Livro Jornalismo 2.0 Dezembro 19, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in Jornalismo e Internet, indicações, web 2.0.add a comment

Minha mais nova leitura de minhas férias da universidade até março, o blog Gjol traz que o livro oferece uma abordagem prática das ferramentas e formatos empregados nos meios digitais, nos quais os conteúdos audiovisuais e a interatividade com os usuários ganham cada dia maior importância.
Acesse também
14/12/07 – Tendências e cenários do jornalismo na internet
10/12/07 – Blogs metropolitanos: “É hora de construir bairros na rede”
04/05/07 – A opinião distribuída no mercado do diálogo
Resenha – Periodismo Ciudadano: Ruido y Nuances Outubro 8, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in "Jornalismo Cidadão", Resumos, blogs, web 2.0.2 comments
Essa é uma resenha feita para a disciplina Imprensa e Jornalismo Cidadão. O texto básico foi Periodismo Ciudadano: Ruido y Nuances:
Sociedade do conhecimento para uns. Sociedade da informação para outros. Ou mesmo sociedade em rede ou tecnológica. O modo de apreender tem lá suas especificidades e nuances, mas o fato em questão é o mesmo. Potencialmente, toda a sociedade é posta ou se vê em condições de produzir. Os meios para distribuir essa produtividade antes estocada, não mais estaria restrito a um seleto grupo que detém o monopólio da fala – acesse mais na postagem “O que é isso de comunicação horizontal e vertical?“.
Aqui o conteúdo produzido nas margens, a partir do usuário comum, passa a protagonizar o que vai se constituir na chamada web social, resultado das interações feitas em rede. Obra que, como lembra um dos diretores do Yahoo!, Ricardo Baeza-Yates, “va mucho más allá de las fotos y videos”. (mais…)
Quando a subjetividade deu sentido às máquinas Setembro 24, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in capitalismo cognitivo, economia, eventos/debates, redes, web 2.0.5 comments
[Seminário A Constituição do Comum - blog] - Amanhã começa em Belém a quarta e última edição do seminário. Das discussões que aconteceram aqui em Vitória foram oito relatos publicados. Acho que aquele que chegou mais perto do que foi discutido por aqui foi o post, abaixo, “A fuga das fábricas, o encontro nas redes“. A hipótese é a de que vivemos em um novo tipo de sociedade. Nesse novo cenário o conhecimento não se voltaria mais para que as máquinas se tornem mais dinamizadas e produtivas na intermitente missão de se produzir riqueza e rentabilidade.
- O modelo produtivo fordista a que Chaplin satiriza em seu Tempos Modernos é superado
Esse modo alheio ao que a subjetividade, a experiência de vida, a singularidade (…) têm a apresentar como inovação ao trabalho estaria superado. A produção agora passa a ser chamada de trabalho imaterial. O conhecimento não é mais para dinamizar a produção mecanizada. É sim para se produzir mais conhecimento. A informação é matéria-prima e “produto final“.
- Acho que ainda não se tem um filme como sátira ou mesmo como exemplo. Mas o modo livre, leve e solto de se trabalhar no Google, talvez seja o melhor exemplo desse novo paradigma.
Eis a postagem “A fuga das fábricas, o encontro nas redes“: (mais…)
Presidente do Equador se lança na web 2.0 Setembro 15, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in cibercultura, comunicação, mundo afora, política, web 2.0.1 comment so far
O presidente do Equador, Rafael Correa, lançou na rede um site um pouco mais interativo e não sei o porquê mas o espaço vem recebendo a alcunha de blog.
- Também tá no youtube um vídeo de divulgação.
Nele fica claro o conhecimento dos suportes e ferramentas web 2.0. Correa fala com desenvoltura sobre democratização da informação, redes sociais e de liberdade de produção e divulgação de informações “por encima de medios masivos tradicionales usando medios más participativos, como es el internet. “
No site do presidente, ainda me falta saber se o país tem e-gov e que tipo de uso faz, se tem em destaque a intenção de “¡Todos a construir la Asamblea Constituyente por Internet! “. Entre os desafios de Correa pra construir essa, digamos, nova ágora, vai ser ampliar esse uso potencialmente subversivo e de radicalização democrática para além dos atuais 1.2% da população que são usuários de internet no país, segundo indica o site Internet World Stats.
