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	<title>Polimidia - mudei para http://polimidia.blog.br &#187; sociedade midiatizada</title>
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		<title>Polimidia - mudei para http://polimidia.blog.br &#187; sociedade midiatizada</title>
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		<title>CVRD sobe a montanha e vira VALE</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/12/07/cvrd-sobe-a-montanha-e-vira-vale/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 12:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Globalidade]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[cvrd]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade midiatizada]]></category>

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		<description><![CDATA[03/12/07 &#8211; Nesse final de semana voltei a soprar poeira de algumas coisas que aprendi lá pelo 1º período. Foi muito martelado na disciplina de Comunicação Visual que a logomarca, o nome de alguma coisa, precisa ser claro, simples e de fácil memorização.
Mas ainda assim eu esperava mais da nova logomarca da CVRD. Afinal foram [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=635&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>03/12/07 &#8211; Nesse final de semana voltei a soprar poeira de algumas coisas que aprendi lá pelo 1º período. Foi muito martelado na disciplina de Comunicação Visual que a logomarca, o nome de alguma coisa, precisa ser claro, simples e de fácil memorização.</p>
<p>Mas ainda assim eu esperava mais da nova logomarca da CVRD. Afinal foram mais de 80 páginas só de briefing com aquilo que a Vale desejava. Minha irmã me lembrou o que eu deveria saber sem muitos questionamentos: é difícil ser simples e comunicar bem ao mesmo tempo. E é isso que a logomarca da Vale faz.</p>
<p><img src="http://bp2.blogger.com/_UKEA8ntsS40/R1QMpNpA7AI/AAAAAAAAAEk/Ik8OCn_LYNs/s400/valelogo.jpg" border="0" /></p>
<p>Com essa mudança a CVRD tenta tirar os últimos resquícios de um passado estatal não muito distante. Em 2007 são exatos 65 anos de fundação e 10 anos de privatizada. Os trilhos foram aposentados e o anúncio da alteração diz que &#8220;A mudança vem celebrar o processo de transformação da Vale numa <strong>empresa de atuação global</strong>&#8221; e mais alguns blás, blás. Roger Agnelli, presidente da empresa, <a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2007/11/29/327370354.asp">também buscou destacar</a> essa pretensão de globalidade:</p>
<blockquote><p>Em qualquer lugar do mundo, a pronuncia Vale é fácil. Vale significa valor. É um nome curto e de fácil fixação. O logo, eu vejo um coração, porque adoro essas coisas de emoção. Pode ser um simbolo de infinito. Ao mesmo tempo, é um símbolo de vale e de uma mineração a céu aberto já em seu plano final. Se colocar de cabeça para baixo, parece o triângulo de Minas Gerais.</p></blockquote>
<p>A idéia, portanto, é deixar de lado o nome que restrinja a empresa &#8220;Companhia Vale do Rio Doce&#8221;, &#8220;Rio Doce&#8221;, &#8220;CVRD&#8221;. Temos apenas VALE e mais aquilo que vc quiser ver&#8230;</p>
<p>Fiquei imaginando o processo dos caras até chegar a esse nome, digamos, tão óbvio. Fui ao dicionário. <strong>Vale</strong>:</p>
<ol>
<li>Depressão do terreno entre dois espigões adjacentes</li>
<li>Várzea ou planície à beira do rio.</li>
</ol>
<p>É claro que o primeiro sentido é o que foi priorizado. A nova logomarca é composta de duas montanhas que juntas formam o <strong>V</strong> do &#8220;novo nome&#8221; da empresa. O interessante é que, pela minha viagem, a CVRD <em>subiu a montanha</em>, já que que o segundo sentido que o dicionário me traz foi trocado pelo primeiro. Bendito seja quem visualizou que duas montanhas formam a letra <strong>V. </strong></p>
<p>Os trilhos foram apagados<strong>, </strong><em>várzea ou planície à beira do rio</em>, e subiu-se às montanhas, <em>depressão do terreno entre dois espigões adjacentes</em>. Essas montanhas eu interpreto da seguinte forma: uma representa o Brasil e a outra o mundo. A Vale já é a maior empresa nacional e tem a pretensão de também estar entre as maiores do mundo. Ou seja: no alto da montanha. A antiga logomarca com seus trilhos já não dizia muita coisa mesmo.</p>
<p>Mas pelo que vejo <a href="http://www.vale.com/marca/hotsite_ptb/ext/amarca.asp">no site da empresa</a>, a minha interpretação nem chega perto da oficial &#8211; ainda prefiro a minha&#8230;.</p>
<p>Vendo e revendo, percebo, ao mesmo tempo, uma mensagem de solidez e leveza, além da clara valorização nacional; as cores das montanhas são as mesmas da bandeira nacional: verde e amarelo.</p>
<p align="left"><strong>O preço da mudança</strong>. A Vale vai investir US$ 50 milhões nos próximos quatro anos para alterar todos os logotipos e nomes da empresa ao redor do mundo.</p>
<p>Para divulgar a nova marca no Brasil, desde quinta-feira a <a href="http://www.africa.com.br/">agência África</a> começou uma série de teasers na TV e nos principais jornais convidando para ‘um batismo’. Ontem entrou no ar o filme <strong>“Surgimento”</strong>, que revelou o nome do batizado com o jingle criado pelo próprio Nizan Guanaes com o refrão “Todo brasileiro gosta de dar um apelido”, em referência ao nome Vale. A campanha terá seqüência na mídia impressa e também no exterior.</p>
<p><strong>O site</strong>. Agora o endereço da empresa, foco principal de <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/fazendo-tcc/">meu tcc</a>, também ganha, ainda mais, ares de globalidade. A terminação <strong>.br</strong> também foi aposentada. Pode digitar <a href="http://www.cvrd.com.br/">www.cvrd.com.br</a> ou <a href="http://www.vale.com.br/">www.vale.com.br</a>, as antigas urls da empresa, que só vai dar página de erro. O novo endereço é <strong>vale.com </strong>(<a href="http://www.vale.com/vale/">site</a>), tal como os sites, digamos, <em>sem fronteiras</em>.</p>
<p><img src="http://bp2.blogger.com/_UKEA8ntsS40/R1QZuNpA7CI/AAAAAAAAAE0/Nz7EAObYqRc/s400/vale.JPG" border="0" /></p>
<p>Vislumbro pela frente um bom trabalho pro meu tcc</p>
<p>Com: <a href="http://feeds.feedburner.com/~r/brainstorm9/~3/192563731/">Brainstorm#9</a></p>
<ul>
<li>Acesse mais informação sobre a repercussão da criação da logomarca e picuínhas sobre semelhanças com a de outras de empresas</li>
</ul>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2007/12/05/327459055.asp">05/12/07</a> &#8211; Empresa de calçados Vitelli ameaça processar a Vale por ter logomarca semelhante, mas não pode.</p>
<p><a href="http://www.adme.com.br/2007/12/vale-copiar.html">05/12/07</a> &#8211; Vale copiar?</p>
<p>Claro! Também vale muito a pena, sem trocadilhos, conferir os mais de 90 comentários  do blog <a href="http://feeds.feedburner.com/~r/brainstorm9/~3/192563731/">Brainstorm#9</a> sobre essa mudança da, agora sim, VALE.</p>
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		<item>
		<title>Lista das 10 maiores empresas e de marca mais valiosa</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/11/16/lista-das-10-maiores-empresas-e-de-marca-mais-valiosa/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 16:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[O projeto de meu tcc até que tá bem encaminhado. Nesta segunda apresentei ao meu orientador para eventuais alterações e o comentário foi &#8221;Siga em frente. Não vejo grandes ajustes. Acho, apenas, que precisas falar também da nova economia no capítulo 1 ou mesmo um capítulo só para isso.&#8221; &#8211; o resumo do projeto pode ser acessado na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=627&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O projeto de meu tcc até que tá bem encaminhado. Nesta segunda apresentei ao <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4775977E6">meu orientador</a> para eventuais alterações e o comentário foi &#8221;<em>Siga em frente. Não vejo grandes ajustes. Acho, apenas, que precisas falar também da nova economia no capítulo 1 ou mesmo um capítulo só para isso</em>.&#8221; &#8211; o resumo do projeto pode ser acessado na página do blog <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/fazendo-tcc/">meu projeto de tcc</a>.</p>
