong></p>
<p>Paulo Henrique Amorim &#8211; Conversa Fiada/IG e TV Record</p>
<p>Antonio Martins &#8211; Editor de Le Monde Diplomatique Brasil</p>
<p>Raul Sanchez &#8211; Universidad Nomada/Espanha</p>
<p>Ruth Reis &#8211; Secretária Municipal de Comunicação de Vitória</p>
<p>Moderação: Alexandre Passos (Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória)</p>
<p><strong>14h-18H Internet: Novas formas de opnião pública e de consumo</strong></p>
<p>Edney Souza &#8211; Blog Interney</p>
<p>Gustavo Fortes &#8211; Agência Espalhe</p>
<p>Henrique Antoun &#8211; ECO/UFRJ</p>
<p>Moderação: Fábio Malini &#8211; (Departamento de Comunicação / UFES)</p>
<p>20h – Programação Cultural na Estação Porto &#8211; Mostra Curta Grav Cinema/Vídeo</p></blockquote>
<p><strong>Dia 24 de maio – Estação Porto/Armazém 5</strong></p>
<blockquote><p><strong>9h &#8211; Criação de ativos imateriais parar o desenvolvimento das cidades</strong></p>
<p>Yann Moulier Boutang &#8211; Universidade de Compiègne/França</p>
<p>Celio Turino &#8211; Coordenador Nacional do Programa Cultura Viva/Min. da Cultura</p>
<p>Paulo Henrique de Almeida- UFBA / Governo do Estado da Bahia</p>
<p>Antoine Rebiscoul &#8211; Publicis / França</p>
<p>Moderação: Alexandre Curtiss (Departamento de Comunicação / Ufes)</p>
<p><strong>14h-18h Dinâmicas metropolitanas e políticas de desenvolvimento</strong></p>
<p>Michelle Collin &#8211; CNRS e Institut Français D´Urbanisme /França</p>
<p>Clara Miranda &#8211; Departamento de Arquitetura / UFES</p>
<p>Thierry Baudouin &#8211; CNRS e Institut Français D´Urbanisme / França</p>
<p>Moderação: Kleber Frizzera (Secretário Municipal de Desenvolvimento da Cidade de Vitória)</p>
<p>19H – Lançamento do documentário Anjo Preto &#8211; Edson Rodrigues do Nascimento &#8211; Edson &#8220;Papo Furado&#8221; &#8211; Participação do compositor carioca Manarco</p></blockquote>
<p><strong>Dia 25 de maio &#8211; Estação do Porto/Armazém</strong></p>
<blockquote><p><strong>9h Programas públicos de acesso a internet pública: estratégias e parcerias</strong></p>
<p>Marcos Dantas &#8211; PUC-RJ</p>
<p>Sérgio Amadeu &#8211; Faculdade Casper Libero</p>
<p>Luiz Fernando Barbosa &#8211; SEDEC/Prefeitura de Vitória</p>
<p>Rodrigo Mesquita &#8211; Radium System</p>
<p>Moderação: José Antonio Martinuzzo (Ufes)</p>
<p><strong>14h-18h &#8211; Nós, a mídia: jornalismo cidadão e o futuro do jornalismo profissional</strong></p>
<p>Roberto Romano &#8211; Zero Blog NetworkJornalismo</p>
<p>Ana Maria Brambilla &#8211; Editora Abril</p>
<p>Orlando Lopes &#8211; Ponto de Cultura/Guarapari</p>
<p>Moderação: Cleber Carminatti (Ufes)</p>
<p>19H &#8211; Festa de encerramento na Estação Porto Armazém 5: Tributo a Clara Nunes. Show com Denise Pontes cantando Clara Nunes e show com grupo de Minas Gerais &#8220;Contos de Areia &#8211; um canto a Clara Nunes&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Realização</strong></p>
<p>- Departamento de Comunicação/Ufes</p>
<p>- Prefeitura de Vitória</p>
<p>- Para participar deve ser feita prévia inscrição, gratuita, pelo <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br">site do evento</a>.</p>
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