Isso significa que de um total de mais de 13.7 milhões de equatorianos, pouco mais de 165 mil são usuários da rede.
Pelo Brasil, mesmo com o alcance ainda restrito, a coisa muda um bocado. Até meados de 2006, eram 25.9 milhões de usuários de internet, com um índice total de 14.1% da população. Esse pequeno percentual já era o bastante para o Brasil representar 46.6% dos internautas na América do Sul.
- Para mais informações sobre a internet no Brasil, acesse o estudo publicado pelo IBGE “Acesso à Internet e posse de telefoen móvel celular para uso pessoal”.
Via ALT1040
Acesse também
02/07 – A virtualidade da comunicação horizontal. A descentralização da produção
10/07 – Práticas de e-gov confundem promoção de cidadania com prestação de serviços
29/06 – Internet. Mídia de multidão e de controle. Essa tecnologia é uma de muitas que proporcionam uma grande capacidade de acesso a informações e isso pode se tornar em um grande pesadelo “si alguien la utiliza con fines de espionaje.”
22/07 – A cooperação como elemento constituinte das redes sociais
11/07 – Livro problematiza redes P2P e propriedade intelectual
O jornalismo na era da economia da abundância Julho 25, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in internet, jornalismo, tecnologia, web 2.0.1 comment so far
Juan Varela, do blog Periodistas 21, esquematizou uma apresentação sobre como a digitalização vem atuando no direcionamento das mudanças que vem acontecendo no jornalismo.
Nada de totalmente novo. Ele reafirma que o momento indica de forma contudente a convergência das mídias e, como tal, os desafios seriam
- Mudar o modo de pensar de jornalistas e editores para uma lógica digital. Tenho colegas que são, digamos, naturalmente de jornalismo impresso.
- Aceitação da participação do usuário. No site do Observatório da Imprensa, por exemplo, crescem as críticas pelo fato dos comentários serem moderados. Outro dia, um tom impaciente, Alberto Dines, chamou os internautas de patrulheiros.
- Criar estruturas dinâmicas para a produção e edição de conteúdos pelos leitores/usuários
Um aspecto fundamental apontado foi a nova forma de valoração da informação. Varela vai diferenciar esse valor a partir de dois momentos. A chamada era da escassez e, agora, a era da abundância.
Na escassez o valor da informação era estabelecido a partir da dificuldade de se conseguir notícias atuais e verdadeiras.
Na era da abundância, Varela diz que o problema não é a falta de informação. Agora tem para todos os gostos espalhada pelos grupos de estilos e afetividades potencializados pela internet. A atitude de agora seria a de apurar qual é a informação mais valiosa e fazer uma reelaboração para que todos, e não apenas um grupo em particular, possam saber.
O I Seminário Capixaba de Ética e Jornalismo que aconteceu aqui na Ufes em maio trouxe uma discussão parecida.
Hess comentou que o momento indica o jornalista muito mais relacionado a desempenhar o papel de organizador de conteúdos, o jornalismo cartógrafo, do que o de ser porta-voz do verdade. Ele fez referência ao livro norte-americano Elementos do Jornalismo para fundamentar essa idéia de cartografia. A coordenadora do seminário, Marcilene Forechi, em um exemplo de valorização da prata da casa, lembrou que a latinidade também desenvolveu esse conceito. Ela disse que o pesquisador colombiano Jesús Matin-Barbero tem um livro intitulado O Ofício de Cartografo [travessias latinoamericanas de comunicação na cultura].
Acesse o post “A opinião distribuída no mercado do diálogo” para saber o que discutido no encontro.