<p>Por minha conta em risco &#8230;. ando relendo o projeto e achei que analisar só o site da CVRD não seria o bastante. Não, eu não vou fazer em apenas um projeto um estudo de caso com outras empresas parecido com a análise que pretendo fazer sobre a Vale. Mas acredito que também seja interessante ter o site de outras empresas como forma de controle: faço uma análise do site da CVRD e tento acompanhar, em linhas gerais, como as constatações feitas também podem valer para outras corporações.</p>
<p><em>O difícil mesmo foi selecionar, com o máximo rigor possível, quais seriam essas outras empresas. Comecei com uma boa referência: a </em><a href="http://www.valoronline.com.br/especiais/2007/Valor1000/"><em>lista das 1000 maiores</em></a><em> empresas do Brasil segundo ranking montado este ano pelo jornal de bacana Valor Econômico.</em></p>
<p>Cruzei os nomes do 50 primeiros nesta lista do Valor com os 50 primeiros na <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG78394-9292-6,00.html">lista das marcas mais valiosas</a> do Brasil segundo lista publicada pela revista Época &#8211; minha meta era selecionar as 10 primeiras empresas cujos nomes estivessem nas duas listas.</p>
<p>Da lista do Valor Econômico, entre as 50 primeiras empresas, metade também aparece entre as 50 marcas mais valiosas, de um total de 130 empresas ranqueadas. Do resultado dessa combinação cheguei aos seguintes nomes entre os 10 primeiros dessa nova lista que montei:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.petrobras.com.br/">Petrobras</a></li>
<li><a href="http://www.volkswagen.com.br/">Volkswagen</a></li>
<li><a href="http://www.chevrolet.com.br/">General Motors</a></li>
<li><a href="http://www.fiat.com.br/">Fiat</a></li>
<li><a href="http://www.paodeacucar.com.br/">Pão-de-açúcar</a></li>
<li><a href="http://www.carrefour.com.br/">Carrefour</a></li>
<li><a href="http://www.telefonica.com.br/">Telefônica</a></li>
<li><a href="http://www.wal-mart.com.br/">Wal-Mart</a></li>
<li><a href="http://www.casasbahia.com.br/">Casas Bahia</a></li>
<li><a href="http://www.correios.com.br/">Correios</a></li>
</ul>
<p>Depois dessa mini-maratona, esse vai ser meu grupo de controle para avaliar o grau de interface dessas empresas com as características da chamada economia da informacional [<a href="http://www.virtual.nuca.ie.ufrj.br/infoeducar/bib/castells1.doc">A Era da Informação</a>], principalmente, no que diz respeito ao fator midiatização.</p>
<p><font color="#800000">Mais do que qualquer outra empresa que encontrei, a página da Vale, caso principal de meu estudo, tem uma forte carga de interação e linguagem midiática</font>:</p>
<ul>
<li>O centro do site relaciona releases e notícias publicadas em jornais de estados onde a empresa atua;</li>
<li>Com várias opções de formatos e temáticas, existe um espaço para se assinar por email a newsletter da empresa;</li>
<li>Jornalistas de redação podem fazer um outro tipo cadastro para recebimento de informações segundo a área de interesse &#8211; a ficha de cadastro busca relacionar a hierarquia que existe dentro de uma redação padrão &#8211; do estagiário ao editor-chefe.</li>
<li>A página <a href="http://www.cvrd.com.br/saladeimprensa/pt/home/imprensa.asp">Sala de Imprensa</a> só perde em número de seções para a de Investidores 12 a 13;</li>
<li>Existe um mapa na lateral esquerda do site onde são pontuados os lugares mundo afora em que a empresa está.</li>
</ul>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/627/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/627/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/627/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/627/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/627/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/627/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/627/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/627/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/627/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/627/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/627/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/627/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=627&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Agências de notícias numa sociedade em rede</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 13:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[indicações]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade midiatizada]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo comentário que Marcos Palacios fez a tese segue bem de perto o estudo de caso que tô fazendo sobre o site da Cvrd. Uma trajetória em redes: modelos e características operacionais das agências de notícias: modelos e características operacionais das agências de notícias, das origens às redes digitais: com estudo de caso de três [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=621&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Pelo comentário que <a href="http://gjol.blogspot.com/2007/11/tese-de-jornalismo-premiada-como-melhor.html" target="_blank">Marcos Palacios fez</a> a tese segue bem de perto o estudo de caso que tô fazendo sobre o site da Cvrd. <em>Uma trajetória em redes: modelos e características operacionais das agências de notícias: modelos e características operacionais das agências de notícias, das origens às redes digitais: com estudo de caso de três agências de notícias</em>, de autoria de <a href="http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhepesq.jsp?pesq=2687254184338962" target="_blank">José Afonso da Silva Júnior</a> (UFPE).</p>
<p>Ainda não cheguei a ler mas Palácios, orientador do trabalho, explica que <a href="http://www.facom.ufba.br/jol/producao_teses.htm" target="_blank">o doutorado</a> organiza-se em três níveis de estudo. O primeiro tentaria estabelecer uma recuperação de elementos históricos da estruturação das agências para identificar e delimitar características operacionais e de fluxo de informações.</p>
<p>O segundo nível apresenta três estudo de caso  de agências de notícias : a <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/" target="_blank">Agência Brasil</a>, a <a href="http://www.estadao.com.br/agestado/" target="_blank">Agência Estado</a> e a <a href="http://br.reuters.com/" target="_blank">Reuters</a>, de modo que , através dos estudos de caso de cada uma, fosse possível aplicar as reflexões teóricas sobre as características elencadas. &#8220;Como o desenvolvimento e difusão das tecnologias digitais e de redes é um fenômeno de ampla presença na atualidade, as agências de notícias não se excluem desses condicionamentos&#8221;, aponta Palácios.</p>
<p>O terceiro nível de estudo procura estabelecer o debate de como as características de operação e de fluxo de informação são configuradas segundo a lógica da sociedade em rede.</p>
<p>Acesse mais nas tags do blog &#8211; <a href="http://polimidia.wordpress.com/category/tcc/" target="_blank">tcc</a>; <a href="http://polimidia.wordpress.com/category/cvrd/" target="_blank">cvrd</a>.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/621/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/621/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/621/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/621/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/621/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/621/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/621/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/621/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=621&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV e a mudança de vida como criação de valor</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/07/27/tv-e-a-mudanca-de-vida-como-criacao-de-valor/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2007 19:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Continuação do resumo &#8211; Sociedade em rede e novas formas de criação de valor

[Migrações midiáticas e criação de valor - Lorenzo Vilches]. Para Vilches, a primazia da criação de valor sobre a qualidade do serviço prestado é cada vez mais evidente no caso da televisão. Ele menciona a febre de reality shows como sintomático.