Leia também
02/07 – A virtualidade da comunicação horizontal. A descentralização da produção
Acidente da TAM e a informação produzida por pessoas comuns Julho 18, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in cibercultura, cotidiano, jornalismo, web 2.0.1 comment so far
11h50 – Soube da notícia do acidente com o avião do TAM e fui tentar confirmar o relato do blog Código Aberto de que “O tiroteio na Virginia Tech muda rumos da cobertura jornalística de grandes eventos na era da internet”.
Usando câmeras digitais, laptops, telefones celulares, blogs, podcastas, videoblogs, chats e toda a parafernália contemporânea de comunicação, as testemunhas da tragédia começaram a divulgar informações mesmo antes do segundo e mais mortal tiroteio, quando a imprensa ainda não havia acordado para o fato. A Wikipédia foi apenas uma amostra do emaranhado de fluxos informativos que se formaram autonomamente, sem controle centralizado, quase uma anarquia organizada. Houve um momento, no quarto dia depois da tragédia, que a enciclopédia virtual correu o risco de se transformar o seu material sobre a Virginia Tech num mega tributo às vítimas, tal o volume de informações que começaram a ser postadas sobre os mortos e feridos.
Também tem esse post no mesmo blog “Usuários publicam cada vez mais na web e começam a mudar padrões informativos”.
De fato. Hoje pela manhã o Primeiro Jornal da Band e o Hoje em Dia da Record já traziam gravações e imagens feitas por pessoas que teriam testemunhado o acidente. No Jornal Nacional o William Bonner frizava o fato das notícias serem transmitidas a “partir de testemunhas oculares” - este vídeo de 43 segundos é de quem teria filmado o acidente que aconteceu a duas quadras de onde mora.
A frase vinda no final deste vídeo, “Acidente da TAM. 1ª Imagem. Exclusivo”, já pensando para quem mandar o seu furo de reportagem, é “tô filmando e vou vê se jogo pra Globo”.
- Até agora se pode encontrar no Youtube 20 vídeos com as palavras “tam avião congonhas acidente”.
- No Flickr, para as mesmas palavras digitadas, o número de fotos é um pouco maior, 23, mas a maioria delas dizem a mesma coisa e as aquelas que são mais expressivas sobre o acidente são do Estadão.
- O sistema de busca para blogs do Google traz 289 referências e o Technorati esse número se eleva a 420 links como resultado de busca. O Estadão lembra que entre os blogs, ainda ontem à noite, o Dcccarbono trazia infografias “infografias sobre o acidente e imagens captadas pelos diversos canais de TV e links para comunidades criadas no site de relacionamentos Orkut”.
O Uol trouxe uma chamada de capa só para depoimentos de internautas “Internautas relatam acidente em Congonhas”.
- No orkut existe um caso curioso que não conhecia. Comunidades que foram criadas há mais tempo e com outros objetivos mudaram de nome. Não sei se pra reter atenção, por solidariedade, mas o fato é que isso existe. É a caso da comunidade “Acidente com avião da TAM”. Ela agora tem 400 membros e foi criada em abril – foram relacionadas 15 comunidades para as palavras “acidente TAM”.
A maior de todas as comunidades até agora é “Luto e Solidaridaridade vôo 3054″ com 4.054 membros e criada duas horas depois do acidente. A segunda maior comunidade era a TAM – Vôo 3054, com 477 membros, também discutindo as causas do acidente e trazendo ainda um tópico com a cobertura minuto a minuto do acidente.
- No Google Trends são as cidades, nessa ordem, de São Paulo, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Rio as que mais procuram pelas palavras “acidente TAM”. É curioso que nessa lista não esteja Porto Alegre, cidade de onde o avião partiu.
- Mas o que chama atenção mesmo é quando se acessa a Wikipédia. Há um amplo material com
- Um relato sobre o que foi o acidente
- As características do avião
- Buscas por sobreviventes e número de vítimas
- Relato sobre provavéis delineamentos de investigação da tragédia
- Comunicados oficiais da TAM
- Condolências Oficiais
- Fotografias e muitos outros links onde se pode fazer uma leitura aprofundada.
Logo no cabeçalho o site informa que “Este artigo é sobre um evento atual. A informação apresentada pode mudar rapidamente. A edição desta página por usuários não-cadastrados está desabilitada devido a vandalismos recentes. Se não puder editar esta página, discuta sobre o seu conteúdo na página de discussão ou faça login.”
“Internet é a nova realidade”, afirma diretor do Yahoo! Junho 15, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in capitalismo cognitivo, cibercultura, comunidade virtual, economia, eventos/debates, internet, mundo afora, política, redes, web 2.0.3 comments
“El poder del social media“. Esse foi o nome de uma conferência de que participou o diretor do Yahoo! na Espanha e América Latina, Ricardo Baeza-Yates. Ele destacou que a internet é cada vez mais fundamental e determinante da maneira como a sociedade vem se organizando. “Amplificar las redes sociales que siempre han existido pero que antes no era posible reunirlas en un mismo lugar.”
las personas se mantienen conectadas para comunicarse, informarse o entretenerse, y también cada vez más porque quieren ser parte de nuevas formas de participación con un sentido de pertenencia. Hoy en día cada vez más la web es usada para sentirse parte de algo y compartir con otros
Ricardo lembrou que o próprio conceito do que seja a web vem sofrendo mutações. Deixa-se para trás a idéia de uma web alheia ao usuário para uma que responda àquilo que o internauta deseja. Aqui o conteúdo produzido nas margens, a partir do usuário comum, passa a protagonizar o que vai se constituir na chamada web social, resultado das interações feitas em rede – “obra que va mucho más allá de las fotos y videos”.
Leia mais
11/12/06 – David Ugarte lança livro “El Poder de las Redes”
01/06/07 – Da lógica da centralidade à políica em redes
12/06/07 – A produção do imaterial na cidade
Via Atina Chile
Da lógica da centralidade à politica em redes Junho 1, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in capitalismo cognitivo, cibercultura, comunicação, comunidade virtual, economia, eventos/debates, inclusão digital, internet, política, redes, sociedade midiatizada, tecnologia, ufes, web 2.0.2 comments
Foram indicadas três bibliografias para estruturar o artigo, para a aula sobre web 2.0, que se propõe a analisar um fenômeno das redes virtuais – a entrega foi adiada para o final do período. [Essa postagem é parte do que já havia escrito].
> Michel Bauwens – A Economia Política da produção entre Pares
> Antonio Negri – A Constituição do Comum
> Henrique Antoun – Democracia, Multidão e Guerra no Ciberespaço
Todos os autores trazem, não mais como uma tese, mas como um dado da realidade para argumentação, que as redes sociais representam hoje um novo sujeito político.
Citados por Antoun, Arquilla e Ronfeldt vão dizer, em forma de dúvida retórica
As redes parecem ser as próximas formas dominantes de organização – muito depois das tribos, hierarquias e mercados – a chegar ao seu próprio modo de redefinir as sociedades e assim fazendo, a natureza do conflito e da cooperação.
“A natureza do conflito e da cooperação” porque seriam esses os fundamentos básicos sobre os quais a internet viria a ser constituída. Antoun vai recuperar então que as
Tecnologias informacionais de comunicação (TIC), que constituíram a internet e os sistemas de hipermídia através da comunicação mediada por computador (CMC), teriam uma dupla origem fundada nas necessidades estratégicas da máquina militar e nos investimentos de desejo de política democrática.
Antoun vai lembrar ainda que embora sejam inteiramente diversos esses dois princípios que regem o uso da rede hoje – “tanto na índole quanto no desenvolvimento da argumentação” teórica desencadeante – as discussões vão sempre se perguntar sobre o futuro da cooperação e do conflito “na sociedade pós-moderna a partir do advento das redes constituídas pelas TIC e CMC”.
A discussão sobre comunidades virtuais, por um lado, explorariam o poder de cooperação das organizações em rede, enquanto que as redes de guerra, por outro, assinalariam a de seu assustador poder de fogo em situações de conflito – vide o caso da forma de Bin Laden agir em rede no dantesco 11 de setembro. Estes trabalhos, tão contrários entre si, frisa Henrique, nos fazem perguntar se as redes são características de qualquer organização ou se elas são uma forma própria de organização – que potencializadas pelas TIC e pela CMC – estaria conquistando suas emancipação na atualidade.