Big Brother, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=565&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><ul>
<li><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/07/23/sociedade-em-rede-e-novas-formas-de-criacao-de-valor/">Continuação do resumo</a> &#8211; Sociedade em rede e novas formas de criação de valor</li>
</ul>
<p>[<strong>Migrações midiáticas e criação de valor</strong> - <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=lorenzo+vilches&amp;meta=">Lorenzo Vilches</a>]. Para Vilches, a primazia da <strong>criação de valor</strong> sobre a qualidade do serviço prestado é cada vez mais evidente no caso da televisão. Ele menciona a febre de <em>reality shows</em> como sintomático.</p>
<p>Big Brother, Casa dos Artistas, Fama, Ídolos, o Aprendiz; com boa audiência para quem os promove, indicaria o entendimento pelos diretores de televisão, aponta o autor espanhol, de que a<strong> geração de expectativas</strong> é garantia de dividendos.</p>
<p>Mas a situação também revelaria estratégias de adaptação diante da fuga das audiências que a chamada <strong>migração digital</strong> provoca. Como se repensar quando as novas tecnologias impõem reconfigurações no modo de se fazer publicidade &#8211; a principal forma financiamento das TVs?</p>
<p>A disputa pela conquista da <strong>atenção do consumidor</strong> se acirra não somente porque a publicidade deve competir com e evitar o <em>zapping</em> entre os canais. Ela, na televisão, também &#8220;deve ir contra&#8221; os meios interativos.<span id="more-565"></span></p>
<p>Vilches explica que é por isso que a publicidade procura o que ele chama de <strong><em>zapping</em> de atitudes</strong>. Isto é, &#8220;localizar os segmentos e <em>targets</em> mais desejados pelos anunciantes (profissionais, jovens, classe urbana etc)&#8221;. Isso impõe à televisão a procura por alternativas de novas formas de financiamento. Neste caso, o telefone celular seria a grande alternativa para a Internet. Na Espanha, país de onde Lorenzo Vilches escreve, as mensagens por celular e os telefonemas já estariam gerando um lucro perto da marca de 30 minhões de reais. Isso significa que os telefonemas de telespectadores são já a segunda maior fonte de faturamento das TVs espanholas &#8211; depois da venda de publicidade e <em>merchandising</em>.</p>
<p>Desconheço qual o faturamento que se obtém por aqui &#8211; agradeço a quem souber &#8211; mas nada impede que se acredite que também seja um negócio bastante rentável. E isso é notável não somente pela interatividade que se tenta estabelecer entre o público e os programas de <em>reality shows</em>.</p>
<p>A brincadeirinha do leilão invertido, o chamado lance de menor preço único, é uma verdadeira febre na televisão tupiquim. Realmente parece ser um novo pressuposto para se manter um programa. A <a target="_blank" href="http://www.redetv.com.br/siteredetv/grupos/programas/atardeesua/index.aspx">Sonia Abrão</a> tem. <a target="_blank" href="http://olgabongiovanni.uol.com.br/">Olga Bongiovani</a> também. <a target="_blank" href="http://www.claudetetroiano.com.br/">Claudete Troiano</a>, ex-Band, tinha. <a target="_blank" href="http://maisvoce.globo.com/">Ana Maria Braga</a> parece ter deixado de fazer. O novato <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manh%C3%A3_Mulher">Manhã Mulher</a> da <a target="_blank" href="http://www.tvjb.com.br/">TV JB</a> também achou o negócio mais do que atraente. Mas a TV JB foi mais longe. Ela reservou um espaço em sua grande à noite, com mais de uma hora de duração, onde só se assiste mensagens de celular que os telespectadores enviam. Parece não haver restrição. O envio de qualquer asneira, pago, serve.</p>
<p>O telefone, conclui Vilches, seja na função de promover consumo ou de passar a impressão de interferência ativa da audiência sobre a programação, passa a ser um objeto imprescindível para a criação de valor e crescente alternativa de financiamento para as TVs &#8211; &#8220;A recepção perdeu o status do espectador em prol da mercantilização do tempo de exposição à mídia.&#8221;</p>
<p>É válido lembrar também as enquetes, despudoradamente viciadas, que o <a target="_blank" href="http://www.band.com.br/brasilurgente/sobre.asp?ID=14">Brasil Urgente</a> promove. O quadro de maior audiência no <a target="_blank" href="http://domingaodofaustao.globo.com/">Domingão do Faustão</a> é quando os telespectadores têm sua cota de participação para decidir pela continuidade ou não de famosos em disputa de dança e, agora, em disputa em apresentações circenses &#8211; o destaque que é dado no site indica a importância que o programa dedica ao quadro.</p>
<p> <img border="0" src="http://bp0.blogger.com/_UKEA8ntsS40/Rq9pErqxMhI/AAAAAAAAABM/z1Ghj-WoEfo/s400/circo+Faustao.JPG" style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" /></p>
<p>O denominador comum de todas essas <em>novas formas</em> de fazer televisão é a promoção de espectativas que é potencializada pela criação de valor em torno de uma mudança de vida.</p>
<blockquote><p>Os programas apresentam situações, de uma mudança de vida diária dos cidadãos, mudança de aparência física, mudança de trabalho e de parceiro sexual.</p></blockquote>
<p>Seja nos <em>reality shows</em> ou em competições afins, o roteiro final é sempre dizer que as principais conquistas foram a superação, a autodisciplina, o respeito pelo outro, o autoconhecimento e outras palavras decoradas de semântica parecida.</p>
<p>Sobre as premiações pela televisão, como o caso do menor preço único, gera-se expectativa em torno do arremate ou não de algum produto que certamente vai ajudar a vida de uma pessoa comum &#8211; pelo andar, digamos, natural das coisas, tão cedo esse alguém agraciado teria condições de comprar um computador uma moto, por exemplo.</p>
<p>Vilches identifica e sentencia a TV como sendo enfim, uma</p>
<blockquote><p>válvula de escape num mundo fechado sobre si mesmo por medo do terrorismo, da perda do emprego, da solidão e de todo tipo de inconformismo, incluindo o da identidade sexual. Para a perda da estima pela própria realidade, a televisão oferece uma mudança de vida.</p></blockquote>
<p><strong>Próximo resumo</strong> &#8211; A criação de valor na publicação pela Internet </p>
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		<title>Sociedade em rede e novas formas de criação de valor</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jul 2007 17:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Parei de deixar pra começar amanhã e neste final de semana comecei pelo livro Sociedade Midiatizada a fazer resumos de textos que acredito que vão me ajudar a estruturar meu TCC sobre a Vale.Qualquer sugestão, comentário, indicação de novas leituras, é mais do que bem-vindo. Neste caso, a crítica quanto à organização das idéias também é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=561&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><blockquote><p>Parei de deixar pra <em>começar amanhã</em> e neste final de semana comecei pelo livro Sociedade Midiatizada a fazer resumos de textos que acredito que vão me ajudar a estruturar meu TCC sobre a Vale.Qualquer sugestão, comentário, indicação de novas leituras, é mais do que bem-vindo. Neste caso, a crítica quanto à organização das idéias também é crucial.</p></blockquote>
<p>[<strong>Migrações midiáticas e criação de valor</strong> - <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=lorenzo+vilches&amp;meta=">Lorenzo Vilches</a>].<strong> Novidade</strong> parece ser a palavra fundamental nesse artigo. Mas isso não não é porque o autor se arrisque a fazer exercícios de futorologia. Ao contrário. O pensamento de Vilches expressa bastante problematizações e questionamentos que no artigo se baseiam fundamentalmente na afirmação de que &#8220;as contínuas invocações à novidade substituíram a preocupação com um capitalismo sustentável.&#8221;</p>
<p>A dúvida que tenho aqui é sobre qual é o entendimento que Vilches tem quando aponta um suposto desdém com um &#8220;capitalismo sustentável&#8221;. Ora, <strong>mutação contínua</strong> me parece ser o direcionamento estruturante do capital. <a target="_blank" href="http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_arquivos/28/TDE-2007-03-12T131719Z-672/Publico/Tese_Martinuzzo.pdf">Martinuzzo cita</a> Marx e Engels para lembrar que &#8220;a burguesia não pode existir sem revolucionar permanentemente os instrumentos de produção; portanto, as relações de produção; e assim o conjunto das relações sociais.&#8221;</p>
<p>Martinuzzo destrincha esse trecho para argumentar que o capitalismo ainda mantém-se bastante vívido, &#8220;cumprindo sua sina de eterna mutação, antevista pelos fundadores de sua crítica. Na eras dos discursos pós-modernos de fim de tudo, resta essencialmente o <strong>metamórfico capital</strong>.&#8221;<span id="more-561"></span></p>
<p>A sustentabilidade do capital, então, não estaria ameaçada e sim reforçada com as contínuas e agora inauditas produções de novidades, comumente confundidas com crises,  que &#8220;propiciam sucessivas &#8216;revoluções&#8217; que se seguem na experiência de produzir, vender, fazer negócio, gerar lucro, condiocinar sociabilidades.&#8221;</p>
<p>Vilches rememora o <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=apag%C3%A3o+em+Nova+York+&amp;meta=">apagão em Nova York</a> &#8211; &#8220;causado pelo mau funcionamento das hidrelétricas e que devolveu a cidade emblemática da pós-modernidade à época pós-industrial&#8221; &#8211; as quebras das empresas <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=enron&amp;btnG=Pesquisar&amp;meta=lr%3Dlang_pt">Enron</a> e a <a target="_blank" href="http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT344659-1663-1,00.html">WorldCom</a>, e o advento das empresas <em>ponto com</em>, para constatar que &#8220;o novo capitalismo empresarial passou da produção de objetos e serviços à <strong>criação de valor</strong>.&#8221;</p>
<p>A criação de valor como a nova meta a ser alcançada viria a ser o elemento determinante para que em muitos casos se obtenha uma gestão brilhante em <strong>negócios, produtos ou serviços &#8220;cada vez mais degradados</strong>&#8220;. Fato esse que seria configurado pela hegemonia &#8220;do mundo do entreterimento, dos esportes e dos meios de comunicação (isto é, tudo aquilo que pode gerar lucros)&#8221;. A marca diferenciadora de uma companhia, e não necessariamente a qualidade de serviços aos clientes, é o que &#8220;a identifica e explora continuamente o mercado&#8221;.</p>
<p>Em uma sociedade &#8220;regida pela midiatização, pela tendência a virtualização ou telerrealização das relações humanas&#8221;, Vilches argumenta que a informação sobre a qualidade de um serviço se mede pelo <strong>interesse que uma companhia desperta nos meios de comunicação</strong>. &#8220;Assim sendo, de forma difusa, somente sobrevivem aquelas companhias capazes de gerar interesse das mídias&#8221;. O mundo é informação, prega <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/tag/assessoria-de-imprensa/">Martinuzzo em suas aulas</a> como ressonância do que afirma Manuel Castells &#8220;A era da informação é a nossa era. Informação é poder.&#8221;</p>
<p>Tomado aqui de modo esquemático, Castells chama de <strong>cultura da virtualidade real</strong> (<a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22cultura+da+virtualidade+real%22&amp;meta=lr%3Dlang_pt">CVR</a>) esse novo cenário configurado por redes midiáticas e pelo consumo de seus produtos que vão ser a base de nossa vivência. Uma das consequências é que essa <em>nova cultura</em> cria um regime de <strong>estar e não estar</strong>. Se se estar nas mídias também se estará presente na vida de milhares de pessoas e é claro, como afirma Vilches, que isso contribui para a criação de valor nas organizações.</p>
<p>A <a target="_blank" href="http://www.cvrd.com.br/">Vale do Rio Doce</a> entendeu muito bem essa nova forma de <strong>valoração</strong> estruturada pelo <strong>estar na mídia</strong>. No centro de sua página na internet a empresa traz a seção <strong>Notícias</strong>. Diferente do que acontece com sites de governos, onde se publicam notícias para tentar referenciar o jornalismo, o que a Vale cham de notícias é o <em>clipping</em> daquilo que foi publicado nos jornais sobre a empresa. Logo abaixo dessa seção, o site também traz a seção press-releases,  que são informações que podem gerar ou não um novo interesse da imprensa em pautar a Vale.</p>
<p>Mediante cadastro, também existe um <em><a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa">mailing list</a></em> e uma sala de imprensa para os jornalistas interessados em receber ou acessar diretamente mais informações sobre a companhia. É o entendimento da vivência segundo a lógica de um <strong>ethos midiatizado</strong>.</p>
<p>2. O prosseguimento da análise de Vilches vai partir do pressuposto de que, a partir da internet, a <strong>simultaneidade e a deslocalização</strong>, basicamente, são novas formas de valor a ser conquistado. É  a verdadeira aura em torno da qual se deve viver.</p>