A leitura da íntegra desse artigo de Antoun vai indicar uma contundente aposta na segunda hipótese.
Redes colaborativas (mais…)
Internet: “O gato saiu do saco” Maio 24, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in blogs, cibercultura, comunicação, copyleft, economia, eventos/debates, internet, jornalismo, mundo afora, política, tecnologia, web 2.0.2 comments
[Seminário A Constituição do Comum - blog] – Duvido que alguém tenha saído da Estação do Porto na tarde de ontem sem pelo menos ter esboçado um sorriso. Bem ao seu estilo Show-Men, Henrique Antoun fez parte da mesa “Internet: Novas Formas de Opinião Pública e de Consumo“. Também participaram da mesa Gustavo Fortes e Edney Souza – têm muitas novidades ainda e pouco a pouco faço meus relatos das paletras de que participei.
Henrique baseou sua fala no tópico que postou em sua comunidade do orkut Ciberidea Guerra do Código incendeia a web – leia mais abaixo.
Ele entende que esse caso seja bem ilustrativo do que representa a internet. Espaço a que, por mais que se tente, é difícil que alguma ação ou caracterização, consiga domesticar, “tornar a fera mais mansa”.
“A internet dá vazão a sua expressividade. Não é lógica de massa e nem de nichos [domestificação].” É então imanência cooperativa. A subjetividade, “a verdade que te inclui”, vem a ser o grande valor.
Blogs. Credibilidade. Fim do jornalismo
Tão à queima roupa quanto a pergunta, Antoun diz que os blogs não vão fazer com que os veículos tradicionais desapareçam. Isso porque, lembra, a lógica que os mantém são bem diferentes.
“O veículo veicula o preconceito de sua audiência. Você só arregimenta as massas a partir de grandes preconceitos. Ela [massa] é mantida dócil pelos proprietários de comunicação fazendo com que desconfie de sua capacidade de ação.” Mauro lembraria também que o cinema sempre representa a chamada massa, como não sendo capaz de se autogerenciar. Sempre quando isso vem a acontecer nos filmes, frisa o professor de Opinião Pública, Mídia e Democracia, o caos se estabelece.
A lógica dos blogs se destoaria no sentido de que eles não representam “uma comunicação para os outros. É antes uma perspectiva a partir do mundo de quem produz. “O que leva ao necessário reconhecimento no enunciado do sujeito produtor de seus discursos. Muito diferente dos efeitos de objetividade e realidade buscados pelo jornalismo tradicional.
“Além de produzir o efeito de verdade objetiva, o jornal, com a aparência de afastamento, evita arcar com a responsabilidade do que é dito, já que transmite sempre a opinião dos outros, o saber das fontes” – Dalva Ramaldes em sua dissertação de mestrado
A guerra do código incendeia a web: (mais…)
Artigos sobre redes sociais Maio 22, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in blogs, cibercultura, cotidiano, ufes, web 2.0.add a comment
- E o seminário na Estação Porto continua, mas hoje eu não vou. Tenho que estudar uns três textos para analisar uma mídia social qualquer – é para a matéria sobre web 2.0 de que falei por aqui. É tanta opção que nem sei qual mídia escolher e que tipo de análise fazer. Até agora a principal inspiração tem sido os textos da Raquel Recuero.
- E eis que surge mais um caso de corrupção denunciado a partir de uma ação de nome cuidadosamente pinçado Operação Navalha. Acredito que meu in progress já purgou esse tema do blog. Mas não sem antes deixar um bom material de consulta…
24/02/07 – Negri e Cocco: O moralismo impotente e a cantilena sobre a verdade do poder
28/01/07 – “A política substituiu o mito e a religião na modernidade”
08/01/07 – Corrupção deve ser controlada pela melhoria das instituições
02/01/07 – Minhas previsões para 2007
Sem contar o meu projeto de iniciação científica feito em 2005 – A crise política no governo Lula pelos jornais capixabas (download).