<p>De forma secundária, mas de importância crescentemente vital, o autor recorre ao exemplo da procura por imagens para balizar o argumento de que os mecanismo de busca também criam valor em uma sociabilidade configurada pela internet. Castells vai sentenciar que a &#8220;Internet é o tecido de nossas vidas neste momento. Não é futuro, é presente.&#8221;</p>
<p>De volta a Vilches</p>
<blockquote><p>A criação de mecanismo de busca passou a ser um grande negócio nas estratégias das empresas na rede [...]. Agora começa uma nova batalha na guerra de informação: a luta pelo mercado de buscadores, tornados indispensáveis para pesquisa, negócio e entreterimento.</p></blockquote>
<p>É sintomático o fato de que o Jornal Hoje, por exemplo, <a target="_blank" href="http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,3066,00.html">trazer em seus créditos</a> o nome de uma pessoa responsável por fazer pesquisas na internet e que certamente é influência determinante do que será pautado. Não estar na mídia é não existir socialmente, não aparecer como resultado de busca na rede é, cada vez mais, pedir para permanecer no esquecimento em um contexto em que a internet é &#8220;o meio de comunicação e de relação essencial sobre o qual se baseia uma nova forma de sociedade que nós já vivemos&#8221;. É o que Castells chama de <a target="_blank" href="http://www.unisc.br/cursos/enade/docs/curso_enade/Sociedade_Rede_paradigma_informacional.doc">sociedade em rede</a>.</p>
<ul>
<li><strong>Fotografia</strong></li>
</ul>
<p>A migração da fotografia analógica para digital, supõe, para Vilches, uma verdadeira no tempo de recepção, o que vai geraria efeitos diretos sobre a emergência de uma nova concepção de valor de uma imagem.</p>
<p>O que se desdobra disso é que a incorporação de tecnologias digitais supõe a passagem da relação temporal de uma fotografia com a realidade a uma relação temporal baseada exclusivamente no tempo de sua distribuição e na diminuição das barreiras do espaço. Por sua vez, o autor da imagem, acredita Vilches, perde sua autoridade na relação com a realidade, para converter-se num operador de processos regulados pela <strong>simultaneidade do tempo e o espaço da distribuição</strong>.</p>
<p>Vilches faz um paralelo entre essa nova forma de conceber a fotografia daquela que seria realizada no século XIX. Esta se caracterizaria, principalmente, por fundamenatr &#8220;projetos de inventário patrimonial e geográfico&#8221; e, como tal, seria um &#8220;meio de acertar as contas com a verdade.&#8221;</p>
<p>As novas tecnologias romperiam com essa lógica quando &#8220;faz suceder uma série de efeitos que pervertem o sentido original do ato fotográfico. [...] O que menos interessa ao destinatário é o autor, com a condição de que a foto seja imediata.&#8221;</p>
<p>Um exemplo, na citação de Vilches, seria o caso da fotografia para meios informativos. A muita distância do acontecimeto e a urgência do tempo para a circulação da imagem gerariam os riscos de falsear a interpretação que se faz da realidade, &#8220;forçando-os a utilizar a primeira imagem de uma longa série e não necessariamente a melhor, nem a mais pertinente&#8230;&#8221;. O exemplo mais recente e conhecido a esse respeito é o fato de o portal Uol ter <a target="_blank" href="http://imezzo.wordpress.com/2007/07/18/uol-erra-e-assume-foto-de-acidente-era-montagem/">publicado uma fotomontagem</a> enviada por um usuário como se fosse verdadeira sobre o acidente da TAM.</p>
<ul>
<li><strong>Os mecanismos de busca também criam valor</strong></li>
</ul>
<p>Em abril de 2004 se disseminaram na internet e depois na imprensa e na televisão de todo o mundo as fotos &#8220;da ignomínia de <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=Abu+Ghraib&amp;meta=">Abu Ghraib</a>.&#8221;</p>
<p>Lorenzo Vilches toma esse exemplo para questionar os critérios de categorização do que é elencado como resultado das buscas que fazemos na internet &#8211; a busca que ele fez por essas imagens realizada em dois momentos diferentes teria suprimido exatamente as imagens mais impactantes.</p>
<p>O autor argumenta que por &#8220;trás da lista de resultados de cruzamentos combinatórios por efeito de algoritmos&#8221; existe uma inegável intencionalidade política e comercial. Um exemplo que uso para esse caso vem do motim francês que aconteceu no final de 2005.</p>
<p>Fábio Malini traz <a target="_blank" href="http://fabiomalini.wordpress.com/2005/11/20/franca-suburbio-e-controle-da-web/">em seu blog</a> que</p>
<blockquote><p>o governo francês utilizou estratégia de controle da web para obter apoio às medidas do Ministro do Interior, Nicolas Sarkozy (que chamou os suburbanos de &#8220;escória&#8221;).</p>
<p>A estratégia foi simples. Um partido da base do governo pagou ao &#8220;Google Adword&#8221; pelos resultados de busca de determinadas palavras ou termos, redirecionando-os para páginas de apoio à política de Sarkozy. Ou seja, se eu entrasse no google e digitasse a palavra banlieue (subúrbio), as páginas encontradas seriam aquelas onde apareceriam Sarkozy.</p></blockquote>
<p>Esta lógica e as práticas a ela associadas, frisa Vilches, &#8220;(compra de palavras-chaves, de imagens-chaves, garantias de posicionamento na lista de resulatdos &#8211; os dez primeitos etc)&#8221;, vão influenciar &#8220;tanto quanto os sistemas de patrocínio com o qual se torna mais difícil acessar aquelas imagens que nem são pagas, nem são patrocionadas. Um mau assunto para os artistas visuais que se acham fora dos circuitos midiáticos.&#8221;</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/07/27/tv-e-a-mudanca-de-vida-como-criacao-de-valor/">Continua no resumo</a> &#8211; TV e a mudança de vida como criação de valor</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Seminário &#8211; a virtualidade da comunicação horizontal</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/07/02/seminario-a-virtualidade-da-comunicacao-horizontal/</link>
		<comments>http://polimidia.wordpress.com/2007/07/02/seminario-a-virtualidade-da-comunicacao-horizontal/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jul 2007 17:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
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		<description><![CDATA[Na próxima quarta-feira meu grupo na disciplina que faço em Ciências Sociais apresenta um seminário sobre a relação entre opinião e  internet. Fui montar a minha parte e o resultado ficou mais amplo do que esperava.
A quem interessar possa, eis os slides &#8211; está recheado de links.
 
Acesse também
12/07 &#8211; &#8220;O que significa isso de comunicação horizontal e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=545&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Na próxima quarta-feira meu grupo na disciplina que faço em Ciências Sociais apresenta um seminário sobre a relação entre <strong>opinião e  internet</strong>. Fui montar a minha parte e o resultado ficou mais amplo do que esperava.</p>
<p>A quem interessar possa, eis os slides &#8211; está recheado de links.</p>
<p> <object type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' data='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=72852&#038;doc=a-virtualidade-da-comunicao-horizontal4237' width='425' height='348'><param name='movie' value='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=72852&#038;doc=a-virtualidade-da-comunicao-horizontal4237' /><param name='allowFullScreen' value='true' /><param name='allowScriptAccess' value='always' /></object></p>
<p><strong>Acesse também</strong></p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/07/12/o-que-significa-isso-de-comunicacao-horizontal-e-vertical/">12/07</a> &#8211; &#8220;O que significa isso de comunicação horizontal e vertical?&#8221;</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/545/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/545/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/545/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=545&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Oi promove ativismo viral</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/26/oi-promove-ativismo-viral/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 19:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriely Sant'Ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade midiatizada]]></category>

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		<description><![CDATA[Em visita a blogs que já fazem parte da minha rotina &#8220;internética&#8221;, observei que vários deles exibiam um link que convidava a participar de um abaixo assinado contra o bloqueio de celulares pelas operadoras [acesse mais sobre o movimento]. Uma idéia muito boa, pois aumentaria as chances de escolha do consumidor para ligar como quiser [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=525&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Em visita a blogs que já fazem parte da minha rotina &#8220;internética&#8221;, observei que vários deles exibiam um link que convidava a participar de um abaixo assinado contra o bloqueio de celulares pelas operadoras [<a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=bloqueio+de+celular+abaixo+assinado&amp;meta=">acesse mais</a> sobre o movimento]. Uma idéia muito boa, pois aumentaria as chances de escolha do consumidor para ligar como quiser e blá, blá, blá&#8230; mas fiquei meio desconfiada.</p>
<p>Há alguns dias vi na TV um <a target="_blank" href="http://br.youtube.com/results?search_query=comercial+oi">comercial da Oi</a> que avisava que não iria mais vender celulares bloqueados por respeito ao consumidor. Seria esta uma coincidência? Ou o típico golpe publicitário disfarçado de utilidade pública?</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/26/oi-promove-ativismo-viral/"><img src="http://img.youtube.com/vi/NYfbRTifMQI/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Entrei no <a target="_blank" href="http://www.bloqueionao.com.br/">site indicado</a>, olhei de canto a canto da página principal procurando a logo da Oi e nada! Minhas esperanças da campanha não ser de iniciativa empresarial renasceu. Mas na seção &#8220;na imprensa&#8221; tive a visão da realidade que não queria comprovar. <a target="_blank" href="http://www.bloqueionao.com.br/imprensa_detalhe.php?id=56">Uma das notícias</a> era  &#8220;<em>Oi inicia campanha publicitária sobre a venda de celulares sem bloqueio</em>&#8220;<strong>.</strong> Minha suspeita se concretizou: as grandes empresas estão tirando um pouco da legitimidade dos movimentos pela internet.</p>
<p>Esse é um de vários exemplos que podem ser indicados de que o mercado está mesmo tomando lugar do Estado como decisor de ações políticas. Cidadãos só se fazem reconhecidos quando reivindicam seus direitos de consumidor. E quando é uma empresa que decide fazer estas mobilizações, o que mais se pode esperar?</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/525/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/525/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/525/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=525&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Gabriely</media:title>
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		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/NYfbRTifMQI/2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Da lógica da centralidade à politica em redes</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/01/da-logica-da-centralidade-a-politica-em-redes/</link>
		<comments>http://polimidia.wordpress.com/2007/06/01/da-logica-da-centralidade-a-politica-em-redes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 18:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade virtual]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[eventos/debates]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade midiatizada]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ufes]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram indicadas três bibliografias para estruturar o artigo, para a aula sobre web 2.0, que se propõe a analisar um fenômeno das redes virtuais &#8211; a entrega foi adiada para o final do período. [Essa postagem é parte do que já havia escrito].
&#62; Michel Bauwens &#8211; A Economia Política da produção entre Pares 
&#62; Antonio Negri &#8211; A Constituição do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=522&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Foram indicadas três bibliografias para estruturar o artigo, para a aula sobre <strong>web 2.0</strong>, que se propõe a analisar um fenômeno das redes virtuais &#8211; a entrega foi adiada para o final do período. [Essa postagem é parte do que já havia escrito].</p>
<p><strong>&gt;</strong> <a target="_blank" href="http://www.nettime.org/Lists-Archives/nettime-br-0607/msg00000.html">Michel Bauwens</a> &#8211; A Economia Política da produção entre Pares </p>
<p><strong>&gt;</strong> <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/09/a-liberdade-que-constitui/">Antonio Negri</a> &#8211; A Constituição do Comum</p>
<p><strong>&gt;</strong> <a target="_blank" href="http://reposcom.portcom.intercom.org.br/dspace/bitstream/1904/18493/1/R2024-3.pdf">Henrique Antoun</a> &#8211; Democracia, Multidão e Guerra no Ciberespaço</p>
<p>Todos os autores trazem, não mais como uma tese, mas como um dado da realidade para argumentação, que as <strong>redes sociais</strong> representam hoje um <strong>novo sujeito político</strong>.</p>
<p>Citados por Antoun, <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?q=%22Arquilla+e+Ronfeldt%22&amp;hl=pt-BR&amp;lr=lang_pt&amp;start=0&amp;sa=N">Arquilla e Ronfeldt</a> vão dizer, em forma de dúvida retórica</p>
<blockquote><p>As redes parecem ser as próximas formas dominantes de organização – muito depois das tribos, hierarquias e mercados – a chegar ao seu próprio modo de redefinir as sociedades e assim fazendo, a natureza do <strong>conflito e da cooperação</strong>.</p></blockquote>
<p><em>&#8220;A natureza do conflito e da cooperação&#8221;</em> porque seriam esses os fundamentos básicos sobre os quais a internet viria a ser constituída. Antoun vai recuperar então que as</p>
<blockquote><p>Tecnologias informacionais de comunicação (TIC), que constituíram a internet e os sistemas de hipermídia através da comunicação mediada por computador (CMC), teriam uma dupla origem fundada nas necessidades <strong>estratégicas da máquina militar e nos investimentos de desejo de política democrática</strong>.</p></blockquote>
<p>Antoun vai lembrar ainda que embora sejam inteiramente diversos esses dois princípios que regem o uso da rede hoje &#8211; &#8220;tanto na índole quanto no desenvolvimento da argumentação&#8221; teórica desencadeante &#8211; as discussões vão sempre se perguntar sobre<strong> o futuro da cooperação e do conflito</strong> &#8220;na sociedade pós-moderna a partir do advento das redes constituídas pelas TIC e CMC&#8221;.</p>
<p>A discussão sobre <strong>comunidades virtuais</strong>, por um lado, explorariam o poder de cooperação das organizações em rede, enquanto que as <strong>redes de guerra</strong>, por outro, assinalariam a de seu assustador poder de fogo em situações de conflito &#8211; vide o caso da forma de Bin Laden agir em rede no dantesco 11 de setembro. Estes trabalhos, tão contrários entre si, frisa Henrique, nos fazem perguntar se as redes são características de qualquer organização ou se elas são uma<strong> </strong>forma própria de organização  &#8211; que potencializadas pelas TIC e pela CMC &#8211; estaria conquistando suas emancipação na atualidade.</p>
<p>A leitura da íntegra desse artigo de Antoun vai indicar uma contundente aposta na segunda hipótese.</p>
<p><font color="#ff6600">Redes colaborativas<span id="more-522"></span><br />
</font>Michel Bauwens também vai argumentar que a lógica de redes expressa, de forma paradigmática, características bem particulares da maneira como as organizações se estruturam hoje.</p>
<blockquote><p>Desde que Marx identificou nas fábricas industriais de Manchester o modelo da nova sociedade capitalista nunca tinha ocorrido uma transformação tão profunda dos princípios da nossa vida social como a que sucede actualmente.</p></blockquote>
<p>Bauwens constata que à medida em que os sistemas sociais, políticos e econômicos se transformam em <strong>redes distribuídas</strong>, emerge uma nova dinâmica produtiva: o modelo peer to peer <strong>(P2P)</strong>, ponto a ponto, computador por computador. Esse modelo teria o alcance de determinar então toda constituição e maneira de se fazer a política atualmente.</p>
<p>O autor vai sistematizar ainda que essa nova constituição política do presente também provoca um <strong>terceiro modo de produção, de autoridade e de propriedade</strong> visando à participação sem seleção <em>a priori</em> de atores autonômos em relação a qualquer papel de centralidade ou de comando, para além tanto de uma lógica de mercado quanto a de estado.</p>
<p>A dinâmica que daria vida aos processos P2P se caracterizaria pela</p>
<p><strong>- </strong>produção de valor de uso através da cooperação livre entre produtores que têm acesso ao capital distribuído;</p>
<p><strong>- </strong>administração pela comunidade de produtores e não por mecanismos de legitimação de mercado ou de uma hierarquia empresarial (terceiro modo de autoridade);</p>
<p><strong>-</strong> disponibilizar livremente o valor de uso o segundo um princípio de universalidade, através de novos regimes de propriedade comum (&#8220;modo de propriedade distribuída ou entre pares&#8221;).</p>
<p><font color="#ff6600">O conceito de massa em crise</font></p>
<p>A leitura desses artigos dialoga bastante com a temática do <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br">seminário</a> da semana passada aqui em Vitória. Foi Ruth Reis quem deu destaque à questão de que o modelo de comunicação de massa nasceu e entrou em crise ainda no século XX.</p>
<p>Ela fez um pequeno histórico sobre os movimentos pela democratização da comunicação no sentido de ressaltar que essas iniciativas datam de muito tempo, mas que seria inegável que &#8220;a luta reacendeu com uma força fantástica com o advento da internet&#8221;.</p>
<p>Toda a discussão, lembra Ruth, seguia a lógica de uma matriz de massa. &#8220;Tinha que haver uma centralidade (legislação, iniciativa do Estado etc). A digitalização traz uma matriz distribuída. Um novo paradigma que se caracteriza pela horizontabilidade cooperativa&#8221;.</p>
<blockquote><p>Descobrir novas formas de narrativas e de se fazer política se faz necessário. Os modelos anteriores parecem <strong>esgotados</strong>.</p></blockquote>
<p>É por isso que seria fora de realidade debater uma Rede Pública de Televisão &#8211; que repetiria em forma estatal a mesma lógica empresarial de <strong>centralidade</strong> de produzir comunicação e cultura. Acesse mais <a target="_blank" href="http://tv.ufrj.br/tjufrj/">no debate</a> <strong>O Comum para além do Mercado e do Estado &#8211; o embate sobre da TV digital</strong> que aconteceu, pelo seminário A Constituição do Comum, na mesa de segunda à tarde (28/05) no Rio.</p>
<ul>
<li>Acesse a íntegra do artigo em &#8221;<a target="_blank" href="http://polimidia.files.wordpress.com/2007/06/artigo-optativa.doc"><font color="#333333">22/06 </font></a>- A cooperação como elemento constituinte das redes sociais&#8221;</li>
</ul>
<p><strong>Leia também</strong></p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/24/%e2%80%9ca-televisao-e-controle-de-subjetividade%e2%80%9d-diz-filosofo/">24/05</a> &#8211; “A televisão é controle de subjetividade”, diz filósofo</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">21/05</a> &#8211; &#8220;A fuga das fábricas, o encontro das redes&#8221;</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/04/a-opiniao-distribuida-no-mercado-do-dialogo/">04/05</a> &#8211; A opinião distribuída no mercado do diálogo</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/">25/05</a> &#8211; “A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/polimidia.wordpress.com/522/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/polimidia.wordpress.com/522/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/polimidia.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/polimidia.wordpress.com/522/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=522&subd=polimidia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Seminário &#8220;Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo&#8221; via internet</title>
		<link>http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/seminario-cultura-e-conflitos-no-capitalismo-contemporaneo-via-internet/</link>
		<comments>http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/seminario-cultura-e-conflitos-no-capitalismo-contemporaneo-via-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 May 2007 20:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[eventos/debates]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade midiatizada]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] - O seminário a Constituição do Comum termina hoje no ES e, nessa ordem, segue para o Rio de Janeiro, Bahia e Pará - saiba mais no site do evento. As palestras programadas para o Rio, entre 28 de maio e 01 de junho, poderão ser acompanhadas ao vivo pelo site do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=519&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><u><font color="#ff9900"><font color="#000000"><strong>[</strong></font>Seminário A Constituição do Comum</font></u> - <a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>]</strong> </font>- O seminário a <strong>Constituição do Comum</strong> termina hoje no ES e, nessa ordem, segue para o Rio de Janeiro, Bahia e Pará - saiba mais no <a target="_blank" href="http://www.ocomum.com.br/">site do evento</a>. As palestras programadas para o Rio, entre 28 de maio e 01 de junho, poderão ser acompanhadas <a target="_blank" href="http://tv.ufrj.br/tjufrj/">ao vivo pelo site</a> do Telejornal Online da Escola de comunicação da UFRJ &#8211; os seminários vão está arquivados para livre acesso nesse mesmo endereço.</p>
<p><strong>- </strong>A pauta da manhã de hoje foi &#8220;Programas Públicos de acesso à internet pública: estratégias e parcerias&#8221;. Não pude acompanhar as apresentações, mas a temática deve ter passado por aqui</p>
<blockquote><p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/11/secretario-de-desenvolvimento-de-vitoria-apresenta-projeto-de-acesso-livre-a-internet/">11/04/07</a> &#8211; Vitória organiza projeto de acesso livre à internet</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/09/vitoria-sedia-seminario-internacional-a-constituicao-do-comum/">09/05/07</a> &#8211; Autonomia na produção de comunicação e cultura é tema de seminário</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">21/05/07 </a>- A fuga das fábricas, o encontro nas redes</p>
<p><a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/04/07/linux-para-alem-de-um-software-livre/">07/04/07</a> &#8211; Linux para além de um software livre</p></blockquote>
<p><strong>-</strong> O tema da tarde foi &#8220;Nós a mídia: jornalismo cidadão e o futuro do jornalismo profissional&#8221;. Um <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/04/a-opiniao-distribuida-no-mercado-do-dialogo/">post do blog</a> bem relacionado ao tema é &#8220;A opinião distribuída no mercado do diálogo&#8221;.</p>
<p><strong>-</strong> Ainda tenho<strong> muita coisa</strong> para postar por aqui e quisera eu que a digestão das discussões fosse mais fácil. Em algumas temáticas me senti contemplado e bem a vontade para escrever. Em outros temas, como ativos imateriais na cidade -  um dos assuntos do seminário da quinta-feira &#8211; ainda vou organizar o texto melhor para não ficar uma <em>tradução simultânea</em> mal feita &#8211; me surpreendi com meu interesse pelo tema.</p>
<ul>
<li> Acesse a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/"><font color="#333333">todos os posts</font></a> sobre o seminário publicados por aqui.</li>
</ul>
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		<title>&#8220;A mudança não passa pela delegação de representação&#8221;, conclui editor da Le Diplomatique</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2007 16:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[capitalismo cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[[Seminário A Constituição do Comum - blog] - Ainda na manhã de quarta
O editor da Lemonde Diplomatique no Brasil, Antonio Martins, constata que houve uma mudança muita grande na forma de se alcançar o direito de se produzir informação. &#8220;Muito diferente de como se deveria agir há 20 anos atrás, por exemplo&#8221;. Martins usou dessa constatação para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=polimidia.wordpress.com&blog=426149&post=518&subd=polimidia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><font color="#ff9900"><u><strong><font color="#000000">[</font></strong>Seminário A Constituição do Comum</u><font color="#000000"> - </font><a target="_blank" href="http://ocomum.wordpress.com/"><font color="#333333">blog</font></a><font color="#000000"><strong>] </strong></font></font>- <strong>Ainda na manhã de quarta</strong></p>
<p>O editor da <a target="_blank" href="http://diplo.uol.com.br/">Lemonde Diplomatique</a> no Brasil, <strong>Antonio Martins</strong>, constata que houve uma mudança muita grande na forma de se alcançar o direito de se produzir informação. &#8220;Muito diferente de como se deveria agir há 20 anos atrás, por exemplo&#8221;. Martins usou dessa constatação para dizer que é necessário pensar então em novas formas de emancipação sóciocomunicativa.</p>
<blockquote><p>Projetos que realcem a ação autonôma implica responsabilidades maiores. Autonomia para enxergar novas formas de luta.</p></blockquote>
<p>Essa conquista do direito à comunicação não passa mais &#8211; como nunca viria a se passar, mas o contexto político hoje grita isso &#8211; por uma centralização dos meios de se produzir comunicação, &#8211; um verdadeiro crtl c crttl v do modelo tradicional a que tanto a chamada <em>esquerda</em> viria a contestar &#8211; ou seja, muito pensamento a partir do que já está proposto e nada de <strong>autonomia de pensamento político</strong>. &#8220;Querer enfrentar os veículos de comunicação era quase sempre uma batalha perdida&#8221;, reconhece catarticamente.</p>
<p>Martins vai argumentar que <strong>a internet</strong> traz uma <strong>realidade alternativa e não dialética</strong> &#8211; o que também não significaria afirmar que ela represente uma panacéia. &#8220;As pessoas deixam a TV e passam então a valorizar as múltiplas possibilidades da internet.&#8221;</p>
<p>Impossível não citar aqui <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22Derrick+de+Kerckhove%22&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=lr%3Dlang_pt"><font color="#333333">Derrick de Kerckhove</font></a> quando diz<span id="more-518"></span> </p>
<blockquote><p>A luta política hoje não se fará entre entre direita e esquerda, mas entre quem vê televisão sem uma resposta e quem adere a Net com uma informação muito mais completa e que todos podem gerir e alimentar.</p></blockquote>
<p>Uma outra <strong>mudança estrutural</strong> do modo de se fazer política seria desencadeada a partir dos <strong>movimentos zapatistas, de Seatle e fóruns sociais mundiais</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://2007mayday.wordpress.com/2007/04/02/auto-organizacao-da-inteligencia-coletiva-global-uma-estrategia-para-o-movimento-pos-seattle-genova-por-franco-berardi-bifo/">ver texto</a> &#8216;Auto-Organização da Inteligência Coletiva Global &#8211; Uma estratégia para o movimento pós-Seattle-Gênova por Franco Berardi (Bifo)&#8221;. &#8220;Ela [mudança] caminha no sentido de que seja esgotada a supremacia do lucro sobre o direito&#8221;.</p>
<blockquote><p>A questão, para Martins, não é a de negar o capitalismo. É colocar na mesa de discussão novos valores</p></blockquote>
<p>Ele diz não acreditar que a mudança aconteça em um dia a ser aguardado, bem ao estilo de um golpe ou coisa parecida - nesse momento esperava que ele dissesse &#8220;A hora é essa!&#8221;. Martins cita o exemplo do movimento <em>software livre</em> para reafirmar que os movimentos sociais têm que ser mais propositivos &#8211; não resisti, minha memória religiosa me trouxe essa palavra &#8220;Levanta-te, vem para o meio&#8221;. Até pela narrativa bíblica, a cura, seja lá do que e operada por quem, só vem quando se pede e se <strong>busca insistentemente</strong>. Amém!</p>
<p>A possibilidade de mudança, mensageia Antonio Martins, não é feita pela delegação de representação. &#8220;Ela está em ações cotidianas. Do mínimo ao máximo.&#8221;</p>
<p>Amém!</p>
<ul>
<li> Acesse a <a target="_blank" href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/12/a-producao-do-imaterial-na-cidade/"><font color="#333333">todos os posts</font></a> sobre o seminário publicados por aqui.</li>
</ul>
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